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“Hemos de ser conscientes de que vivimos en una era tecnológica y en un mundo globalizado, en el que la riqueza de los intercambios culturales y de la movilidad espacial facilita la internacionalización y el conocimiento. Nos encontramos, pues, ante una nueva visión de la cultura, la que ha de incorporarse a las dinámicas internacionales y contribuir al desarrollo económico y social sostenible, pero que debe, al mismo tiempo, preservar su identidad y asumir un papel relevante para la inclusión social, el acceso y la participación de todos en los bienes culturales, y la recuperación del equilibrio, de la armonía y del vivir bien de todos los pueblos.” (El desarrollo de la Carta Cultural Iberoamericana).

Em consonância, o Curta-Se 11, promove dentre suas inúmeras atividades de acesso aos bens culturais audiovisuais {mostras, oficinas, (des)conferência, pesquisa, inovação}, o seminário: Sergipe del Rey: Las Nuevas Oportunidades y Nuevos Negocios para el Setor de los Contenidos Audiovisuales, es una oportunidad para escuchar la voz de los usuarios, ver las iniciativas que algunas emrpesas más avanzadas en contexto iberoamericano, puedem ofrecer como solución a sus necessidades y configurar una oferta de futuro, con un valor apreciado por el consumidor, que se traduzca en la sostenibilidad del setor, alterado por las possibilidades tecnológicas, modificadoras del nuevos escenario de la explotacón y consumo de contenidos audiovisuales: el usuario es el rey, y desea el continido sin restricciones, dónde quiera, como quiera, cuando quiera. Quieremos lecciones aprendidas de otras plataformas artísticas, como experiencia de negocio al sector audiovisual, y nuevas fuentes de financiación.

Nossa plataforma criativa e de qualidade, também requer sua (des)territolialização, inovadora e livre. Na heterogeneidade multitemporal (diferentes tempos históricos que coexistem de forma desarticulada, diria Canclini), enquanto cidadãos interados, abandalargados, sujeitos híbridos, nossa rede é colaborativa e nosso negócio mais promissor é a generosidade artística. Enquanto participação coletiva, queremos entender, propulsionar e promover o desenvolvimento do software e licença livres e a diversidade na distribuição de conteúdos, porosa e de fluxos multidirecionais.

“A gente nunca sabe aonde vai estar metido no dia de amanhã” Fantarosa

Esta edição, saúda a todos os ativistas da Cultura Digital, livre, colaborativa e Generosa.

Códigos abertos já!

 

Rosângela Rocha e equipe Curta-SE 11

EQUIPE CURTA-SE 11

Direção Executiva

ROSÂNGELA ROCHA

 

Produção Executiva

DEYSE ROCHA

 

Produção

THAÍRYS FERREIRA

CARLA VASCONCELOS

MATHIAS PALMEIRA

PATRÍCIA SANTOS

 

Eventos

ELMA SANTOS

MURILO VIANA

 

Oficinas

RAQUEL PASSOS

 

Mostras

LUANA VIEIRA

EDILSON CALIXTO

GILBERTO SENA

DÉBORAH COSTA

JEAN MARCEL

GABRIEL AZEVEDO

CARLA OSÓRIO

GABRIEL MARCEL

MICHELINE

JUNIOR

 

Assessoria de Comunicação

PALOMA ABDALLAH

WILSON RODRIGUES

MATHEUS FORTES

THAMIRES NUNES

RICARDO GOMES

JANAÍNA OLIVEIRA

 

Receptivo

ADRIANA  MARINHO

ANDREZZA SOARES

RAFAELA MORAIS

MARCELO RODRIGO

TALITA SANT’ANNA

MARÍLIA CARVALHO

JÚLIO CÉSAR

MANOEL BRASIL

RODRIGO GAMA

MARCELA SALES

RAFAEL ALVES

 

Cerimonial

MICHELINE BASTOS

ADRIANA CÔRTES

HEYSE SOUZA

HELLEN OLIVEIRA

PRISCILA PRADO

EVEE SANTOS

MIKHAIL ABDALLAH

WALESKA TRINDADE

 

Tradutora

MARESSA GARCIA

 

Design Gráfico

JOÃO HENRIQUE

 

Site / Desenvolvedores

Ricardo Brazileiro

Ricardo Ruiz

 

Fotógrafos

Vinícius

Artur

Vitor

 

 

Casa Curta-SE

Rua Teixeira de Freitas, 175. Salgado Filho. Aracaju/SE CEP 49.020-530

Fones: (+55 79) 3302 7092 /  (+55 79) 3041 8563  e-mail:  cc@casacurtase.org.br

 

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O Festival

Era para se chamar FIS. Assim mesmo, com ‘S’. Seria o Fórum da Imagem e do Som. No entanto, depois de amadurecer a idéia optou-se por Festival Brasileiro de Curtas-Metragens de Sergipe (Curta-SE). Desde a realização do tímido festival – mas com consistência, como faz questão de lembrar a idealizadora, Rosângela Rocha – já se passaram dez anos. Com a chegada à 11ª edição, vieram também o reconhecimento, a consolidação e o selo de Festival Ibero-Americano de Curtas-Metragens.

 

O primeiro Curta-SE aconteceu na Universidade Federal de Sergipe dentro do Encontro Regional de Comunicação (Erecom). Até então o cenário audiovisual no estado era pouco movimentado, tanto em produção como em difusão. Já na segunda edição o Curta-SE vira o Festival Luso-Brasileiro de Curtas-Metragens de Sergipe e passa a contar com produções portuguesas, a partir de uma com o Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria.

 

Em 2008, o evento torna-se Festival Iberoamericano de Curtas-Metragens. Isso possibilitou a participação de países abrangidos pelo programa Ibermedia, do qual fazem parte a Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Cuba, México, Venezuela, Colômbia, além de Portugal e Espanha. Além disso, no mesmo ano, o Curta-SE passou a integrar em mostras competitivas longas-metragens a partir de 70 minutos.

 

Dos 50 inscritos em 2001, o festival passou a contar com 605 inscrições em 2011.  A 11ª edição do Curta-SE acontecerá de 12 a 17 de setembro. Além das mostras competitivas, o Curta-SE traz também as mostras informativas, exibidas em espaços alternativos e em cidades do interior sergipano. O festival promove seminários,oficinas e workshops gratuitos e abertos ao público.

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Programação – Curta-SE 11

SEGUNDA A  SÁBADO – 12 a 17 de Setembro 

Pontão Digital Avenida Brasil/CASA CURTA-SE

14h `as 17h Residências Criativas: Produção de Conteúdos Digitais: Cotidiano Sensitivo /Web TV, Web Rádio

Ricardo Brazileiro, Ricardo Ruiz – PE ; Sérgio Melo – BA

 

SEGUNDA – 12 de Setembro

TEATRO TOBIAS BARRETO

19h –  Hall – Espaço Curta-SE Imprensa – entrevistas – intervenção urbana “cotidiano sensitivo”

19h 30 – Abertura Oficial do Festival

Entrega de troféus aos homenageados – Ativistas da Cultura Digital – Claudio Prado, Sérgio Amadeo e Gilberto Gil.

20h – 1a Mostra Informativa de Longas  – O Senhor do Labirinto. Diretor: Geraldo Motta Co-Diretora: Gisella de Melo, 2010, Ficção, 88´. Rio de Janeiro –RJ. (14 anos)

21h 30  – Show Musical – Jessie Evans

Acesso: credencial / 2kg de alimento

 

TERÇA – 13 de Setembro 

Pontão Avenida Brasil/CASA CURTA-SE

10h – Desconferência:  (Pós) Cultura Digital?

Claudio Prado (SP), Ricardo Ruiz, Ricardo Brazileiro, Cleiton Leite (PE) e Sérgio Melo (BA).

Acesso: inscritos


SESC

13h -  Mostra Competitiva  – Vídeos de Bolso – Celular – 42´ 52´´ (Livre)

Estesia. Dir.Roberto Mamfrim, 2011, Cor, Fic, 4´59´´, São  Paulo- SP (Livre)

Su Imagen es Como el Tiempo Infinito. Dir. Igor Amin, 2010, Cor, Fic, 3´, BH – MG (Livre)

Saltos Amazônicos Dir.Liana Amin e Igor Amin, 2011, Cor,Fic, 7´30 BH – MG (Livre)

Verbena e Limão. Dir. Lucas Sá e Lucas Kurz, 2010, Cor, Fic, 4´04´´, São Luiz-MA (Livre)

Tiro pela Culatra. Dir. Erico Rassi, 2010, Cor, Fic, 5´, São Paulo-SP (Livre)

Os Sonâmbulos. Dir. Igor Amin, 2011, Cor, Fic, 6´, Belo Horizonte-MG (Livre)

Political Swim. Dir.Vinicius Cabral, 2011, Cor, Fic, 5´14´´, BH – MG (16 anos)

O Eterno. Dir. Nelson Antônio,2010, Cor, Fic, 3´, Salvador-BA  (Livre)

Fun fun fun. DirVinicius Cabral, 2010, Cor, Fic, 2´30 ´´ BH – MG

Street Shuffle. Dir.Vinicius Cabral, Cor, 2010, Fic, 2´22´´. BH – MG

 

13h 45min – 1ª. Mostra Informativa de Curtas  – Vídeos Mídia Jovem  – 20’ 37

Filhos das Filhas. Instituto Recriando, 2011, Cor, Doc., 13’28”  Aracaju –SE. (Livre)

As Cores da Cultura. Insituto Recriando, 2011, Cor, Doc., 6’ 30” Aracaju –SE. (Livre)

Cândido Aragonês. Instituto Recriando. 2011, Cor, Doc., 1’ 49” Aracaju –SE. (Livre)

 

14h05 - 2ª Mostra Informativa de Longas O Senhor do Labirinto. Diretor: Geraldo Motta , Co-Diretora  Gisella de Melo, 2010, Fic, 88´. Rio de Janeiro –RJ.(14 anos)

 

15h053ª Mostra Informativa de Longas – Territórios - AVA MARANDU – Cultura e Direitos Humanos dos Povos Guarani, Dir. Pontão de Cultura Guaicuru, 2010, Cor, Doc, 80´. Campo Grande – MS. (Livre)

 

17h – Lançamento do Livro Ensaios de Cinema –  Autora: Aurora de Miranda Leão – CE

Acesso: livre

 

ARACAJU / CINEMARK JARDINS

20h – 1ª. Mostra Competitiva de Longas  - A Terra da Lua Partida. Dir.  Marcos Negrão e  André Rangel, 2010, Cor, Doc, 72´ Rio de Janeiro – RJ. (Livre)

Acesso: credencial / 2kg de alimento

 

PRAIA DE ATALAIA – OCEANÁRIO - (Livre)

23h – Show musical: FALANGE

01h – CABEDAL

 

QUARTA – 14 de Setembro

SESC

09h – 2ª. Mostra Informativa de Curtas – FESTIVALZINHO – 52´ 12´´ (Livre)

Dona Tota e O menino mágico    Adriana Meirelles, 2010, Cor, Ani,12´, Vinhedo-SP

Procura-se. Dir.  Iberê Carvalho, 2010, Cor, Fic, 14´, Brasília-DF

Fábula da Corrupção Dir. Lisandro Santos, 2010, Cor, Ani, 8´15´´, Porto Alegre-RS

Carreto. Dir. Cláudio Marques e Marília Hughes, 2010, Cor, Fic, 12´, Salvador-BA

Lápis de Cor. Dir.Alice Gomes, 2010, Cor, Fic,16´,Rio de Janeiro-RJ

 

10h  - 3ª. Mostra Informativa de Curtas  – Cinema Inclusivo – Filmes para Pessoas com Deficiência Auditiva /Mostra ABCA   – Animação. Classificação Livre

Leonel Pé-de-Vento. Dir. Jair Giacomini, Técnica de Animação: 2D, 15’ – 35mm – 2006

A Lasanha Assassina. Dir. Ale McHaddo 2D – 8’ – 2002 – São Paulo – SP

X Coração – Dir. Lisandro Santos. 2D Digital – 11´30´´ – 2007 – Porto Alegre – RS

Rua das Tulipas – Dir. Alê Camargo. 3D – 15´´08´ – 2007 – Brasília – DF

Como Surgiu a Noite. Dir. Andrés Lieben, Técnica de Animação: 2D. 4’ – Digital – 2005. Rio de Janeiro/RJ

O Anão que virou Gigante – Dir. Marão. 2D tradicional (lápis no papel) – 10´ – 2008 – Rio de Janeiro- RJ

 

11h – 4ª. Mostra Informativa de Curtas  – iberoamericanos – 55´ 40´´

1. El rayo e la Sirena. Dir.Diego Sanchidrián, 2010, Cor, Fic, 11´, Madrid-ESP (Livre)

2. Universo de Mya. Dir. Miguel Clara Vasconcelos,2010, Cor, Fic, 10´, Lisboa-PT (12 anos)

3. El cortejo Dir. Marina Seresesky, 2010, Cor, Fic, 11´, Madrid- ESP (Livre)

4. Dulce. Dir. Iván Ruiz Flores, 2011, Cor, Fic,14´, Madrid-ESP (Livre)

5. Solene Simpatia. Dir.Pedro Dell’Orto ,2011, Cor, Fic, 9´40´´, Salvador-BA (Livre)

Acesso: livre

 

QUARTA – 14 de Setembro

UNIT Farolândia – Auditório C

14h  – 4ª. Mostra Informativa de Longas – CineFoot. Copa Vidigal. Dir. Luciano Vidigal, 2010, Doc, Cor,  80´, Rio de Janeiro – RJ (Livre)

15h30 – 1ª. Mostra Competitiva de  Vídeos Iberoamericanos – 107’

Trocam-se Bolinhos por Histórias de Vida Denise Marchi, 2010,Cor, Fic,15´, Porto Alegre-RS (Livre)

A Musa da Minha Rua. DirAdolfo Lachtermacher, 2010, Cor, Doc, 15´, Rio de Janeiro-RJ (12 anos)

Enfim sós. Dir. Rafael de Andrade, 2011, Cor, Fic, 18´, Brasília-DF (16 anos)

Traz Outro Amigo Também. Dir. Frederico Cabral,2010,Cor, Fic, 15´,Porto Alegre-RS (Livre)

Retratos. Dir. Leo Tabosa e Rafael Negrão, 2010, Cor,Doc., 15´, Recife-PE (14 anos)

Garoto Barba. Dir. Christopher Faust, 2010, Cor, Fic, 14´, Curitiba-PR (Livre)

O Vôo da Papoila. Dir. Nuno Portugal, 2011, Cor, Fic, 15´,Cernache-Coimbra- PT (Livre)

Acesso: livre

 

LARANJEIRAS – Auditório Zizinha Guimarães

19h – 5ª. Mostra Informativa de Curtas e Médias - Morte e Vida Severina em Desenho Animado .Dir. Miguel Abreu Falcão, Ani. 52’, 2010, Brasília-DF (14 anos)

20h -  5ª. Mostra Informativa de Longas  – O Galinha Preta. Dir. Cibele Amaral, 2010, Fic, cor, 95min, Brasília- DF. (Livre)

Acesso: livre

 

ARACAJU / CINEMARK JARDINS

19h –

ª Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos. – 116´ 46´´

1. Procura-se                                          Iberê Carvalho, 2010, Cor, Fic, 14´, Brasília-DF (Livre)

2. A mula teimosa e o controle remoto  Helio Villela Nunes, 2010,Cor, Fic,15´, São Paulo-SP (Livre)

3. Eu não quero voltar sozinho                 Daniel Ribeiro, 2010, Cor, Fic, 17´, São Paulo-SP (Livre)

4. Mantegna                       Melo Viana, 2011, Cor, Fic, 6´54´´, Curitiba-PR (Livre)

5. Retrovisor               Eliane Coster, 2010, Cor, Fic, 14´52´´, São Paulo-SP (12 anos)

6. Cerveja Falada                             Guto Lima, Demetrio Panarotto e Luiz Henrique  Cudo, 2010, Cor, Doc, 15´, Florianópolis- SC (Livre)

7. Dulce                                  Iván Ruiz Flores, 2011, Cor, Fic,14`, Madrid-ESP (Livre)

8. Solene Simpatia               Pedro Dell’Orto ,2011, Cor, Fic, 9´40´´, Salvador-BA/Argentina (Livre)

9. El cortejo                           Marina Seresesky, 2010, Cor, Fic, 11`, Madrid- ESP (Livre)

 

21h  –1ª Mostra Competitiva de Vídeos Sergipanos . 53’05” ´´

Xandrilá . Dir. André Aragão, 2011, Cor, Fic, 23´51´´, Aracaju-SE (14 anos)

Do outro lado do rio. Dir. Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Fic, 11´33´´, Aracaju-SE (Livre)

Liah. Dir.Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Fic, 7’03”, Aracaju-SE (Livre)

 

22h – 2ª. Mostra Competitiva de Longas - Aficionados . Dir. Arturo Dueñas, Cor, Fic, 95´, 2010, Madrid-ESP (Livre)

Acesso: Credencial 2kg de alimento

 

PRAIA DE ATALAIA – OCEANÁRIO

Show musical

23h- Intimidade (Samba)

Acesso: Credencial/ Convidados/ Livre

 

QUINTA – 15 de Setembro  – Sergipe del Rey

SEBRAE 

Por quem os sinos dobram – o setor audiovisual – emergente de novos modelos de distribuição, com os avanços das tecnologias digitais e a extensão da internet? 3.0, 2.0, quantos decimais se faz o mercado e suas redes?

A comunicação, a produção e a difusão, a propriedade intelectual e o direito do público requerem seus espaços nesse novo cenário de mundialização digital.  Los contenidos digitales, como El cine y La televisión, son fundamentales y estratégicos, pus condicionam La expansión de otros sectores… 7% del PIB mundial lo representa las tecnologias de la información y la comunicación, y que su desarrollo depende de los contenidos (Miguel Benzal, Dir. General EGEDA).

Novos modelos de gestão de proteção dos direitos de propriedade intelectual e para distribuição de obras audiovisuais através da internet surgem no mundo. No Brasil, a Lei dos Direitos Autorais se encontra em fase de revisão para aprovação futura no Congresso Nacional, se desenha paralelamente o desenvolvimento de ações junto ao CNC e o desenvolvimento de ações de cultura digital no âmbito de Pontos de Cultura, possibilitando a democratização do acesso aos conteúdos por muitos. A TV também desenha novos modelos de distribuição de conteúdos que contraria o modelo clássico de distribuição, com suas janelas e formatos temporais.   Para termos acesso `a expertisse de alguns desses novos modelos, apresentamos o Seminário SERGIPE DEL REY.

Sergipe del Rey: Las Nuevas Oportunidades y Nuevos Negocios

09h 30  – Roda de Conversa: OS REALIZADORES, A CRÍTICA E OS DESAFIOS DA TRANSMÍDIA (EL EQUIPO, LA CRITICA Y LOS RETOS DEL TRANSMEDIA).

Convidados: Cavi Borges (Cavideo – RJ),   Silvia Prado (UPTO3 e BRAFFTv- SP), Amilton Pinheiro (Revista Brasileiros – SP), Rosário Caetano (Almanaque – SP), Tony Viegas (Estúdios Mega – SP), Carlos Eduardo M. V. de Aguiar (Circuito For a do Eixo – SP), Anderson Bruno (ABD-SE – Fórum Audiovisual SE);

11h  – Roda de Conversa: LA IMPORTANCIA ESTRATÉGICA DE LOS DERECHOS DE PROPIEDAD INTELECTUAL Y EL PÚBLICO. (A Importância Estratégica DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE INTELECTUAL E O PÚBLICO)

Convidados: João Batista Pimentel (CBC – SP),  Marcílio Moraes – ARTV – Associação Brasileira dos Roteiristas Profissionais de Televisão e Outros Veículos de Comunicação – RJ , Thenisson Dória – OAB-SE, Rosângela Rocha  (Casa Curta-SE – Fórum Audiovisual -SE).

UNIT Farolândia – Auditório C

10h  - 6ª. Mostra Informativa de LongasO Senhor do Labirinto. DiretorGeraldo Motta, Co-diretora: Gisella de Melo, 2010, Fic, 88 ´ Rio de Janeiro – RJ. (14 anos)

Acesso: livre

SESC 

12h – 7ª Mostra Informativa de Longas Trampolim do Forte, Dir. João Rodrigues Matos. Fic., 90´, 2010. Salvador – BA (Livre)

13h 30 – 2ª Mostra Competitiva de Vídeos Iberoamericanos 171’ 23”

Os últimos charruas. Dir.Alice Urbim, 2010, Cor, Doc, 15´,Porto Alegre-RS (Livre)

Menina da chuva Dir. Rosaria, 2010,Cor, Fic,6´, Rio de Janeiro (Livre)

Último caso.  DirErez Milgrom , 2010, P&B, Fic, 14´45´´,São Paulo-SP (Livre)

Número zero.  Dir.Claudia Nunes, 2010, P&B, Doc, 22´, Goiania-GO (12 anos)

Scratch. Dir. Alexandre Coimbra,2011,Cor,Fic, 11´, Porto Alegre-RS (Livre)

Involução. Dir. Marcelo Tannure, 2011, Cor, Fic, 9´10´´, Nova Lima-MG (Livre)

Torpellino. Dir. Pedro Dantas, 2010, Cor, Doc, 9´20´´, São Paulo-SP (Livre)

Ferocidade: Entre a Urbe e a Flora. Dir. Márcio B. Venturi, 2010, 13´18´´Cor/P&B, Fic, Rio de  Janeiro-RJ (12 anos)

A sombra de Sofia.  Dir. Flavia Thompson, 2011, Cor, Fic, 14´,São Paulo-SP (Livre)

Operação mamãe. Dir.  Marina Freitas, 2010, Cor, Fic, 15´,Rio de Janeiro-RJ (Livre)

Quenda. Dir. Alexandre Bortolini e Warllem Machado, 2010, Cor, Doc, 15´, Rio de Janeiro-RJ (Livre)

Paz. Dir.  Leandro Corrêa, 2010, Cor, Fic, 13´, Rio de Janeiro-RJ (Livre)

Katari Kamina. Dir.Pedro Dantas, 2011, Cor,Doc,14´30´´,São Paulo-SP (Livre)

Acesso: livre

 

UFS São Cristovão – Auditório de Geografia

14h -  8ª Mostra Informativa de Longas  – Cabeça `a Prêmio. Dir. Marco Ricca, 2009, drama, 104´. Rio de Janeiro -RJ (16 anos)

15h45h  – 9ª Mostra Informativa de Longas  Um Homem Qualquer. Dir. Caio Vecchio, Cor, Fic., 90´, Rio de Janeiro – RJ. 2009. (16 anos)

Acesso: livre

SÃO CRISTÓVÃO – Praça da Matriz

18h - 6ª. Mostra Informativa de CurtasCurta os Brasileiros – 59’54” (Livre)

1. Pode piorar.  Dir. João Tenório, Cor, Fic., 15`, São Paulo-SP, 2011

2. Sambatown . Dir. Cadu Macedo, Cor, Fic., 5`41“, São Paulo-SP, 2010

3. Bob Lester. Dir.Hanna Godoy e Mariana Penedo, Cor, Doc., 12`13“, Recife-PE, 2010

4. Feliz Desaniversário. Dir. Fábio Souza, Cor, Fic, 13`, Rio de Janeiro- RJ, 2010

5. Bala na cabeça. Dir.Cristiano Abud, P&B, Fic, 14`, Belo Horizonte – MG, 2009

 

19h – 7ª Mostra Informativa de Curtas e Medias Mostra Fest’Afilm Festival de Filmes Lusófonos e Francófonos – Montpellier-FR

Vida de Mandingueiro - Mathias Monarque et Cécile Bennegent – 50´ – França (Livre)

Acesso: livre

 

QUINTA – 15 de Setembro

ARACAJU / CINEMARK JARDINS

19h – 3ª Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos  84´ 15´´

1. Janela Molhada. Dir.  Marcos Enrique Lopes, 2010, Cor/ P&B, Doc., 22´, Recife-PE (Livre)

2. O céu no andar de baixo Dir. Leonardo Cata Preta, 2010, Cor, Ani, 14`, Belo Horizonte-MG (Livre)

3.  Angeli 24h. Dir. Beth Formaggini, 2010, Cor, Doc, 25´, Rio de Janeiro-RJ (Livre)

4. A dama do Peixoto          Douglas Soares e Allan Ribeiro, 2011, Cor, Doc,  11´, RJ-RJ

 

5. A Fábula da Corrupção              Lisandro Santos, 2010, Cor, Ani, 8´15´´, Porto

Alegre-RS

6. A Melhor idade                               Angelo Defanti, 2011, Cor, Fic., 15´, Niterói-RJ

 

20h 30min –  3ª. Mostra Competitiva de LongasRiscado – Dir.  Gustavo Pizzi, 2010,  Fic, 85´, Rio de Janeiro – RJ

 

22h – 4ª Mostra Competitiva de Longas - Sonho de Verão. Dir. Paulo Cesar Fajardo, 2011, Cor, Fic, 75´, Coimbra-Pt.

20h 30min –  4ª. Mostra Competitiva de LongasRiscado – Dir.  Gustavo Pizzi, 2010,  Fic, 85´, Rio de Janeiro – RJ (Livre)

22h – 4ª Mostra Competitiva de Longas - Sonho de Verão. Dir. Paulo Cesar Fajardo, 2011, Cor, Fic, 75´, Coimbra-Pt. (14 anos)

 

Acesso: credencial / 2kg de alimento

 

PRAIA DE ARUANA- ABROLHOS

22h – MIX SE 2011 -  9ª. Mostra Informativa de Curtas

1. Eu não quero voltar sozinho. Dir. Daniel Ribeiro, 2010, Cor, Fic, 17´, São Paulo-SP (Livre)

2. Retratos. Dir.Leo Tabosa e Rafael Negrão, 2010, Cor,doc., 15´, Recife-PE (14 anos)

3.  Quenda . Dir. Alexandre Bortolini e Warllem Machado, 2010, Cor, Documentário, 15´, Rio de Janeiro-RJ (Livre)

CORTEJO DE GRUPOS FOLCLÓRICOS DE LARANJEIRAS

Feira Mix SE 2011 – Camisas, bolsas, acessórios. Mangabas, Show musical e performances

23h45 - FOGO NO BECO

Acesso:Credencial / Convidados/ Livre

 

SEXTA –  16 de Setembro

SESC

10h - 9ª. Mostra Informativa de Curtas – Mostra Fest’Afilm Festival de Filmes Lusófonos e Francófonos – Montpellier-FR  – 61´

1. Contatos – Dir. Michael Guerraz. Fic., 12´ – França. Classificação Livre (Livre)

2. Ratos – Dir. André Reis, Fic., 12´ – Portugal. (16 anos )

3. A diagonal dos loucos - Charles Poupot – 9´ – França. (10 anos )

4. Innsbay – Sylvain Brunerie - 30min – França(Livre)


ESTÂNCIA 

10h  -  Cinema e Turismo  

ESTÂNCIA  – Auditório Gonçalo Prado

18h 30min – 10ª. Mostra Informativa de Curtas

A Mula Teimosa e o Controle Remoto -  Helio Villela Nunes, 2010,Cor, Fic,15´, São Paulo – SP (Livre)

18h 45min – 10ª Mostra Informativa de Longas – A Guerra dos Vizinhos. Dir. Rubens Xavier, 2010, CorComédia, 84´, São Paulo-SP. (12 anos)

Acesso: livre

 

CINEMARK ARACAJU

19h – 4ª. Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos 53´ 58 ´´

1. O contador de filmes. Dir. Elinaldo Rodrigues, 2010, Cor, Doc, 15´ João Pessoa PB (Livre)

2. Náufragos. DirGabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha, 2010, Cor, Fic, 15´, São Paulo-SP (14 anos)

3. Naiá e a Lua. Dir. Leandro Tadashi, 2010, Cor, Fic, 13´, São Paulo-SP (Livre)

4. Lápis de Cor. Dir.  Alice Gomes, 2010, Cor, Fic,16´,Rio de Janeiro-RJ (Livre)

5. Cinderela. Dir. Magali Magistry, 2011, Cor, Fic, 10´58´´ , Rio de Janeiro-RJ (16 anos)

 

20h 10min – 5ª. Mostra Competitiva de LongasLuz Teimosa. Dir. Luís Alves de Matos, 2010, P&B, Fic, 75´, Lisboa-Pt. (Livre)

 

21h 30min  – 2ª Mostra Competitiva de Vídeos Sergipanos  57’ 55” (Livre)

1. Entre a primeira e a última vez   Ítalo Lucas de Melo, 2011, Cor, Fic, 11’18”, Aracaju-SE

2. Vestígios Pré históricos do Cariri Paraibano. Dir.Vinícius de Souza Melo, 2010, Cor, Fic, 15´,  Aracaju –SE

3. Peregrino. Dir.Josivaldo Oliveira Silva, 2011, Cor, Doc, 13´, Aracaju-SE

4. A primeira rosa. Dir.Luciana Oliveira, 2010, Cor, Fic, 4´, Nossa Senhora do Socorro-SE

5. Simbolique Dir. Jamson Madureira, 2010, Cor, Fic, 3´18´´, Socorro- SE

6. Foi Apenas um Sonho. Dir. Eudaldo Júnior, 2011, Cor, Fic,5´15´´,São Cristóvão -SE

7. Lembranças. Dir. Marlon Delano, 2010, Cor, Fic, 6′ 04″, Aracaju-SE

 

Acesso: livre

 

* PRAIA DE ATALAIA – OCEANÁRIO

22h – COUTTO E OCHESTRA DE CABEÇA, CASA FORTE, FERRARO TRIO, VENDO 147 (SALVADOR)

*EVENTO EM PARCERIA COM O FESTIVAL MANGABA INSTRUMENTAL

INGRESSO R$ 10,00

 

SÁBADO –  17 de Setembro

CINEMARK ARACAJU

19h – 11ª. Mostra Informativa de Curtas  Mulheres Mangabeiras. Dir. Rita Simone Liberato. 2011. Cor, Doc, 35’ Sergipe –SE (Livre)

19h 30– 11ª. Mostra Informativa de Longas  - O Jardim das Folhas Sagradas. Dir. Pola Ribeiro- 2010. Cor, Drama, 91’ Salvador -BA (14 anos)

21h -  Cerimônia de Premiação – Homenagens Especiais: Entrega do Troféu “Ver ou Não Ver”

Premiados Curta-SE 11

 

 

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Programação Completa

Curta 35mm

Eu não quero voltar sozinho
Daniel Ribeiro, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Janela Molhada
Marcos Enrique Lopes, 2010, Cor/ P&B, Documentário, Recife-PE

Melhor idade
Angelo Defanti, 2011, Cor, Ficção, Niterói-RJ

A mula teimosa e o controle remoto
Helio Villela Nunes, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

O contador de filmes
Elinaldo Rodrigues, 2010, Cor, Documentário, João Pessoa-PB

A dama do Peixoto
Douglas Soares e Allan Ribeiro, 2011, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ

Angeli 24h
Beth Formaggini, 2010, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ

Dulce
Iván Ruiz Flores, 2011, Cor, Ficção, Madrid-ESP

O céu no andar de baixo
Leonardo Cata Preta, 2010, Cor, Animação, Belo Horizonte – MG

Procura-se
Iberê Carvalho, 2010, Cor, Ficção, Brasília-DF

Mantegna
Melo Viana, 2011, Cor, Ficção, Curitiba-PR

Fábula da corrupção
Lisandro Santos, 2010, Cor, Animação, Porto Alegre-RS

El cortejo
Marina Seresesky, 2010, Cor, Ficção, Madrid- ESP

Naiá e a Lua
Leandro Tadashi, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Lápis de cor
Alice Gomes, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

Cerveja Falada
Guto Lima, Demetrio Panarotto e Luiz Henrique Cudo, 2010, Cor, Documentário, Florianópolis-SC

Náufragos
Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Retrovisor
Eliane Coster, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Solene Simpatia
Pedro Dell’Orto ,2011, Cor, Ficção, Salvador-BA

Cinderela
Magali Magistry, 2011, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

Longas

A Terra da Lua Partida
Marcos Negrão e André Rangel, 2010, Documentário, Cor, Rio de Janeiro-RJ.

Sonho de verão
Paulo César Fajardo, 2011, Ficção, Cor, Coimbra-Portugal

Luz Teimosa
Luís Alves de Matos, 2010, Ficção, Cor/ P&B, Lisboa-Portugal

Riscado
Gustavo Pizzi, 2010, Ficção, Cor, Rio de Janeiro-RJ

Aficionados
Arturo Dueñas, 2010, Ficção, Cor, Madrid- Espanha

Vídeos Sergipanos

Entre a primeira e a ultima vez
Ítalo Lucas de Melo, 2011, Cor, Ficção, Aracaju-SE

Liah
Nucleo de Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Ficção, Aracaju-SE

Lembranças
Marlon Delano, 2010, Cor, Ficção, Aracaju-SE

Xandrilá
André Aragão, 2011, Cor, Ficção, Aracaju-SE

A primeira rosa
Luciana Oliveira, 2010, Cor, Ficção, Nossa Senhora do Socorro-SE

Simbolique
Jamson Madureira, 2010, Cor, Ficção, Nossa Senhora do Socorro- SE

Vestígios Pré-históricos no Cariri Paraibano
Vinícius de Souza Melo, 2010, Cor, Ficção, Aracaju -SE

Foi apenas um sonho
Eudaldo Júnior, 2011, Cor, Ficção, São Cristóvão

Do outro lado do rio
Nucleo de Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Ficção, Aracaju-SE

Peregrino
Josivaldo Oliveira Silva, 2011, Cor, Documentário, Aracaju-SE

Vídeos de bolso

Estesia
Roberto Mamfrim, 2011, Cor, Ficção, São Paulo- SP

Su imagen es como El tiempo infinito
Igor Amin, 2010, Cor, Ficção, Belo Horizonte- MG

Saltos Amazônicos
Liana Amin e Igor Amin, 2011, Cor,Ficção, Belo Horizonte- MG

Verbena e Limão
Lucas Sá e Lucas Kurz, 2010, Cor, Ficção, São Luiz-MA

Tiro pela culatra
Erico Rassi, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Os sonâmbulos
Igor Amin, 2011, Cor, Ficção, Belo Horizonte-MG

Political swim
Vinicius Cabral, 2011, Cor, Ficção, Belo Horizonte-MG

O eterno
Nelson Antônio, 2010, Cor, Ficção, Salvador-BA

Fun Fun Fun
Vinicius Cabral, 2010, Cor, Ficção, Belo Horizonte- MG

Street Shuflfe
Vinicius Cabral, Cor, 2010, Ficção, Belo Horizonte-MG

Vídeos

Trocam-se bolinhos por histórias de vida
Denise Marchi, 2010,Cor, Ficção, Porto Alegre-RS

A musa da minha rua
Adolfo Lachtermacher, 2010, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ

Enfim sós
Rafael de Andrade, 2011, Cor, Ficção, Brasília-DF

Traz outro amigo também
Frederico Cabral,2010,Cor, Ficção, Porto Alegre-RS

Garoto Barba
Christopher Faust, 2010, Cor, Ficção, Curitiba-PR

O vôo da Papoila
Nuno Portugal, 2011, Cor, Ficção, Cernache-Coimbra

Katari Kamina
Pedro Dantas, 2011, Cor,Documentário, São Paulo-SP

Ultimo caso
Erez Milgrom , 2010, P&B, Ficção, São Paulo-SP

Scratch
Alexandre Coimbra,2011,Cor,Ficção, Porto Alegre-RS

Torpellino
Pedro Dantas, 2010, Cor, Documentário, São Paulo-SP

Ferocidade: Entre a Urbe e a Flora
Márcio B. Venturi, 2010, Cor/P&B, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

Operação mamãe
Marina Freitas, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

A sombra de Sofia
Flavia Thompson, 2011, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Retratos
Leo Tabosa e Rafael Negrão, 2010, Cor,documentário, Recife-PE

Paz
Leandro Corrêa, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

Quenda
Alexandre Bortolini e Warllem Machado, 2010, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ

Os Últimos Charruas
Alice Urbim, 2010, Cor, Documentário, Porto Alegre-RS

Menina da Chuva
Rosaria, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro

Involução
Marcelo Tannure, 2011, Cor, Ficção, Nova Lima-MG

Número zero
Claudia Nunes, 2010, P&B,Documentário, Goiânia-GO

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Curta-SE 12 abre inscrições

   O Curta-SE 12 abre suas inscrições a partir de hoje, 30 de janeiro e segue até o dia 13 de abril de 2012, no site http://www.casacurtase.org.br  (http://www.formfacil.com/casacurtase/curtase12) No site, confira o regulamento e envie sua ficha preenchida com a inscrição de seu filme. Depois é só encaminhar seu filme pelos correios, ao endereço do festival: Curta-SE 12 – Rua Teixeira de Freitas, 175, Salgado Filho. Aracaju/SE CEP 49.020-530.

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Finalizando o Curta-SE 11

CURTA-SE  finaliza com público lotando suas salas e também os espaços de exibição virtuais.
 
CURTA CRIANÇA 
                         Os quatro filmes do projeto Curta Criança exibidos no Fest Sergipe (A Mula e o Controle Remoto, Lápis de Cor, Procura-se e Naiá e a Lua) tiveram boa aceitação. O júri de curta 35 mm (Maria do Rosário Caetano,  Itamar Borges e Rafael Sampaio) atribuiu dois prêmios a ”A Mula e o Controle Remoto” (melhor filme e melhor ator: Vinny Azar, que interpreta o menino mais velho, o da roça, que recebe o garoto da cidade com seu aviãozinho). Para os filmes “Lápis de Cor”, “Naiá e a Lua” e Procura-se foi atribuida “Menção Especial”. “Lápis de Cor” arrebatou o público. Nada mais natural que ganhasse o prêmio do juri popular, que o aplaudiu calorosamente. A diretora Alice Gomes (da equipe do Filme B chorou de emoção ao agradecer o prêmio).
  

CURTA-SE – PREMIADOS 2011

                Já no início da premiação, os mestres de cerimônia ressaltaram a importância do Curta-SE, não somente como fomentadora do audiovisual no estado, mas também como gerador de renda e como ferramenta de educação que promove mini-cursos e oficinas que estimulam uma produção muita mais criativa e profissional.

  Logo em seguida, a atriz Guta Stresser, que interpreta Bebel na série ‘A Grande Família’, foi homenageada pelo festival por sua trajetória no cinema brasileiro. A atriz agradeceu o prêmio  e elogiou a seleção de filmes do festival. “Tive a oportunidade de assistir hoje a dois ótimos filmes (‘Mulheres Mangabeiras’ e ‘O Jardim das Folhas Sagradas’). Parabéns ao Curta-SE e viva o cinema ibero-americano!”, exaltou a atriz, que esteve no festival em sua 5ª edição para promover o longa-metragem ‘Nina’, de Heitor Dhalia.

Premiação — Após a homenagem, os premiados foram divulgados pelos mestres de cerimônia e representantes de entidades que apoiaram e patrocinaram o evento. O primeiro premiado da noite foi o vídeo de bolso ‘Saltos Amazônicos’ (MG), de Lia Amim e Igor Amim, que tiveram êxito na única categoria à qual concorriam. Em seguida, foi a vez de ver ‘Traz Outro Amigo Também’ (RS), de Frederico Cabral conquistando dois prêmios na categoria, ao lado de ‘Trocam-se Bolinhos Por Histórias de Vida’(RS), ‘Involução’(MG), ‘Os Últimos Charruas’(RS) e Número Zero (GO), que conquistaram um prêmio cada.

Curtas em 35mm 

Os curtas ‘A Mula Teimosa e o Controle Remoto’ (SP) e ‘Lápis de Cor’( RJ) saíram com dois prêmios cada, enquanto que ‘A Dama de Peixoto’(RJ), ‘Eu Não Quero Voltar Sozinho’(SP), ‘O Céu no Andar de Baixo’(MG), ‘Janela Molhada’ (PE), ‘Procura-se’ (DF) e ‘Naiá e a Lua’ (SP), ‘Solene Simpatia’ (Brasil/Argentina) e ‘Dulce’ (Espanha) foram premiados com um troféu cada.

Longas-metragens –

O filme ‘Riscado’ (RJ) de Gustavo Pizzi levou quatro troféus do festival (Melhor longa-metragem, diretor e atriz pelo júri oficial, além de melhor longa-metragem pelo júri popular), garantindo um favoritismo singular em toda a cerimônia.  


O produtor Cavi Borges, único representante do filme, já estava sem palavras ao receber o 4º prêmio da noite. “‘Riscado’ é um trabalho conjunto de amigos e familiares, realizado com pouquíssimos recursos e o reconhecimento do festival garantirá que novos filmes possam ser realizados com mais qualidade técnica e de conteúdo”, disse.

‘Riscado’ dividiu o prêmio de melhor longa-metragem júri oficial com ‘A Terra da Lua Partida’(RJ), de Marcos Negrão e André Rangel. A menção honrosa da categoria foi para ‘Luz Teimosa’ (Portugal) de Luis Alves de Matos. A menção substituiu a categoria de Melhor Ator, por reconhecer a vivacidade do personagem principal do longa português, o poeta e fotógrafo Fernando Lemos.

Vídeos sergipanos — Caminhado para o ato final da apresentação, a platéia pode finalmente conhecer os vencedores da categoria Vídeos Sergipanos. O curta ‘Peregrino’, de Josival Oliveira Silva, ganhou a menção honrosa e logo em seguida os três primeiros colocados foram anunciados.

Os curtas ‘Simbolique’ de Jamson Madureira e ‘Xandrilá’, de André Aragão, levaram os troféus de 3º e 2º lugar respectivamente. ‘Do Outro Lado do Rio’ ficou com o primeiro lugar, júri oficial.

O melhor curta sergipano escolhido pelo público foi ‘Lembranças’. Ao receber o troféu ‘Ver Ou Não Ver’, Marlon Delano – realizador de ‘Lembranças’ – chorou e agradeceu aos amigos e familiares que sempre o apoiaram. O jovem cineasta já faz vídeos por um hobby próprio, sempre com o auxílio de colegas.

Gratificação
Com o término da entrega de prêmios, a diretora executiva do Curta-SE, Rosângela Rocha, tomou a palavra. A realizadora agradeceu a todos os envolvidos que contribuíram para que mais uma edição do festival pudesse acontecer, e chamou toda a equipe do festival para se apresentar.

Para o ator Flávio Bauraqui, o festival representa um importante vínculo na sua carreira profissional. “Me sinto cada vez mais dentro de uma equipe. Hoje, meu ‘namoro’ com o Curta-SE já virou um casamento com várias facetas. Estou aqui hoje executando uma delas”, disse o ator bem humorado. Flávio adiantou que está dirigindo seu primeiro longa-metragem agora e espera poder exibi-lo na 12ª edição do festival, no ano que vêm.

LISTA DOS PREMIADOS

Vídeos de Bolso
- Melhor vídeo de bolso (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Saltos Amazônicos – Lia Amim Igor Amim, Belo Horizonte (MG).

Vídeos

- Melhor vídeo (júri oficial): Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
Traz outro amigo também – Frederico Cabral, Porto Alegre (RS).

- Menção Honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Número Zero

- Melhor ficção (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Trocam-se bolinhos por histórias de vida – Denise Marchir, Porto Alegre (RS).

- Melhor animação (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Involução Marcelo Tannure, Nova Lima (MG).

- Melhor documentário (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Os últimos charruas – Alice Urbim, Porto Alegra (RS).

- Melhor vídeo (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Traz outro amigo também – Frederico Cabral, Porto Alegre (RS).

 

Curtas 35mm
- Melhor curta-metragem em 35mm(júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 5.904,80 em serviços (revelação de 20 latas de Negativos 16 ou 35mm) e Troféu Ver ou Não Ver.
A mula teimosa e o controle remoto -  Hélio Villela Nunes, São Paulo (SP).

- Melhor curta-metragem documentário em 35mm (júri oficial): Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original); Prêmio Cinerama Brasilis no valor de R$ 10.000 em serviços (locação de câmera digital ou 16mm) e Troféu Ver ou Não Ver.
A dama de Peixoto – Douglas Soares e Alan Ribeiro, Rio de Janeiro (RJ).

- Melhor curta-metragem de ficção em 35mm (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
Eu não quero voltar sozinho – Daniel Ribeiro, São Paulo (SP).

- Melhor curta-metragem de animação em 35mm (júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 08h); Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
O céu no andar de baixo – Leonardo Cata Preta, Belo Horizonte (BH).

- Melhor curta-metragem em 35mm com temática nordestina (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 5.000 e Troféu Ver ou Não Ver.
Janela Molhada – Marcos Henrique Lopes, Recife (PE).

- Melhor ator (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Osvaldo Rosa (Solene Simpatia) e Viny Azar (A mula teimosa e o controle remoto).

- Melhor atriz (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Miriam Martins (Dulce).

- Melhor diretor (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Beth Formaggini (Angeli 24H).

- Melhor curta-metragem em 35 mm (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Lápis de Cor – Alice Gomes, Rio de Janeiro (RJ).

- Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Lápis de Cor – Alice Gomes, Rio de Janeiro (RJ).
Procura-se – Iberê Carvalho, Brasília (DF).
Naiá e a Lua – Leandro Tadashi, São Paulo (SP).

Longas-metragens

- Melhor longa-metragem (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 10.000; Prêmio Nova DIgital (dez minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
Riscado – Gustavo Pizzi, Rio de Janeiro (RJ).
A terra da lua partida – Marcos Negrão e André Rangel, Rio de Janeiro (RJ).

- Melhor atriz (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Karine Teles (Riscado).

- Melhor diretor (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Gustavo Pizzi (Riscado).

- Melhor longa-metragem (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Riscado – Gustavo Pizzi, Rio de Janeiro (RJ).

- Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Luz Teimosa – Luís Alves de Matos, Lisboa (PT).

Vídeos sergipanos

- Melhor curta-metragem sergipano: 1º lugar (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Estúdios Mega no valor de R$ 13.850 em serviços (finalização de Imagem de curta-metragem digital captado em resolução HD à 24 FPS com duração de até 20 minutos – veja detalhes aqui [inserir link para arquivo m PDF]); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.
Do outro lado do rio – Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, Aracaju (SE).

- Melhor curta-metragem sergipano: 2º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.
Xandrilá – André Aragão, Aracaju (SE).

- Melhor curta-metragem sergipano: 3º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.
Simbolique – Jamson Madureira, Nossa Senhora do Socorro (SE).

- Melhor curta-metragem sergipano (júri popular): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 8h); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e  Troféu Ver ou Não Ver.
Lembranças – Marlon Delano, Aracaju (SE).

- Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Peregrino – Josivaldo Oliveira Silva, Aracaju (SE).

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, ABCA, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal. 



 

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Curta-SE 11 reúne 5 mil pessoas durante os seis dias do festival

Público comparece em peso à cerimônia de premiação / Foto: Victor Balde

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) reuniu um público de mais de 5 mil pessoas entre cinéfilos, realizadores e público em geral  nos seis dias de exibições. Durante o evento, foram realizados debates, oficinas, mostras informativas e competitivas. Além disso, o Curta-SE ainda levou mostras para as cidades de São Cristóvão, Laranjeiras e Estância.

A diretora executiva do Curta-SE, Rosângela Rocha, destacou a presença maciça do público para prestigiar o evento. “Isso é resultado de uma crescente evolução da difusão do audiovisual em Sergipe. Esse sucesso também é fruto da conjunção da formação, seja através da universidade ou dos cursos que existem na Casa Curta-Se, Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira e Mídia Jovem. Acho que isso tudo ajudou a propagar o audiovisual junto com a acessibilidade das novas tecnologias”, disse Rosângela.

Rosângela também aprova a mobilização feita pelos realizadores sergipanos para que prestigiassem suas produções. “Nas exibições dos vídeos sergipanos, a sala sempre ficava lotada, o público ocupava também os corredores. Nós já sabíamos que isso iria acontecer porque já acompanhávamos o trabalho feito pelas equipes dos vídeos em trazer seu público para prestigiar a exibição. Isso é muito bom para o audiovisual”, comentou a diretora.

Público

Para a professora universitária Raquel Ferreira, o Curta-SE valoriza o trabalho dos realizadores. “É meu primeiro ano em Sergipe e eu não conheço ainda as manifestações culturais da cidade. Então eu achei que vir para o dia da premiação era uma oportunidade de conhecer o trabalho voltado pro audiovisual sergipano, já que sou publicitária e também trabalho com isso. Ano que vem espero poder prestigiar outros dias”, afirmou Raquel.

A diretora executiva Rosângela Rocha / Foto: Victor Balde

Já a estudante de audiovisual Karla Caroline só não prestigiou o Curta-SE na noite do dia 14 porque não conseguiu. “O festival é um evento muito importante para o estado, pois ele abre as portas para as produções sergipanas, além de proporcionar o acesso a produções independentes que não fazem parte do circuito comercial. O Curta-SE também proporciona o aprendizado de novas técnicas que são utilizadas pela iberoamérica”, ressaltou a estudante.

Realizadores

Quem também aprova o festival e a participação do público são os realizadores quem vêm ao Curta-SE para mostrar suas obras e acabam levando o prêmio ‘Ver ou não Ver’ na categoria júri popular. Nessa categoria os jurados é o público presente que vota de forma eletrônica em qual produção foi a melhor.

Ganhadora da categoria melhor curta-metragem em35 mm, júri popular, Alice Gomes não escondeu sua felicidade em ser lembrada pelo público. “É incrível essa oportunidade que o festival dá aos espectadores de participar de forma ativa no festival. Todo prêmio deixa a pessoa feliz, mas o júri popular é a prova de que sua produção deu certo e que o vídeo falou diretamente com o público. Aqui no Curta-SE foi a melhor exibição dessa produção que eu já presenciei”, agradece Alice.

O vídeo ‘Lembrança’ foi escolhido o melhor curta-metragem sergipano pelo público. “Fiquei bastante orgulhoso do festival, pois as pessoas estavam correndo para conseguir um ingresso nos dias das exibições sergipanas. Essa é a prova que o audiovisual sergipano está decolando e o público começou a dar mais valor ao que é da terra. Ver isso me emociona bastante” declarou Delano.

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Wilson Melo

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Curta-SE premia os melhores filmes da 11º edição do festival

Premiação encerrou 11º Curta-SE / Foto: Victor Balde

A entrega de prêmios do 11º Festival Ibero-americano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) ocorreu neste sábado, 17, no Cinemark Jardins. Convidados, realizadores e público compareceram e vibraram a entrega da cada categoria graças à dinâmica oferecida pelos mestres de cerimônia Flávio Bauraqui e Andréia Vilela. A lista completa dos premiados está disponível aqui.

Homenagem

Já no início da premiação, os mestres de cerimônia ressaltaram a importância do Curta-SE, não somente como fomentadora do audiovisual no estado, mas também como gerador de renda e como ferramenta de educação que promove mini-cursos e oficinas que estimulam uma produção muita mais criativa e profissional.

A atriz Guta Stresser agradece a homenagem / Foto: Victor Balde

Logo em seguida, a atriz Guta Stresser, que interpreta Bebel na série ‘A Grande Família’, foi homenageada pelo festival por sua trajetória no cinema brasileiro. A atriz agradeceu a oportunidade e elogiou a seleção de filmes do festival. “Tive a oportunidade de assistir hoje a duas excelentes obras de artes que foram ‘Mulheres Mangabeiras’ e ‘O Jardim das Folhas Sagradas’. Parabéns ao Curta-SE e viva o cinema ibero-americano!”, exaltou a atriz, que esteve no festival em sua 5ª edição para promover o longa-metragem ‘Nina’, de Heitor Dhalia.

Premiação

Após a homenagem, os premiados foram divulgados pelos mestres de cerimônia e representantes de entidades que apoiaram e patrocinaram o evento. O primeiro premiado da noite foi o vídeo de bolso ‘Saltos Amazônicos’(MG), de Lia Amim e Igor Amim, que tiveram êxito na única categoria ao qual concorriam. Em seguida, foi a vez de ver ‘Traz Outro Amigo Também’(RS), de Frederico Cabral conquistando dois prêmios na categoria, ao lado de ‘Trocam-se Bolinhos Por Histórias de Vida’(RS), ‘Involução’(MG), ‘Os Últimos Charruas’(RS) e Número Zero (GO), que conquistaram um prêmio cada.

Curtas em 35mm

Sem demorar-se muito na entrega dos troféus ‘Ver Ou Não Ver’, a cerimônia continuou para revelar os muitos premiados da 11º edição do festival. Com isso, os vencedores da categoria de Curtas em 35mm foram anunciados, e, como ocorreu com os vídeos ibero-americanos, a premiação foi bem diversificada, garantindo que muitas curtas-metragens fossem agraciados na produção de novos trabalhos cinematográficos.

Os curtas ‘A Mula Teimosa e o Controle Remoto’(SP) e ‘Lápis de Cor’(RJ) saíram com dois prêmios cada, enquanto que ‘A Dama de Peixoto’(RJ), ‘Eu Não Quero Voltar Sozinho’(SP), ‘O Céu no Andar de Baixo’(MG), ‘Janela Molhada’ (PE), ‘Procura-se’ (DF) e ‘Naiá e a Lua’ (SP), ‘Solene Simpatia’ (BA/Argentina) e ‘Dulce’ (Espanha) foram premiados com um troféu cada.

Longas-metragens

Se a variedade de vencedores foi uma característica da premiação dos vídeos ibero-americanos e dos curtas em 35mm, o mesmo não ocorreu com os Longas-metragens. O filme ‘Riscado’ (RJ) de Gustavo Pizzi levou quatro troféus do festival (Melhor longa-metragem, diretor e atriz pelo júri oficial, além de melhor longa-metragem pelo júri popular), garantindo um favoritismo singular em toda a cerimônia.

O produtor Cavi Borges, único representante do filme, já estava sem palavras ao receber o 4º prêmio da noite. “‘Riscado’ é um trabalho conjunto de amigos e familiares, realizado com pouquíssimos recursos e o reconhecimento do festival garantirá que novos filmes possam ser realizados com mais qualidade técnica e de conteúdo”, disse.

‘Riscado’ dividiu o prêmio de melhor longa-metragem júri oficial com ‘A Terra da Lua Partida’(RJ), de Marcos Negrão e André Rangel. A menção honrosa da categoria foi para ‘Luz Teimosa’ (Portugal) de Luis Alves de Matos. A menção substituiu a categoria de Melhor Ator, por reconhecer a vivacidade do personagem principal do longa português, o poeta e fotógrafo Fernando Lemos.

Vídeos sergipanos

Caminhado para o ato final da apresentação, a platéia pode finalmente conhecer os vencedores da categoria Vídeos Sergipanos. O curta ‘Peregrino’, de Josival Oliveira Silva, ganhou a menção honrosa e logo em seguida os três primeiros colocados foram anunciados.

Os curtas ‘Simbolique’ de Jamson Madureira e ‘Xandrilá’, de André Aragão, levaram os troféus de 3º e 2º lugar respectivamente. ‘Do Outro Lado do Rio’ ficou com o primeiro lugar, júri oficial.

O curta foi um trabalho conjunto dos alunos de Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira e já foi premiado em outro grande festival de São Paulo. “Nosso trabalho também foi selecionado para ser exibido em um festival de cinema na França, no mês que vêm”, disse o aluno do Núcleo, Baruch Blumberg.

O melhor curta sergipano escolhido pelo público foi ‘Lembranças’. Ao receber o troféu ‘Ver Ou Não Ver’, Marlon Delano – realizador de ‘Lembranças’ – chorou e agradeceu aos amigos e familiares que sempre o apoiaram. O jovem cineasta já faz vídeos por um hobby próprio, sempre com o auxílio de colegas.

Gratificação

Com o término da entrega de prêmios, a produtora executiva do Curta-SE, Deyse Rocha, tomou a palavra. A realizadora agradeceu a todos os envolvidos que contribuíram para que mais uma edição do festival pudesse acontecer, e chamou toda a equipe do festival para se apresentar.

Para o ator Flávio Bauraqui, o festival representa um importante vínculo na sua carreira profissional. “Me sinto cada vez mais dentro de uma equipe. Hoje, meu ‘namoro’ com o Curta-SE já virou um casamento com várias facetas. Estou aqui hoje executando uma delas”, disse o ator bem humorado. Flávio adiantou que está dirigindo seu primeiro longa-metragem agora e espera poder exibi-lo na 12ª edição do festival, no ano que vêm.

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

 

Por Matheus Fortes

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Curta-SE 11 recebe pré-estréia de ‘O Jardim das Folhas Sagradas’

Filme participou da mostra de encerramento do festival / Foto: Victor Balde

O Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) exibiu na noite de encerramento a pré-estréia do longa ‘O Jardim das Folhas Sagradas’. O filme que será lançado comercialmente em todos os cinemas nacionais no dia 4 de novembro pode ser exibido com antecipação no Curta-SE.

O diretor, produtor e roteirista baiano Pola Ribeiro esteve presente no pré-lançamento do filme, juntamente com a produtora executiva, Solange Lima e com um dos atores principais, Harildo Déda, sergipano que mora na Bahia há quase 60 anos. “É super bacana estar aqui agora encerrando o Curta-SE. Esta é uma oportunidade de mostrar para as pessoas em primeira mão um filme que foi feito com muito carinho, durante muito tempo e que tenta dialogar de uma forma curiosa com as pessoas”, declara Pola Ribeiro.

A produtora Solange Lima, designada por Ribeiro como uma militante incrível do cinema brasileiro, declarou que o momento era especial. “Já sou freguesa do Curta-SE, acho que Rosângela Rocha é o exemplo de quem levou Aracaju e Sergipe para o Brasil como um todo. Foi neste festival que a gente conheceu a diversidade do estado”, disse Lima.

Diretor Pola RIbeiro estava presente na exibição / Foto: Victor Balde

O ator sergipano Harildo Déda, nascido em Simão Dias, também prestigiou o encerramento do Curta-SE. “Ator sem texto fica nervoso. Mas hoje é um encontro meu com as minhas raízes. Saí de Sergipe aos 12 anos para estudar em Salvador. Minha família está toda aqui e é um prazer e um orgulho muito grande estar aqui para mostrar o meu trabalho”, afirma o protagonista do longa.

Filme
As pessoas ficam atentas ao filme desde o começo, iniciado com a trilha sonora ‘Salve as folhas’, de autoria de Gerônimo e Ildásio Tavares, interpretada pela cantora Maria Bethânia. A película conta a história de um bancário negro bissexual, que vive em Salvador, casado com uma evangélica branca. Ele recebe a incumbência de montar um terreiro de candomblé no espaço urbano e se depara com alguns obstáculos. O filme trata de como conviver com as diferenças.

“Gostei muito do filme, é a primeira vez que eu venho ao Curta-SE e achei muito bacana a experiência. ‘O Jardim das Folhas Sagradas’ teve uma boa apresentação do candomblé, uma cultura que não é muito conhecida por nós, e retratou bem os conflitos existentes entre as religiões brasileiras”, relatou o advogado Valério César de Azevedo.

Ao final da exibição, Pola Ribeiro contou sobre a receptividade das pessoas presentes e um pouco da experiência de ver o filme sendo exibido aqui em Aracaju. “A experiência foi maravilhosa, estar aqui no festival para divulgar o filme é muito bom. As pessoas curtiram e reagiram positivamente”, afirma Pola.

O pré-lançamento do filme passará ainda por Salvador e Brasília antes de ser lançado nos cartazes em nível nacional. “Agora é cuidar do filme que vai entrar comercialmente e a gente vai poder soltá-lo no mundo”, finaliza o diretor.

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Thamires Nunes

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Documentário ‘Mulheres Mangabeiras’ retrata cultura de Sergipe

Filme foi exibido no Cinemark Jardins / Foto: Victor Balde

Para a abertura da noite de encerramento do 11º Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), foi escolhido o curta-metragem ‘ Mulheres Mangabeiras’, de Rita Simone Liberato e co-produção da Casa Curta-SE. Acompanhando a exibição do filme, no Cinemark, estavam presentes as protagonistas do filme, as catadoras de mangaba.

Através das histórias contadas pelas mulheres dos municípios da Barra dos Coqueiros, Estância, Indiaroba, Itaporanga D’Ajuda, Japaratuba, Japoatã e Pirambu, pode-se perceber os simbolismos, os cantos, as lutas e a buscas por uma vida mais digna. O vídeo convida a uma reflexão sobre as perspectivas de desenvolvimento para as comunidades rurais do Brasil.

Reconhecidas como Comunidade Tradicional, as práticas das mulheres que catam mangaba em nosso Estado é perpassada por conhecimentos de gerações passadas, heranças indígenas, conflitos sociais e saberes tradicionais.

Para Alicia Santana, presidente das catadoras de mangaba de Indiaroba, ter o documentário exposto no festival é muito importante. “Nós só temos a agradecer por essa oportunidade de mostrar nosso trabalho e nossa luta para todas as pessoas” declara. “A felicidade é enorme só de imaginar todas essas catadoras aqui, dentro de um shopping, no cinema para ver um filme. A primeira vez que tive contato com cinema foi com o festival, antes nunca tinha visto”, acrescentou.

Rita Simone ( ao centro) assina a direção do "Mulheres Mangabeiras" Foto: Arthur Soares

Para Patrícia de Jesus, catadora de mangaba e produtora do vídeo documentário, é muito importante que outras pessoas vejam o filme e percebam toda a verdade que existe em cada história exposta no vídeo. “Estou muito realizada com a produção desse curta, porque ele fala da minha vida, da vida de todas as catadoras. Trazer esse filme para o festival é uma oportunidade única de várias outras pessoas conhecerem um pouco mais sobre  nossa realidade” conta.

Rita Simone, diretora do documentário, diz que fazer o filme foi uma experiência muito importante, principalmente pelo aprendizado adquirido durante sua produção. “O filme é um grande possibilidade de aprendizado sobre meio ambiente, relação simbólica com a natureza, questões de gênero, além de trazer um contato com uma realidade muito distante da nossa que vivemos em grandes centros urbanos” explica a diretora.

Rita fala ainda da importância do Curta-SE. “Eu acompanho esse festival desde o início e tenho muito respeito pelo trabalho desenvolvido pela Rosângela Rocha [diretora executiva do Curta-SE] e fico muito emocionada com a oportunidade de trazer as catadoras para um espaço tão importante como esse, a maioria delas nunca estive em um cinema”.

Visão do Público

O público que saía da seção após ter visto o documentário se mostrou bastante satisfeito com a exibição. A administradora Fernanda Luize conta que já tinha ouvido falar sobre o filme e sua temática. “Achei uma idéia muito interessante, principalmente pela oportunidade de ouvir o que as mulheres catadoras têm a dizer. No filme, existem muitas questões para serem pensadas, como meio ambiente com a devastação da mangaba e formação da sociedade com as histórias de vida apresentadas” comenta.

Para Ildete Feitosa, atriz e educadora, o filme é uma forma de protesto. “É uma forma de chamar atenção para o que acontece na realidade daquelas mulheres, faz a gente refletir e promover discussões sobre essas questões, que são sociais” explica.

Ludmila Pacheco, professora de inglês, acha a iniciativa do filme maravilhosa por considerar a mangaba ‘a cara de Sergipe’. “A proposta do Curta-SE de trazer filmes como esse para grandes platéias é única. Se essas portas não fossem abertas, um documentário sergipano, provavelmente jamais seria exibido em uma sala de cinema”.

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Janaína de Oliveira

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Veja a lista de vencedores do Curta-SE 11

Vencedores dos prêmios / Foto: Arthur Soares

Confira a lista de ganhadores

Vídeos de Bolso

- Melhor vídeo de bolso (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.

Saltos Amazônicos – Lia Amim Igor Amim, Belo Horizonte (MG).

 

Vídeos

- Melhor vídeo (júri oficial): Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.

Traz outro amigo também – Frederico Cabral, Porto Alegre (RS).

- Menção Honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Número Zero

- Melhor ficção (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Trocam-se bolinhos por histórias de vida – Denise Marchir, Porto Alegre (RS).

- Melhor animação (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Involução - Marcelo Tannure, Nova Lima (MG).

- Melhor documentário (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Os últimos charruas – Alice Urbim, Porto Alegre (RS).

- Melhor vídeo (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.

Traz outro amigo também – Frederico Cabral, Porto Alegre (RS).

 

Curtas 35mm

- Melhor curta-metragem em 35mm (júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 5.904,80 em serviços (revelação de 20 latas de Negativos 16 ou 35mm) e Troféu Ver ou Não Ver.

A mula teimosa e o controle remoto –  Hélio Villela Nunes, São Paulo (SP).

- Melhor curta-metragem documentário em 35mm (júri oficial): Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original); Prêmio Cinerama Brasilis no valor de R$ 10.000 em serviços (locação de câmera digital ou 16mm) e Troféu Ver ou Não Ver.

A dama de Peixoto – Douglas Soares e Alan Ribeiro, Rio de Janeiro (RJ).

- Melhor curta-metragem de ficção em 35mm (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.

Eu não quero voltar sozinho – Daniel Ribeiro, São Paulo (SP).

- Melhor curta-metragem de animação em 35mm (júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 08h); Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.

O céu no andar de baixo – Leonardo Cata Preta, Belo Horizonte (BH).

- Melhor curta-metragem em 35mm com temática nordestina (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 5.000 e Troféu Ver ou Não Ver.

Janela Molhada – Marcos Henrique Lopes, Recife (PE).

- Melhor ator (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Osvaldo Rosa (Solene Simpatia) e Viny Azar (A mula teimosa e o controle remoto).

- Melhor atriz (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Miriam Martins (Dulce).

- Melhor diretor (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Beth Formaggini (Angeli 24H).

- Melhor curta-metragem em35 mm(júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.

Lápis de Cor – Alice Gomes, Rio de Janeiro (RJ).

- Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Lápis de Cor – Alice Gomes, Rio de Janeiro (RJ).

Procura-se – Iberê Carvalho, Brasília (DF).

Naiá e a Lua – Leandro Tadashi, São Paulo (SP).

- Menção especial (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Mantegna – Melo Viana, Curitiba (PR).

- Melhor Curta 35mm (júri popular): Prêmio Porta-curtas

O Céu no Andar de Baixo – – Leonardo Cata Preta, Belo Horizonte (BH).

 

Longas-metragens

- Melhor longa-metragem (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 10.000; Prêmio Nova DIgital (dez minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.

Riscado – Gustavo Pizzi, Rio de Janeiro (RJ).

A terra da lua partida – Marcos Negrão e André Rangel, Rio de Janeiro (RJ).

- Melhor atriz (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Karine Teles (Riscado).

- Melhor diretor (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Gustavo Pizzi (Riscado).

- Melhor longa-metragem (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.

Riscado – Gustavo Pizzi, Rio de Janeiro (RJ).

- Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Luz Teimosa – Luís Alves de Matos, Lisboa (PT).

 

Vídeos sergipanos

- Melhor curta-metragem sergipano: 1º lugar (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Estúdios Mega no valor de R$ 13.850 em serviços (finalização de Imagem de curta-metragem digital captado em resolução HD à 24 FPS com duração de até 20 minutos – veja detalhes aqui [inserir link para arquivo m PDF]); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.

Do outro lado do rio – Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, Aracaju (SE).

- Melhor curta-metragem sergipano: 2º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.

Xandrilá – André Aragão, Aracaju (SE).

- Melhor curta-metragem sergipano: 3º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.

Simbolique – Jamson Madureira, Nossa Senhora do Socorro (SE).

- Melhor curta-metragem sergipano (júri popular): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 8h); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e  Troféu Ver ou Não Ver.

Lembranças – Marlon Delano, Aracaju (SE).

- Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.

Peregrino – Josivaldo Oliveira Silva, Aracaju (SE).

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Vídeos sergipanos mais uma vez se destacam no Curta-SE

Exibição aconteceu na sexta-feira, 16 / Foto: Victor Balde

A penúltima noite do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) foi encerrada com um grito de “muito bom”, vindo do final da sala, depois da 2ª Mostra competitiva de vídeos sergipanos, no Cinemark Jardins. As exibições aconteceram nesta sexta-feira, 16.

O público pode contar com a exibição de sete vídeos produzidos por realizadores sergipanos. Estavam na competição ‘Entre a primeira e a última vez’, de Ítalo Lucas de Melo; ‘Vestígios pré-históricos do Cariri Paraibano’, de Vinícius de Souza Melo; ‘Peregrino’, de Josivaldo Oliveira Silva; ‘A Primeira Rosa’, de Luciana Oliveira; ‘Simbolique’, de Jamson Madureira; ‘Foi apenas um sonho’, de Eudaldo Júnior e ‘Lembranças’, de Marlon Delano.

A última noite de competição geral e segunda para os vídeos sergipanos foi prestigiada por realizadores, atores, produtores dos filmes e pelo público em geral. Eles se misturavam nas cadeiras da sala de cinema com os sentimentos de alegria, emoção, “frio na barriga”, expectativa e apreensão, assim como nas noites anteriores.

“Fiquei muito feliz por essa oportunidade de mostrar o meu trabalho no Curta-SE. Um evento que vem se consolidando, com 11 anos de exibições. Estou participando pela primeira vez, como atriz, e é muito importante para mim porque o festival tem uma visibilidade muito grande. É onde a gente pode mostrar o nosso trabalho para outras pessoas de fora”, declara Lidhiane Lima, atriz do filme sergipano ‘Entre a primeira e a última vez’.

Lidhiane Lima / Foto: Victor Balde

Os realizadores eram os que mais estavam apreensivos para ver a produção audiovisual sendo passada nas telas grandes e para sentir a reação da platéia. “É uma oportunidade muito boa de os diretores sergipanos poderem mostrar seus trabalhos na terra natal. É o segundo vídeo que produzo e o primeiro que faço totalmente sozinho, usando uma câmera fotográfica de 5 mega pixels de uma vizinha”, conta o diretor Eudaldo Júnior, de ‘Foi apenas um sonho’. Ele ainda relata que acha que foi selecionado por ter feito a produção com essa total independência e espera que as pessoas entendam a idéia principal transmitida na tela, que é a questão do abandono dos animais.

“Emocionante”. Esta é a palavra que define a última noite de competição para Marlon Delano, diretor de ‘Lembranças’, último vídeo exibido na telona. “Foi emocionante demais. A minha avó é a protagonista do filme. É a primeira vez que ela vem ao cinema e primeira vez que ela se assiste. Então estou muito emocionado mesmo. É a segunda vez que participo do Curta-SE, mas dessa vez, trouxe toda a família que mora no interior. Estamos todos apreensivos ainda”, declara Delano.

A fila no terminal de votação se formava na medida em que as pessoas saíam da sala ao término da última mostra exibida. A expressão nos rostos era de satisfação e vontade de dar uma opinião. “Gostei muito de hoje, foi uma noite diferente das outras, mais diversificada nas temáticas dos vídeos mostrados. Acho até que deveria haver uma noite inteira dedicada só para a competição de vídeos sergipanos. Assim, a votação seria mais justa, pois algumas pessoas que viram os curtas sergipanos na quarta-feira não vieram hoje”, disse o fotógrafo Josivaldo Oliveira.

A votação popular será apurada pela equipe do festival e a divulgação dos vencedores será neste sábado, 17, na cerimônia de premiação.

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Por Thamires Nunes

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Curta-SE descentraliza audiovisual com mostra em Estância

Mostras aconteceram em antigo cinema da cidade / Foto: Vinícius Fontes

Depois de realizar mostras informativas em Laranjeiras e São Cristóvão, o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) exibiu filmes nesta em Estância, a68 kmde Aracaju, nesta sexta-feira, 16. Foram projetados o curta-metragem ‘A mula teimosa e o controle remoto’, de Hélio Villela Nunes, e o longa ‘A guerra dos vizinhos’, de Rubens Xavier.

Além do público em geral, alunos da Escola Municipal João Nascimento Filho compareceram à sessão. “Filme é sempre educativo. E muitos alunos não teriam acesso a uma tela de cinema se não fosse isto aqui”, declarou Edilson Rodrigues Santos, diretor da escola. Ele também destacou a necessidade de educar para o audiovisual. “É de grande importância para o aprendizado dos nossos alunos hoje ter um conhecimento do que seja um curta, um longa-metragem”, afirmou.

‘A mula teimosa e o controle remoto’ é uma história muda da amizade entre dois garotos de realidades diferentes. Já o longa-metragem ‘A guerra dos vizinhos’ é uma comédia sobre uma família que entra em conflito com suas vizinhas e as inusitadas implicações judiciais da briga.

“Já é o segundo momento que eu participo”, disse a professora Marlene Conceição. “Para mim, divulgar nas cidades do Estado é muito válido. A gente mora no interior e com o trabalho do Curta-SE a gente passa a interagir”, constatou.  No ano passado, ela também foi conferir o festival em Aracaju.

Aurenitha Souza: "cultura é viva" / Foto: Vinícius Fontes

A secretária municipal da Cultura, Lazer e Desporto, Aurenitha Souza, a aposta na descentralização do cinema é um ponto positivo do evento. “Tem que descentralizar mesmo, mostrar que cultura é viva. Iniciativas como essa fazem com que a cultura seja difundida, dão às pessoas acesso ao teatro, ao cinema, à dança”, destacou a secretária.

Fora do circuito

Exibir filmes diferenciados e que não se encontra tão facilmente por aí. Para o assessor de comunicação da prefeitura de Estância,Washington Luís Santana, esse é um dos principais méritos das mostras do Curta-SE. “Aqui se vê filmes que as pessoas não acham com facilidade, filmes que trazem sempre um diferencial dos filmes do circuito comercial”, opinou.

“Tem coisas que você procura e não acha nas prateleiras, nas locadoras”, afirmou o diretor Edilson Santos. Para ele, é papel da escola apresentar esse material que, mesmo hoje em dia, o estudante não tem a oportunidade de ver. “Esses filmes têm uma cultura que não deve ser esquecida nem pelas escolas públicas, nem pelas particulares”, concluiu o diretor.

Realização

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Por Ricardo Costa

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‘Luz Teimosa’ encerra mostras competitivas de longas do Curta-SE 2011

Filme foi exibido na 5ª mostra de longas / Foto: Victor Balde

Qual a importância de se enxergar a poesia ao todo seu redor? Em ‘Luz Teimosa’ – filme português exibido na 5ª mostra de longas do Festival Ibero-americano de Cinema Sergipano (Curta-SE) –, o espectador tem a chance de conhecer Fernando Lemos. Fotógrafo, desenhista e poeta português, Lemos tem o dom de ver a arte se propagar pelo ambiente, os objetos e nos mínimos elementos da natureza. A exibição aconteceu nesta sexta-feira, 16, no Cinemark.

O longa dirigido por Luiz Alves de Matos mostra um pouco de sua trajetória, desde quando o artista saiu de Portugal, ainda nos anos 1950 e foi morar em São Paulo, onde permanece até os dias atuais. O cineasta permite que o público conheça um pouco da rotina de Lemos, a relação com os filhos e amigos mais próximos.

No entanto, o aspecto mais importante de ‘Luz Teimosa’ reside nas reflexões do fotógrafo. Visivelmente abatido pela velhice, Fernando Lemos transcende o tempo através da suas poesias, mostrando o caminho do homem que aprendeu com o passar da idade.

Para o cineasta Luis Alves de Matos, o mais interessante do seu projeto foi explorar melhor o estilo sob o qual se apoia todo o filme. “Eu gostei de questionar o que existe ainda de válido no movimento surrealista: o humor negro, a vontade de criar uma sociedade igualitária e, a ideia de sonho como veículo prioritário para a libertação da condição humana. Ao contrário dos movimentos neo-realistas e existencialistas, o ‘amor louco’ e a libertação do homem tornaram-se mais atuais que nunca. É refletir sobre a questão emocional e cultural que divide e une os nossos dois países”, esclareceu.

Lucas Zuanazzi: relato de vida bem real e sincero / Foto: Victor Balde

O bacharel em Direito Lucas Zuanazzi assistiu à obra e se impressionou bastante com a trajetória do fotógrafo. “Achei um relato de vida bem real e sincero. O filme não usa de artifícios nem sensacionalismo algum para contar a história. E foi mais interessante, porque até então eu desconhecia qualquer coisa sobre ele”, disse.

Realização

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Mostra competitiva de 35mm abre penúltima noite do Curta-SE

Foto: Snapic

A quinta noite do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) começou com a exibição de mais uma mostra competitiva de curtas 35mm.  Os filme que compuseram a mostra foram ‘O contador de filmes’, de Elinaldo Rodrigues, ‘Náufragos’, de Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha, ‘Naiá e a Lua’, de Leandro Tadashi, ‘Lápis de cor’ de Alice Gomes e ‘Cinderela’, de Magali Magistry. As exibições aconteceram nesta sexta, 16, no Cinemark.

A abertura da sessão foi feita, mais uma vez, pelo mestre de cerimônias do festival, o ator gaúcho Flávio Bauraqui. Após os filmes, o mestre de cerimônias convidou os para fazer as considerações sobre seus trabalhos.

A realizadora do filme ‘Lápis de Cor’, Alice Gomes, agradeceu ao Curta-SE pela oportunidade de divulgação do seu filme e parabenizou a coragem de exibição de curtas infantis junto aos curtas adultos. “O Curta-SE é um festival me proporcionou uma felicidade imensa quando selecionou o meu filme. Eu já conhecia o festival porque ele tem um prestígio muito grande no meio, já conta com 11 edições e é um festival sólido” declara Alice.

Elinaldo Rodrigues / Foto: SNAPIC

O diretor do filme ‘O contador de filmes’, Elinaldo Rodrigues, conta que seu filme é um documentário que sintetiza um pouco a paixão pelo cinema sob a ótica do cinéfilo Ivan Cineminha. “O Ivan é uma pessoa que aprendeu a gostar de filmes em um cinema improvisado, no interior, acho que muita gente se incluiu nessa classe inclusive eu. E o Curta-se é hoje também um facilitador dessa classe, já que em suas edições também leva o cinema para o interior e outros locais fora do cinema” diz

Aprovação do público

Ao final das seções o público se dirige às mesas alocadas na saída das salas de cinema para votar e se mostraram satisfeitos com os filmes exibidos. “É muito legal ter a oportunidade de estar conhecendo a nova geração de diretores que está surgindo. É também uma oportunidade boa para os sergipanos terem contato maior com o universo audiovisual”, comenta o estudante Bruno Silva.

Para o estudante de Direito Luan Matheus, a iniciativa do Curta-SE de trazer sempre novos filmes para exibições com preço acessíveis é muito importante. “É uma forma de ampliar a cultura no Brasil, dar espaço para que novas produções venham à tona” conta.

A psicopedagoga Cristina Moraes enxerga o festival como uma grande oportunidade para a sociedade sergipana reconhecer o poderio da sua arte. “Acho o Curta-SE uma iniciativa fabulosa, a sala está cheia, as pessoas se interessam. Nós só temos a ganhar com projetos como esse. Cultura é sempre cultura, parabéns e vida longa ao festival”, fala a psicopedagoga.

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’AFilm, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Noite Mix destaca expressões culturais de Sergipe

Mais uma vez a Feira Mix integrou a programação do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE). A feira, que aconteceu nesta quinta-feira, 15, no Bar Abrolhos, é conhecida por propagar a diversidade cultural.  O evento contou com a mostra Curtas Mix SE 2011, o cortejo de grupos folclóricos de Laranjeira e Estância, exposição de produtos artesanais das catadoras de mangaba, além do show de forró da banda Fogo no Beco.

“A Feira Mix agrega a expressão artística de dois municípios do interior, que já são parte do Curta-SE. Laranjeira e Estância, além de São Cristóvão, sediam mostras do festival. Juntamos também a exposição dos produtos artesanais produzidos pelas catadoras de mangaba. A feira foi um encontro de resultados, novas possibilidades e quem sabe possibilidades de novos frutos”, ressaltou a produtora executiva do festival, Deyse Rocha.

A Feira Mix tornou-se também um palco para a divulgação das várias expressões culturais que o estado de Sergipe reúne. A fundadora do grupo Batucada Buscapé de Estância, Maria Josefa, adorou mostrar seu trabalho aos realizadores e ao público em geral.

Foto: SNAPIC

Foto: SNAPIC

“Já estou no terceiro ano de festival. Nosso grupo é composto de 40 pessoas com as mais variadas idades e que brincam como se fossem todas crianças. É por isso que eu me sinto muito feliz em poder apresentar a batucada de Estância mais uma vez aqui no Curta-SE”, afirmou dona Josefa.

Segundo a coordenadora do grupo Reisado Benjamin de Laranjeiras, Marileide Pinto, essa foi a primeira de muitas apresentações. “Eu venho brincando desde menina, e fui crescendo no reisado. Nosso grupo já se apresentou em Aracaju várias vezes, mas a primeira vez que a gente participa de um festival de cinema. Aqui é bom, pois a gente pode virar personagem de filme também. Adorei participar e ano que vem quero de novo”.

Catadoras de Mangaba

Foto: SNAPIC

Foto: SNAPIC

Contribuir para o fortalecimento e sustentabilidade das comunidades de extrativistas de mangaba. Esse é o objetivo do projeto ‘Catadoras de Mangaba: gerando renda e tecendo vida em Sergipe’. O projeto também fez parte da Feira Mix com exposição das peças artesanais de palha como também dos doces produzidos da mangaba.

Para a coordenadora, Mirsa Leite, participar do Curta-SE é dar visibilidade ao trabalho das catadoras. “Toda a equipe vê como uma grande oportunidade das catadoras serem vistas e ouvidas com a nossa participação no festival, seja mostrando os produtos que as mulheres produzem, seja com a exibição do nosso documentário ‘Mulheres Mangabeiras’ no dia do encerramento. O Curta-SE já é um festival consagrado nacional e internacionalmente. Para nós é uma grande honra fazer parte da programação”, agradeceu Mirsa.

Segundo a presidente do movimento das catadoras de mangaba de Sergipe, Patrícia de Jesus, parcerias e apoios como o do Curta-SE são essenciais para a divulgação da cultura do estado. “Por muito tempo nós ficamos no anonimato. Ninguém sabia o que eram catadoras de mangaba. Mais do que nunca essa é uma oportunidade divulgarmos o nosso trabalho artesanal de cestas de palhas e produtos derivados da mangaba. O apoio deste festival está sendo maravilhoso” disse, Patrícia.

 Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Curta-SE leva telas de cinema para a cidade histórica de São Cristóvão

A sexta Mostra Informativa de curtas, intitulada Curta os Brasileiros, e a sétima Mostra Informativa de curtas e medias – Mostra Fest’Afilm – do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-se) foram apresentadas na Biblioteca Pública Municipal Senador Lourival Baptista em São Cristóvão. A biblioteca é localizada na Praça São Francisco, que em 2010 foi eleita patrimônio cultural da humanidade, no município de São Cristóvão.

Edmilson Celestino / Foto: Vinicius Fortes

Para o professor Edmilson Celestino, o Curta-SE dá uma contribuição enorme para a sociedade quando possibilita o acesso aos filmes. “A mostra de filmes é uma grande possibilidade para as relações sociais, em especial para aquelas pessoas que não têm oportunidade de ter contato com essa realidade pelos meios comuns. O cinema possibilita o acesso para novas divagações filosóficas” explica o professor.

A estudante Irene Gabriela se diz muito contente por estar participando de mais uma edição do Curta-SE, desta vez, na própria cidade onde mora. “Já participei em outros anos, na UFS, no cinema, é bom poder vir assistir aqui no interior também. Acho muito importante que existam iniciativas desse tipo, a população interiorana agradece”, conta a estudante.

O professor de Cultura Brasileira Nilson Santos vê a iniciativa do Curta-SE como uma possibilidade de fazer com que os alunos entrem em contato com outras culturas. “Com os filmes e esse contato com diferentes culturas, nossos alunos aprendem a respeitar mais a própria cultura e ao mesmo tempo se tornam mais curiosos, o que os impulsiona a buscar novos conhecimentos” declara Nilson.

Foto: Vinicius Fortes

Os filmes exibidos durante a primeira mostra foram ‘Pode Piorar’, de João Tenório; ‘SambaTown’, de Cadu Macedo; ‘Bob Lester’, de Hanna Godoy e Mariana Penedo; e ‘Feliz Desaniversário’, de Fábio Souza. Na segunda mostra foi exibido um filme francês, gravado no Brasil, intitulado ‘Vida de Mandingueiro’, de Mathias Monarca e Cécile Bennegent.

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Educação e cinema tomam conta do Curta-SE 11 no Sesc

Auditório do SESC / Foto: SNAPIC

A 11ª edição do Festival Iberamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) levou para o Sesc Cento a exibição da 7ª Mostra Informativa de longas e a 2ª Mostra Competitiva de Vídeos Iberoamericanos. As exibições, que foram exibidos nesta quinta, 15, foram marcadas pela presença dos alunos do curso Serviços de Restaurante e Bar do Centro Estadual de Educação Profissional José Figueiredo Barreto.

Aline Lisboa / Foto: SNAPIC

Trabalhar o cinema e a educação é uma das formas que o Sesc encontrou de levar o acesso à população informação. E a presença do Curta-SE 11 ajudou a fomentar mais essa vertente de trabalho da empresa. A representante do Sesc, Aline Lisboa, reafirmou a importância da a parceria entre essas duas instituições.

“Nós sempre buscamos fazer a ponte entre cinema e educação, trazendo escolas estudantes universitários. A parceria entre o Sesc e o Curta-SE está se mostrando forte no sentido de poder trabalhar o que a gente já tem aqui de projeto. As mostras são construtivas tanto para o Sesc, pois mostra que estamos na cena e no circuito audiovisual dando visibilidade ao trabalho desenvolvido aqui, quanto para o Curta-SE por ser mais uma forma de sociabilizar o acervo de filmes em outros espaços”, disse Aline.

Para a professora da matéria Cidadania e Sociedade do curso profissionalizante, Adriana Marcela, trazer os alunos para assistir os vídeos é uma oportunidade de fazê-los pensar sobre a sociedade em que vivem. “Já conhecia o festival e vi nele uma oportunidade de poder trabalhar toda a diversidade de temas como Direitos Humanos, criança de rua, indígenas que os curtas propõem junto com os meus alunos em sala. O Curta-SE também proporciona o acesso à cultura e ao lazer que são essenciais à sociedade hoje em dia”, ressaltou.

“Eu estou surpreendido com o festival”. Essa foi a resposta do estudante Romário Silva ao ser indagado sobre o Curta-SE 11. O jovem participou das mostras pela primeira vez a convite da professora Adriana e se encantou. “Eu não sabia que os curtas tratavam de temas tão atuais. Isso ajudará muito em sala porque poderemos colocar na balança os pontos positivos e negativos que os enredos das produções trazem para a sociedade em geral. Essa é a primeira vez e com certeza ano que vem quero participar também”.

A estudante Samara de Andrade participou pela primeira vez e aprovou o Curta-SE. “Estou achando muito legal. Nunca tinha assistido a curtas e gostei muito. O melhor será o debate que será feito em sala de aula porque ai cada um vai poder mostrar o que entendeu e o que achou das produções. O que eu mais gostei foi o ‘Número Zero’ porque ele mostra de verdade como as crianças vivem nas ruas”, afirmou Samara.

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Longa português conta história de um escritor que escreve seu destino

Filme foi exibido no Cinemark / Foto: Victor Balde

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) trouxe nesta quinta-feira, 15, uma pequena demonstração da filmografia portuguesa. Dirigido por Paulo César Fajardo, ‘Sonho de Verão’ narra a jornada de um escritor (interpretado por Carlos Gueria) em busca de inspiração para seu novo livro. No entanto a jornada foge aos limites da realidade, onde seus personagens ganham vida e onde o próprio escritor se vê parte da história que está criando.
À primeira vista, o enredo de Sonho de Verão pode parecer complexo demais. Porém, o longa-metragem português tem justamente o objetivo de estimular a inteligência do espectador, criando situações inusitadas dentro de um mundo metafórico por natureza (que é a mente do protagonista).
‘Sonho de Verão’ nasceu com a ideia de Paulo César Fajardo de contar a história do escritor que escreveria seu próprio destino. Ao se focar na ‘humanização’ dos seus personagens, o realizador percebeu que a obra acabaria sendo maior do que ele pretendia inicialmente – que era um curta-metragem.

Lucênio Carvalho representou o longa / Foto: Victor Balde

Segundo Paulo César Fajardo há muitas conexões com o público dentro de ‘Sonho de Verão’. “Julgo que todos nós em algum momento das nossas vidas, já vivemos algum dos dilemas pelos quais o Escritor está a passar no filme. Esta ligação entre a personagem e o espectador, ajuda-o a identificar-se com a narrativa”, disse Fajardo.

Jornada
A jornada do protagonista encontra reflexos impressionantes na caminhada do próprio Fajardo, para finalizar sua obra. A busca de inspiração do escritor não é tão diferente da busca de Fajardo ao escrever o roteiro do filme. “A inspiração é retirada de nós próprios e do mundo que nos rodeia. Alguns dos dilemas da personagem do Escritor são dilemas com os quais me identifico. Por isso o autor dificilmente consegue afastar-se da sua obra. Eu sou um pouco daquele personagem… ou será ele um pouco de mim?!”, brinca o cineasta.
Ao todo, a produção de ‘Sonho de Verão’ demorou 10 anos. Obstáculos como a mudança do ator principal no meio das filmagens e o envelhecimento natural dos atores ao longo de oito anos, foram alguns dos problemas que Fajardo e sua equipe precisaram contornar para ver o projeto finalizado. O cineasta também lembra o ganho de experiência, já que era apenas um estagiário da área quando seu filme engatinhava e um profissional formado, ao término da pós-produção.
Mesmo com impasses, Fajardo finalizou seu primeiro longa-metragem com satisfação: “Revendo todas as etapas e becos sem saída, sinto que todo o seu valor, reside no facto de ter sido rodado pelo puro prazer de criar algo. Hoje, este continua a ser o meu sonho: contar uma história”, encerrou o diretor.

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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‘Riscado’ é exibido na 3ª Mostra Competitiva de Longas do Curta-SE

'Riscado' foi exibido no Cinemark / Foto: Vitor Balde

Afinal qual a importância da sorte na vida profissional de alguém que está sempre se esforçando? Em ‘Riscado’, filme dirigido por Gustavo Pizzi, essa questão é abordada de uma maneira natural, mas nem por isso, menos sofrida. O filme foi exibido nesta quinta-feira, 15, no Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) no Cinemark.
Interpretada por Karine Teles, Bianca é uma atriz que vive de pequenos trabalhos, e, mesmo ganhando apenas o suficiente para manter-se e sofrendo críticas por todos os lados, persiste na atuação. Sua vida muda após fazer um teste para uma produção internacional. Inspirado pela própria Bianca, o cineasta da produção molda seu personagem construindo uma versão da própria Bianca.
A trajetória e persistência de Bianca que é vista no filme, encontra reflexos na produção do próprio filme, como comenta o produtor Cavi Borges. “Este é um filme feito com muito companheirismo e parceria. Seu orçamento é muito pequeno, mas nem por isso de má qualidade. Aliás, uma dica que dou para quem está começando a ingressar na produção cinematográfica agora é justamente fazer e não esperar por editais, patrocínios. Fazemos isso justamente para não cair na frustração de esperar até mesmo cinco anos para poder filmar um longa-metragem”, disse o produtor.

Cavi Borges: "é um filme feito com muito companheirismo" / Foto: Vitor Balde

A identificação também ocorreu por parte do público. “É muito interessante, pois o longa mostra a construção de um filme e a sensação de frustração quando algo que queremos muito não dá certo. Infelizmente, isso é algo comum na vida das pessoas, já que são muito poucos os afortunados que conseguem trabalhar com algo que gostam. Um aspecto interessante que me chamou a atenção foi o bom uso da trilha sonora”, falou o bacharel em design, Graziani Dias.

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal

Por Matheus Fortes

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Competição de Curtas 35mm abre quarta noite do Curta-SE

Foto: Victor Balde

A 3ª Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos abriu as exibições da quarta noite do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE). As pessoas puderam assistir a sete curtas-metragens, cada um com suas características e definições significativas próprias. As exibições aconteceram na noite desta quinta-feira, 15, no Cinemark Jardins

Os filmes participantes da competição foram ‘A Dama do Peixoto’, de Douglas Soares e Allan Ribeiro; ‘Janela Molhada’, de Marcos Enrique Lopes; ‘O Céu no Andar de Baixo’, de Leonardo Cata Preta; ‘Angeli 24h, de Beth Formaggini; ‘A Fábula da Corrupção’, de Lisandro Santos; ‘A Melhor Idade’, de Angelo Defanti e ‘Solene Simpatia, de Pedro Dell’Orto.

A abertura da sessão foi feita, mais uma vez, pelo mestre de cerimônias do festival, o ator gaúcho Flávio Bauraqui que, com sua descontração, convidou todos os realizadores dos curtas para falarem um pouco sobre cada produção audiovisual. “A gente agradece por estar num festival desse porte pela primeira vez. É muito bom poder mostrar nossa produção para vocês”, disse Leonardo Cata Preta.

O realizador Marcos Enrique exibiu um de seus trabalhos / Foto: Victor Balde

Mostrando a alegria e satisfação de estar exibindo o filme na terra sergipana, a diretora carioca Beth Formaggini fala um pouco da produção própria. “Estou muito feliz de estar aqui. ‘Angeli’ é um filme sobre um artista em crise. Podia ser qualquer artista, um pintor, um cineasta. No caso, é um cartunista que não está satisfeito com o que faz e quer mudar. Espero que vocês se identifiquem com a crise do Angeli”, declara a diretora.

O realizador Pedro Dell’Orto conta que o filme “buscou brincar com a ideia do gênero binário, homem e mulher. Tentou através do vestuário transpor essa ideia de gênero”. Confessando que o curta foi produzido dentro das condições financeiras possíveis, brinca ao revelar que o curta teve um orçamento abaixo de 100 reais.

Ao participar do Curta-SE pela segunda vez, num intervalo de 10 anos de uma exibição para outra, o diretor do segundo filme exibido na noite, ‘Janela Molhada’, o pernambucano Marcos Enrique Lopes conta um pouco da experiência de fazer parte da competição. “Faz 10 anos entre o meu primeiro filme e o segundo exibido aqui. Acho super importante que nesse período o festival tenha se firmado. É um gargalo que a gente tem quando se produz audiovisual no Brasil. Produzir e distribuir qualquer que seja o tipo de filme, é sempre uma conquista”, declara Lopes. Quando perguntado sobre a receptividade do próprio curta ele acha que foi uma dos mais bem recebidos na noite, por ter sido aplaudido duas vezes. “Estou super agradecido por ter feito essa segunda produção e ter conseguido chegar até aqui. É sempre bom ver o filme exibido e distribuído em lugares diferentes”, completa o realizador.

O público presente ficou satisfeito com as escolhas dos filmes que estão sendo exibidos pelo festival e sempre ao final das exibições fazem questão de votar. “Prestigio o Curta-SE desde que vim morar aqui em Aracaju e sempre que dá venho assistir às exibições. A seleção de filmes de hoje foi muito boa, gostei muito da animação ‘O Céu no Andar de Baixo’ e do documentário ‘Angeli 24h’, foi sensacional. Para mim, é o maior evento desse tipo aqui no estado. Motiva as pessoas que gostam de ver e quem faz esse tipo de produção”, afirma a engenheira Thaciana Yara Gomes de Medeiros.

Vindo pela segunda edição consecutiva, a estudante Evelyn França, diz que gostou de todos os curtas da noite, principalmente de ‘O Céu no Andar de Baixo’. “Os filmes exibidos aqui, por serem produzidos em vários lugares diferentes faz com que “viajemos” para todas essas histórias trazidas para a tela de cinema”, declara a estudante ao fazer a votação nos terminais do Curta-SE.

Ao final de cada exibição da noite, as pessoas podem dar notas às produções cinematográficas, participando do júri popular, através da votação eletrônica. Muito filme ainda participará das mostras competitivas nesse próximos dias de festival. A decisão final sairá no encerramento do festival, neste sábado (17).

Por Thamires Nunes

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Seminário ‘Sergipe Del Rey’ debate políticas audiovisuais e produção do estado

Seminário aconteceu no Sebrae / Foto: Victor Balde

O quarto dia de atividades do 11º Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) reuniu seis convidados do evento para um debate envolvendo tópicos do audiovisual. Tratava-se do Seminário ‘Sergipe Del Rey’, que foi também acompanhado por jornalistas, realizadores e estudantes. A discussão aconteceu nesta quinta-feira, 15, no Sebrae.
A roda de conversa foi composta por João Baptista Pimentel Neto, presidente do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC); Sílvia Prado, responsável pela Mostra UPto3 de micrometragens; Carlos Eduardo de Aguiar; representante do Circuito Fora do Eixo; Amilton Pinheiro, editor da Revista Brasileiros; Maria do Rosário Caetano, pesquisadora e jornalista do boletim Almanaque; e Tony Viegas, representante dos Estúdios Mega, de São Paulo.
Os temas em pauta – realização audiovisual, crítica, desafios da transmídia, estratégias de direito autoral – prometiam uma discussão instigante, o que foi confirmado com o rumo proposto por Maria do Rosário Caetano no início do seminário. “Vamos iniciar escutando os realizadores”, sugeriu, dando voz aos diretores presentes na sala. A partir daí, a conversa abordou também a estrutura, a produção e as políticas culturais para o audiovisual em Sergipe.

Debate incluiu temas variados do audiovisual / Foto: Victor Balde

O jornalista e diretor Anderson Bruno afirmou não procurar uma separação entre as duas profissões. “A crítica tem muito de entender como o realizador trabalhou. Quanto mais você tenta entender isso, melhor a crítica”, disse Bruno, que também é presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Sergipe (ABD/SE). Segundo ele, o cenário audiovisual em Sergipe já não é tão recente. “Mas era algo que morria e ressuscitava. Só nos últimos dez anos é que houve um chacoalhamento maior da cena”, descreveu.
Thiago Hora, membro da ABD/SE, morou em Pernambuco e relatou a experiência de poder comparar o setor desse estado e Sergipe. “Existem alguns entraves aqui. As pessoas têm dificuldade em trabalhar em algo que não é a própria direção. É um processo muito cansativo”, afirmou.
Para Maria do Rosário Caetano e João Baptista, esse é um problema do Brasil inteiro. “A gente vai viver ainda muitos apagões de produção. Todos falam de ‘uma câmera na mão e uma idéia na cabeça’, citam Glauber Rocha, mas ele mesmo escreveu muito antes de pegar a câmera. As pessoas hoje parecem não entender isso”, declarou Baptista.
“É uma questão nacional. O Brasil tem uma tradição em formar diretores e uma carência de produtores e de formação de quadro técnico”, informou Rosário Caetano. Ela ressaltou a qualidade dos investimentos em Pernambuco, destacando iniciativas como a da Fundação Joaquim Nabuco, que fica em Recife.

Políticas públicas
E é de políticas estruturadas que o audiovisual sergipano precisa. Essa é a opinião de Rosângela Rocha, diretora executiva do Curta-SE. “Eu penso que Sergipe precisa fazer o dever de casa para fomentar a produção e a difusão. Temos que pensar em políticas estratégicas governamentais, pensar grande. É preciso formar o cidadão para o audiovisual”, disse.
Para Baruch Blumberg, estudante de Audiovisual e idealizador do Festival Universitário de Cinema de Sergipe (Sercine), é necessário atentar para as obrigações do Estado – inclusive em despertar a demanda. De acordo com ele, foco e organização são essenciais para levar adiante o cenário cultural. “A cadeia de cinema evolui de forma conjunta. É preciso articular com outras secretarias, como a de Educação, e se organizar. Sergipe só vai se fortalecer quando todo mundo for para um lugar só”, opinou o estudante.
“A gente tem que entender que, para botar a coisa para funcionar, vamos ter que inventar as ferramentas. Acho que essa é a hora de fazer isso. A tecnologia digital dá essa possibilidade”, disse Carlos Eduardo de Aguiar. Ele trouxe ao seminário a experiência do Circuito Fora do Eixo, uma rede formada por produtores que busca difundir artistas e projetos culturais. Aguiar também destacou a importância de trocar experiências com gente de outros lugares para compartilhar ferramentas de difusão.

Transmídia e propriedade intelectual
Durante a discussão, a produtora Sílvia Prado apresentou a transmídia como uma das maneiras de engajar o público. “A gente tem como mostrar os produtos de uma maneira aberta e dar visibilidade aos projetos”, disse. O processo de transmídia descentraliza a autoria de um projeto para dividir seu conteúdo por diversas mídias, criando uma narrativa espalhada por várias plataformas de comunicação, como a televisão e os quadrinhos.
João Baptista finalizou o seminário com um comentário sobre tecnologia digital e direitos autorais. “Com o digital, o debate sobre direito de propriedade intelectual ganhou muita força”, afirmou. Segundo o presidente do CBC, a legislação brasileira precisa melhorar nessa área, principalmente no que diz respeito à arrecadação e à liberdade de exibição em universidades e escolas, por exemplo. “A cultura é o que move a civilização. A educação é instrumento da cultura”, concluiu Baptista.
Rosângela Rocha considerou o ‘Sergipe Del Rey’ um evento de resultados positivos. “A gente conseguiu colocar os temas da pauta em dia e fazer esse intercâmbio com as pessoas que vieram juntamente com os realizadores presentes. A avaliação é boa”, afirmou a diretora executiva.

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Ricardo Costa

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‘O Senhor do Labirinto’ é exibido no auditório da Universidade Tiradentes

Durante a manhã desta quinta-feira, 15, o Festival Ibero-americano de Cinema Sergipano (Curta-SE) exibiu novamente o longa-metragem ‘O Senhor do Labirinto’. O auditório da Universidade Tiradentes contou com a presença de trinta pessoas para conferir o filme que foi exibido na abertura do festival, na última segunda-feira, 12, no teatro Tobias Barreto.

Dirigido por Geraldo Motta, ‘O Senhor do Labirinto’ narra a trajetória do artista plástico japaratubense Artur Bispo do Rosário. Bispo foi responsável por fazer uma série de artefatos e roupas, com os mais variados objetos sucateados, durante os 50 anos em que viveu na Colônia Juliano Moreira (no Rio de Janeiro), após ser diagnosticado com esquizofrenia paranóica. Após sua morte, estes artefatos foram analisados por estudiosos que viram muitos elementos vanguardistas em sua composição. A obra de Bispo do Rosário se popularizaria no Brasil e no exterior, anos mais tarde.

A estudante de Psicologia Larissa Leite / Foto: Victor Balde

Bem explorado na pele do ator Flávio Bauraqui, Bispo do Rosário (ou ‘Seu Bispo’, como era conhecido dentro da Colônia ) é a figura mais ambígua de todo o filme. Embora o longa não explore os traumas que o teriam levado a insanidade, Bispo comprova não precisar disto já que é uma figura extremamente carismática. Mesmo inquieto e com visíveis dificuldades para argumentar – uma característica muito bem trabalhada por Bauraqui –, Bispo não enxergava suas obras como arte, mas sim como uma preparação para o julgamento final.

Seu trabalho artesanal chama a atenção dos funcionários e visitantes da colônia, aproximando Bispo do vigia Wanderley (interpretado por Irandhir Santos) e da estagiária Rosângela (vivida por Maria Flor). A obra do interno também populariza a Colônia Juliano Moreira, tornando Bispo do Rosário o morador que simboliza toda a instituição.

Impressões

Ao término da sessão, o público (formado por estudantes em sua maioria) aprovou a obra com muitos elogios e identificação. “Foi uma experiência muito boa, já que particularmente desconhecia a trajetória de Bispo do Rosário e que ele era sergipano. Acho que a produção do filme, com relação aos cenografia, a montagem, foram os aspectos que mais me chamaram a atenção”, disse o estudante de direito Johnata Felype.

Para a estudante de psicologia Larissa Leite, o aspecto que mais lhe chamou a atenção e com o qual mais se identificou foi a relação de Bispo com o vigia Wanderley. “Me identifiquei bastante, pois o Wanderley tem uma postura muito correta. Ele sabe qual a função dele dentro da Colônia, mas isso não o impede que interaja com os pacientes, conversando e respeitando os mesmos”, afirmou.

A estudante também destacou a importância de se exibir a obra em vários locais durante o mesmo festival. “É preciso conhecer mais da nossa cultura e nossa gente, pois muitos acabam sendo mais reconhecidos fora do estado de origem, como exemplo o próprio Bispo do Rosário. Fazer mais de uma exibição a forma para que mais pessoas tenham acesso e possam conhecer a trajetória dele”, finalizou.

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Curta-SE proporciona primeiro contato de cinema para alunos de Laranjeiras

Foto: Vinicius Fontes

Pouco a pouco, alunos e professores da rede pública de ensino e pessoas em geral começavam a ocupar todas as cadeiras do auditório Zizinha Guimarães na cidade histórica de Laranjeiras. Na noite desta quarta-feira, 14, o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) levou exibições de filmes para um público, que em sua maioria, teria o primeiro contato com o cinema ali naquele instante.

Pela terceira edição consecutiva, o Curta-SE dá extensão das exibições cinematográficas para Laranjeiras. “Poder levar para esses jovens que têm apenas conhecimento de televisão, uma oportunidade de acesso ao cinema é muito relevante para nós. Em mais um ano, é muito bom ter o Curta-SE como parceiro da prefeitura de Laranjeiras com essa visão de sempre trazer projetos culturais para a sociedade”, declara o secretário de cultura do município, Irineu Fontes.

A 5ª mostra informativa de médias e longas-metragens do Curta-SE 11 exibiu dois filmes: ‘Morte e Vida Severina em Desenho Animado’, do diretor Miguel Abreu Falcão, e ‘O Galinha Preta’, de Cibele Amaral. A primeira película exibida contou história da obra prima de João Cabral de Melo Neto transformada em desenho animado pelo cartunista pernambucano Miguel Falcão. Através das imagens de quadrinhos transformadas em 3D, as pessoas ficaram impressionadas com as expressões dos rostos sofridos dos personagens e com a história do retirante nordestino que tentava uma vida melhor no litoral.

Democratização

No primeiro contato com os filmes exibidos em tela grande, a estudante do 1º ano do ensino médio Otacília dos Santos achou muito interessante e se identifica com a história de um trabalhador que, assim como ela, é persistente em alcançar os objetivos. Aos 36 anos, a empregada doméstica estuda para ter uma vida melhor e também para poder dar exemplo às duas filhas de 12 e 14 anos. “Gostei muito desse projeto do Curta-SE de mostrar filmes para os alunos que não têm a chance de ir ao cinema. O filme me mostrou que não devemos desistir daquilo que queremos conquistar”, afirmou a estudante.

O segundo filme transmitido foi ‘O Galinha Preta’, da diretora Cibele Amaral. Comédia de ação que traça a história de dois amigos que tramam assaltar uma igreja evangélica em que um conhecido é o tesoureiro dela, com a esperança de irem morar em Salvador (BA). “Esse segundo filme exibido foi mais interessante para mim porque mostra a realidade da prostituição, do alcoolismo e das drogas em que a sociedade vive”, disse o estudante Alessandro Tauan de Campos Silva. Ele também declarou que era primeira vez que tinha contato com o cinema e considerou importante o acesso.

Com a finalidade de aproximar as produções audiovisuais dos estudantes, a coordenadora do Cineclube de Laranjeiras, Hildênia Santos Oliveira, vê fundamental importância em o Curta-SE exibir filmes diferenciados da realidade comercial. “Apesar de ser um município próximo da capital, as pessoas daqui não têm a oportunidade de ver produções com temáticas diferenciadas. Esse tipo de mostra permite que elas possam pensar e refletir sobre uma série de questões fundamentais para o desenvolvimento do jovem. Se não fosse essa oportunidade que o festival oferece, provavelmente eles não teriam esse acesso”, afirma a coordenadora.

Além dos estudantes, professores também prestigiaram as mostras informativas. “Utilizar o lúdico com o didático é muito importante para o ensino docente. O filme em si trabalha com a interdisciplinaridade. Esse projeto precisa acontecer mais vezes”, afirma a professora de História Madalena dos Santos Ferreira.

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Vídeos sergipanos se destacam na terceira noite do Curta-SE

Foto: Vinicius Fontes

Duas horas. Esse foi tempo suficiente para que se esgotassem todos os ingressos da noite de exibições do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) desta quarta-feira, 14. Um dos motivos para essa movimentação foi a 1ª Mostra Competitiva de Vídeos Sergipanos.

Rosângela Rocha / SNAPIC

A diretora executiva do Curta-SE, Rosângela Rocha, ressaltou esse sucesso incentiva a renovação das produções sergipanas. “Vejo com grande satisfação essa mobilização. Isso estimula os realizadores sergipanos. Essa grande procura é o resultado da vontade de se ver e se mostrar na telona, além de compartilhar o seu trabalho com o público local e com os convidados de outras localidades do Brasil e da Iberoamérica”, disse a diretora.

A presença maciça do público incita a competição entre os vídeos sergipanos, já que há premiação para o melhor vídeo sergipano escolhido pelo júri popular. “A competição é muito salutar. O reflexo foi a sala lotada para que votassem em suas produções. Cada produção estava fazendo a sua divulgação nas redes sociais e essa mobilização é muito gostosa”, lembra Rosângela Rocha.

Público

A sala de exibição do Cinemark ficou lotada de expectadores de várias idades e interesses. Eram amigos de realizadores, familiares, equipes técnicas, o público em geral, todos interessados em prestigiar a exibição de ‘Xandrilá’, ‘Do outro Lado do Rio’ e ‘Liah’.

Mara do Carmo de 57 anos fez questão de assistir a todos os filmes e de votar. “O que me trouxe aqui foi a vontade de ver minha filha que é a protagonistas de Liah e estou adorando a noite. Gostei muito das produções e principalmente de ver a sala lotada. É a primeira vez que venho ao festival e pretendo voltar nos próximos anos também”, afirmou Maria do Carmo.

A estudante de audiovisual Jéssica Araújo adorou ver sergipanos contemplando as produções locais. “Eu adorei as produções. Estão com um alto nível tanto tecnologicamente quanto em linguagem visual e produção. É a presença dessa multidão que se percebe que, dando acesso à população para assistir produções locais, o público comparece. Foi maravilhoso ver a produção sergipana sendo destaque da noite”, disse Jéssica.

A estreante no Curta-SE e estudante do ensino médio Ana Rosa atendeu a um convite e acabou adorando o festival. “É a primeira vez que eu participo do Curta-SE, vim a convite do professor Isaac Durado do filme Xandrilá e eu estou adorando. As produções nacionais e, principalmente, as locais estão muito boas. Estou surpresa com o nível dos sergipanos, pois as pessoas gostam de falar que aqui não tem produção audiovisual e hoje eu vi que tem sim”, bradou a estudante.

Realizadores

Para o diretor de Xandrilá, André Aragão, as produções audiovisuais são feitas para serem apreciadas. “Eu fico extremamente feliz em ver que o público sergipano saiu de suas casas para assistir às produções locais. Quem ganha com isso é o cenário audiovisual e o público presente. Fazemos o filme para ser visto e esse foi o resultado da noite”, lembrou Aragão.

A coordenadora geral do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, Graziele Ferreira, estava representando dois dos vídeos exibidos ‘Do outro lado do rio’ e ‘Liah’. “É a primeira vez que o Núcleo participa. Só de estar entre os selecionados já é uma vitória imensa. O festival cumpre o papel de dar visibilidade às produções locais”, ressaltou Graziele.

Apoio

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Segunda Mostra Competitiva de 35mm abre mais uma noite do Curta-SE

A terceira noite do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-se), no Cinemark, começou com a exibição da segunda Mostra Competitiva, que levou para as telas do cinema diversos curtas de 35mm Iberoamericanos. Os filme que compuseram a mostra foram ‘Procura-se’, de Iberê Carvalho; ‘A mula teimosa e o controle remoto’, de Helio Vilela Nunes; ‘Eu não quero voltar sozinho’, de Daniel Ribeiro; ‘Mantegna’, de Melo Viana; ‘Retrovisor’, de Eliane Coster e ‘Cerveja Falada’, de Guto Lima.

Flávio Bauraqui / Foto: SNAPIC

O Ator Flávio Bauraqui abriu a noite de exibições destacando a exibição de três filmes sergipanos que iriam ser apresentados ao final da noite. “A principal proposta do Curta-SE é dinamizar o cenário artístico e cultural de Sergipe, estimular o desenvolvimento e o mercado audiovisual local” declara o ator.

Na ocasião, os representantes dos curtas foram chamados à frente da tela de projeção do cinema para falar um pouco do seu trabalho. “Quero parabenizar o Curta-SE por ser um festival corajoso quando sai dos padrões e traz para mostras competitivas um filme infantil, que é tido em muito lugares como gênero inferior” comenta Fernanda Rocha, preparadora de elenco e representante do curta ‘Procura-se’.

Realizadores 35mm / Foto: SNAPIC

“É preciso agradecer ao Curta-SE, por nos dar a oportunidade e ter um filme de 35mm exibido no cinema, isso é uma coisa muito rara de se acontecer” conta a realizadora do filme ‘Retrovisor’, Eliane Coster. O realizador do filme Solene Simpatia, Pedro Dell’Orto agradece ao festival pela oportunidade e divulgação do seu trabalho. “O filme que eu inscrevi aqui traz uma nova proposta de cinema com poucos gastos, não gastamos nem R$ 100 para gravar o filme. Para mim é muito importante estar aqui participando e podendo mostrar uma nova possibilidade, que e o filme de baixo orçamento”.

Além do júri oficial, todos os filmes passam por votação popular. Para votar em cada uma das categorias é preciso dirigir-se até os terminais de votação que estão localizados na saída da sala de exibição com RG.

Devido a alguns imprevistos técnicos, ocorridos na noite anterior, os curtas 35 mm Dulce, de Iván Ruiz Flores, Solene Simpatia, de Pedro Dell’Orto, e El Cortejo, de Marina Seresesky, foram exibidos também na noite desta terça.

Realização
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Unit recebe mostras do Curta-SE 11

Foto: SNAPIC

O terceiro dia de Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) chegou ao campus Farolândia da Universidade Tiradentes com a 4ª Mostra Informativa de Longa e a 1ª Mostra Competitiva de Vídeo Iberoamericano. As exibições, que aconteceram nesta quarta-feira, 14, mesclavam temas como o amor, vida real, história e ficção que ganharam a aprovação do público.

O longa exibido foi ‘Copa Vidigal’. Já os iberoamericanos foram ‘Trocam-se bolinhos por histórias de vida’, ‘A musa da minha rua’, ‘Enfim sós’, ‘Traz outro amigo também’, ‘Retratos’, ‘Garoto Barba’ e ‘O vôo da papoila’

Melissa Warwick / Foto: SNAPIC

Para a turismóloga e fotógrafa Melissa Warwick, é preciso aproveitar toda a programação que o festival oferece. “O público não deve somente prestigiar os filmes da noite, mas também as mostras que acontecem pelo dia. Hoje quis prestigiar a mostra de vídeos iberoamericanos porque tinha um filme do Rio de Janeiro – terra natal da minha amiga que está aqui em Aracaju, além dela conhecer um dos realizadores. O Curta-SE está cada vez maior e mais profissional”, ressaltou Melissa.

 “A expectativa para essas Mostras foi amplamente superara”. Essa foi a classificação dada pela estudante de Jornalismo Ilmara Almeida para a tarde de exibições. “Escolhi participar do Curta-SE aqui na Unit por causa da proximidade. Como tenho aula à noite aqui na universidade, aproveitei para vir mais cedo e prestigiar o evento. O melhor do festival é ver as idéias de realizadores de vários lugares. Isso estimula às pessoas que são interessadas com o audiovisual”, afirmou a estudante.

Jurado

O responsável pela avaliação dos filmes da mostra competitiva José Agripino adorou o que viu. “Eu gostei muito da mostra competitiva de vídeo iberoamericano, principalmente porque todas as produções conversam com o público, de uma forma ou de outra os espectadores reagiam aos estímulos dos vídeos”, disse Agripino.

Além de jurado, Agripino também é realizador audioviasual e teve uma produção sua selecionada no Curta-SE 10, Poli Amor. “Eu vejo no Curta-SE um grande encontro de pessoas e onde muitas coisas acontecem. Essa comunhão de produtores e espectadores de vários lugares dialoga sobre as produções repercutindo o que é produzido no audiovisual brasileiro”, finalizou.

Realização

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Legenda descritivas garantem inclusão no Curta-SE 11

Adriana Tavares: "A iniciativa e a questão da inclusão social são importantíssimas” / Foto: Victor Balde

Uma das inovações do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) deste ano é a chamada Mostra Inclusiva. A exibição de filmes com legendas descritivas para pessoas com deficiência auditiva aconteceu nesta segunda, 14, no Sesc Centro.

Wolney Nascimento, técnico de cinema do Sesc, falou com entusiasmo da proposta que traz a Mostra Inclusiva. “É uma novidade muito interessante e bem recebida pelo Sesc, porque trabalha a formação de platéias diversificadas, a inclusão de várias camadas da população. Iniciativas como esta atentam para a diversidade social e também trabalham na divulgação do audiovisual em Sergipe”, afirmou.

Os filmes foram conseguidos através de uma parceria com a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), que enviou uma programação completa de cinema inclusivo. “Todos os filmes têm linguagem acessível, voltadas tanto para o público de pessoas com deficiência auditiva, como para o público em geral”, explicou Luana Vieira, coordenadora de Mostras do Curta-SE. “Os filmes são todos em animação e suas temáticas são bem bacanas, didáticas e acessíveis”, completou.

Dentre os seis curtas exibidos, estava ‘Como Surgiu a Noite’, de Andrés Lieben, que conta a versão mitológica dos índios Kaxinawá para o surgimento da noite. ‘O Anão que Virou Gigante’, do diretor carioca Marão, também foi apresentado aos espectadores.

A professora de educação infantil Adriana Tavares ressaltou a importância de eventos como esse do ponto de vista pedagógico. “A iniciativa e a questão da inclusão social são importantíssimas”, opinou. “Ainda temos dificuldade para trabalhar isso em sala de aula. Mas espaços como esse ajudam muito”, disse a professora.

Curta-SE 11: Territórios

Em uma edição do Curta-SE que discute temas como cultura digital, territorialidade e desterritorialização, promover na prática a inclusão social e a conquista de novos públicos através da tecnologia faz todo o sentido. “Hoje em dia, a tecnologia tem favorecido muito a acessibilidade. O festival quis aproveitar essa deixa”, comentou Luana Vieira.

Utilizar as possibilidades atuais para levar o cinema a novos lugares e pessoas é, assim, uma forma de descentralizar o consumo cultural. “Ao utilizar as novas ferramentas para que realmente todos os territórios sejam ocupados e as pessoas possam ser contempladas independentemente das limitações, a gente está fazendo a nossa parte”, concluiu a coordenadora.

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Festivalzinho possibilita acesso a crianças

Sessão ocorreu no Sesc Centro / Foto: Victor Balde

Na tela de exibição do auditório do Sesc Centro, uma programação de curtas selecionados para o público infantil; nos assentos da platéia, cerca de 50 crianças da Escola Municipal Otília de Araújo Macêdo, professoras e público em geral. Assim aconteceu o Festivalzinho, a mostra de curtas infantis que integrou a programação do 11º Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), nesta quarta, 14.

A estudante de Cinema Beatriz Vieirah veio da Universidade do Recôncavo da Bahia para prestigiar o Curta-SE pela segunda vez e aproveitou para conhecer o Festivalzinho. “Eu acho bacana porque o festival se expande e atinge todos os públicos. E assim atrai as crianças. É muito bom que eles tenham acesso ao cinema, à animação”, comentou.

“É uma iniciativa muito importante, já que muitas dessas crianças não têm a oportunidade de participar sempre de festivais e ir ao cinema”, destacou a auxiliar de suporte pedagógico Isabel Cristina Correia. Segundo ela, levar os alunos para fora da escola para ver filmes é uma chance de expandir as referências culturais deles. “Isso faz com que a criança amplie seu universo, ajuda a não restringir o ambiente delas à escola”, disse Correia.

Crianças de escola municipal compareceram em peso / Foto: Victor Balde

Para a preparadora de elenco infantil Fernanda Rocha, as mostras de filmes para o público infantil têm algo de especial. “É sempre uma diversão, uma felicidade. Eu gosto de ver a reação das crianças e acho que eles são a melhor platéia. Isso tem que existir nos festivais”, opinou. Fernanda trabalhou em ‘Procura-se’, filme de Iberê Carvalho que foi exibido no Festivalzinho e conta as aventuras de uma garota que perdeu seu cachorro.

A realizadora Alice Gomes, que dirigiu o curta ‘Lápis de Cor’ – premiado internacionalmente e exibido durante a sessão –, gostou de ver a sala repleta de meninos e meninas da educação infantil. “É uma sensação bonita, está cheio de crianças da escola. Acho que é uma faixa etária que vai gostar muito do filme”, afirmou a diretora carioca.

Crianças e adultos

Apesar desse foco infantil, Alice acredita que outros públicos também podem ser atraídos pelos filmes do gênero. “O bom filme infantil não fala só para a criança, ele fala para o adulto também”, enfatizou. O próprio ‘Lápis de Cor’ será exibido nas mostras competitivas de curtas 35mm do Curta-SE.

“O público adulto se diverte muito. Todo mundo já foi criança um dia”, comentou Fernanda Rocha. De acordo com ela, é natural que a arte apresente diversas possibilidades, principalmente quando o espectador se deixa levar. “O adulto esperto está sempre aberto para tudo”, disse.

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Por Ricardo Costa

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Curta-SE exibe ‘A Terra da Lua Partida’ na 1ª Mostra Competitiva de Longas

O longa conta a história da jornada de um nômade no Himalaia / Foto: Victor Balde

A jornada de um nômade no Himalaia para salvar sua gente foi a atração do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE). Dirigido por André Rangel e Marcos Negrão, ‘A Terra da Lua Partida’ acompanha Sonam, um velho aldeão que, sem alternativas para combater a mudança climática regional, parte para os grandes centros urbanos em busca de ajuda e respostas.

A caminhada de Sonam, embora nobre, é reprovada por vários conterrâneos. Ao que espectador pensa inicialmente, tudo está justificado pela tradição religiosa, já que, aquela localidade foi ocupada pelos ancestrais daquela mesma aldeia há muito tempo atrás. No entanto, quando um dos habitantes fala da dificuldade que os familiares passaram (e ainda passam), desde quando abandonaram a ruralidade para tentar uma vida urbana, não é difícil pensar que talvez fosse melhor para os desafortunados, terem ficado em seu local de origem.

O estudante de publicidade Tadeu Moraes / Foto: Victor Balde

Neste sentido, ‘A Terra da Lua Partida’  encontra claros reflexos na realidade brasileira. A caminhada de Sonam, e de tantos outros himalaios que tentam viver na cidade grande para fugir da seca não é diferente de um brasileiro rural, nordestino, que, vendo a seca destruindo seu lar aos poucos, não vê outra opção, senão arriscar todas as fichas para sobreviver, mesmo que tenha que sacrificar sua identidade cultural para isso.

Ao término da sessão, o filme causou boas impressões no público. O estudante de publicidade, Tadeu Moraes, também se mostrou comovido. “É interessante pensar, principalmente, como os realizadores que não estavam acostumados com a rotina daquela comunidade, precisaram se adaptar aos costumes daquela região, e passar até pelas mesmas dificuldades”, comentou o estudante.

Modificações

Devido a alguns imprevistos técnicos, os curtas 35 mm Dulce, Solene Simpatia e El Cortejo e o longa-metragem Aficionados não puderam ser exibidos nesta terça-feira. Os filmes serão exibidos ao longo da programação do festival.

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’AFilm, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Matheus Fortes

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‘O Senhor do Labirinto’ é debatido após exibição no Sesc

O debate aconteceu no Sesc / Foto: Arthur Soares

O filme ‘O Senhor do Labirinto’ foi exibido pela segunda vez na 11ª edição Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-se 11). A exibição aconteceu na tarde desta terça-feira, 13, no auditório do Serviço Social do Comércio (Sesc). O evento contou com a presença do diretor do filme, Geraldo Motta, e do protagonista Flávio Bauraqui.

O ‘Senhor do Labirinto’ é um longa-metragem que conta a história da vida e obra de Arthur Bispo do Rosário. Sergipano de origem simples, vítima de esquizofrenia, viveu assombrado por misticismos e alucinações. Durante os quase 50 anos de clausura na Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro), Bispo do Rosário produziu um acervo de bordados, estandartes e assemblages que hoje são destaque no cenário internacional das artes plásticas.

Diretor Geraldo Motta fala durante conversa / Foto: Arthur Soares

Para o diretor Geraldo Motta, a segunda exibição trouxe consigo um diferencial: sensibilidade advinda de um público mais jovem. “A exibição de hoje é muito especial para mim. O filme foi exibido em diversos festivais onde o público, em sua maioria, é formado por pessoas com pelo menos vinte anos. Hoje o filme é exibido aqui para alunos de ensino médio, isso significa que filme está em contato com outra visão” conta.
“Os mais jovem têm uma sensibilidade ainda não tão depurada, mas genuína e verdadeira. O aspecto positivo disso é a autenticidade desse olhar imaturo. Para mim, ao final, o aspecto é em maior parte positivo, preciso ver como é o contato com outros públicos. Além disso, os estudantes também ganham, na medida em que aprimoram a depuração cinematográfica que está em formação” explica o diretor.

Debate
Após a exibição do filme, houve um espaço para debate composto pelo ator Flávio Bauraqui, que interpretou Arthur Bispo de Rosário, e pelo diretor Geraldo Motta. Ambos falaram sobre o sentimento de fazer o filme, do compromisso, dos desafios e satisfação de estar exibindo o longa no estado em que foi gravado.
A estudante Mariana Monteiro acredita que é importante trazer obras como esta para o estado. “Já acompanho o Curta-SE há alguns anos. Sou cinéfila assumida e o que mais me chamou a atenção hoje, além da exibição da história de Bispo de Rosário, foi o debate com o diretor. Acho que a cultura sergipana precisa desse incentivo, trazer atores consagrados para contar sobre a vida dos nossos personagens é um ótimo começo” declara a estudante.
Thayza Darlen, estudante de Jornalismo, também compartilha a idéia de necessidade incentivo para fomento da cultura local. “Me interessei principalmente por se tratar da história do Arthur Bispo. Só conhecia um pouco do seu trabalho e ouvi falar da esquizofrenia. O filme seguido do debate me fizeram ter uma visão mais ampla e aprofundada sobre ele” conta.

Parceira
O Sesc reforçou os laços da parceria com Curta-SE e convidou 45 alunos da escola municipal Mario Trindade Cruz, sediada no município de Pirambu. A publicitária Aline Lisboa, que representou o Sesc, destacou a parceria. “Para o Sesc, esta edição do Curta-SE está sendo maravilhosa, já trabalhamos com cinema há três anos, com o projeto ‘Cine Olho’. Esse tipo de apresentação e debate só vem reforçar que as nossas ações estão ganhando notoriedade na cena audiovisual de Sergipe”.

Yasmin Rodrigues e Thainá Santos, alunas da escola convidada, falaram um pouco da experiência vivenciada. “Eu gostei muito de ter vindo aqui, de poder conhecer a história de alguém de Sergipe, que era de uma cidade muito próxima da minha” conta Yasmin.
Thainá explica que a professora já tinha contado um pouco da história do Bispo na sala e aula. “A professora falou sobre o filme e sobre a importância de conhecer a história do Arthur Bispo. Eu gostei muito de ouvir o diretor e ator do filme falando como surgiu a idéia e como foram as gravações. Também gostei muito do personagem, e algumas passagens, achei ele muito engraçado”.

Realização
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Janaína Oliveira

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‘Desconferência’ discute produção na era digital

Sérgio Melo / SNAPIC

Sala de oficinas da Casa Curta-SE, 13 de setembro, 10 da manhã. Cada qual com seu copo de café. Cláudio Prado, Ricardo Ruiz, Ricardo Brazileiro e Sérgio Melo iniciam uma conversa despojada – nomeada ‘Desconferência: (Pós) Cultura Digital?’ – que deu início às atividades do segundo dia do 11º Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE).

Produtor cultural e figura proeminente da contracultura, Cláudio Prado foi homenageado nesta edição do Curta-SE com o troféu ‘Ver ou Não Ver’, entregue na cerimônia de abertura do festival. Ricardo Ruiz e Ricardo Brazileiro são os responsáveis pela parte de Web TV das oficinas de Cultura Digital oferecidas durante o evento – a mesma que produziu as intervenções artísticas da primeira noite do Curta-SE, em 12 de setembro. O jornalista Sérgio Melo é quem comanda a parte de Web Rádio das oficinas.

Claudio Prado iniciou o debate com uma provocação. “Acho que se criou uma idéia do digital como fim e não como meio”, disse o produtor. Ele propôs que a análise do assunto fosse feita com um olhar que observasse as mudanças aceleradas pela cultura digital e a quantidade imensa de informações que ela proporciona. “O digital comprime o tempo e acelera a velocidade de compreensão”, prosseguiu.

A partir daí, os participantes passaram a discutir essa forma de compreender o mundo e a relação disso com temas tão diversas como o machismo, o processo industrial e o cinema, a crise da dívida dos Estados Unidos, o desgosto com o “sonho americano” dos filmes recentes de Hollywood.

Ricardo Ruiz / Foto: SNAPIC

Sempre em tom descontraído, a ‘desconferência’ chegou até a abordar questões menos materiais. “O que permite essa compreensão é algo também espiritual”, pontuou Ricardo Ruiz. E continuou explorando assuntos relacionados à cultura digital como a pirataria, o software livre, a gestão governamental da cultura, a inclusão digital e a arte.

“Eu acho que você pode ter uma experiência diferente no digital. Acho que abre caminhos não só para a arte, mas para o cotidiano”, afirmou Ricardo Brazileiro. Para ele, o fato de hoje podermos ter acesso a diversas experiências interativas é algo estratégico. “Vale muito a pena se aproximar disso e propor coisas diferenciadas”, disse. De acordo com Ricardo Ruiz, a experiência digital está relacionada a uma questão de linguagem. “O software é muito humano. Foi feito por alguém. Pra entender o seu algoritmo você tem que pensar na mesma sintonia do criador dele”, explicou o oficineiro.

Territórios

A jornalista Rosário Caetano estava presente durante o debate e aprovou o interesse do Curta-SE no assunto proposto. “Dos festivais que eu conheço, o Curta-SE é o que mais se preocupa com essa questão digital. Eu sou de outra geração, mas sinto que os jovens estão totalmente imersos nesse mundo. O Curta-SE avança no sentido de mobilizar os jovens”, contou. Caetano ressaltou a importância de o festival trazer um nome como Claudio Prado para o debate.

Segundo Prado, a questão da cultura digital e a temática do território, que é o foco da 11ª edição do Curta-SE, têm tudo a ver: “são dois temas de vanguarda. A cultura digital qualifica encontros e permite a retirada dessa idéia de centro geográfico”. O produtor disse ainda que ter a oportunidade de falar disso em Sergipe confirma essa lógica de descentralização.  “É a prova da potencialidade da cultura digital”, afirmou.

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Bordadeiras têm trabalhos expostos no 1º dia do Curta-SE

Réplicas fizeram parte da abertura do Curta-SE / Foto: Arthur Soares

Para acompanhar a primeira exibição em Sergipe do filme ‘O Senhor do Labirinto’, estiveram presentes, no Teatro Tobias Barreto, as bordadeiras responsáveis pela confecção das peças do artista sergipano, Arthur Bispo do Rosário, retratadas no filme. A exibição aconteceu na abertura da 11ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta–SE) na noite desta segunda-feira, 12.

No foyer do teatro, estiveram expostas réplicas das peças da obra de Arthur Bispo do Rosário, que viveu 50 anos num manicômio em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, diagnosticado como esquizofrênico. Durante sua estadia no Rio, o artista produziu uma arte ímpar destacada principalmente pela simplicidade de pontos de bordados que juntos formavam mantos, velas de barcos, roupas e outros objetos que hoje são avaliados como grandes obras de arte.

Para as confeccionistas das peças, que fazem parte de uma associação de bordadeiras no município de Laranjeiras, a experiência foi única e totalmente diferente da realidade em que viviam. Maria Valdelina, que trabalhou na confecção dos bordados e também das roupas utilizadas pelos personagens, conta que o trabalho sempre era feito com prazer. “Fico muito feliz de ter feito parte disso tudo, de ver meu trabalho nas telas do cinema, sendo reconhecido pelo estado a fora” conta orgulhosa.

Maria de Lourdes, bordadeira da associação, narra como foi participar desse momento. “Foi muito bom ter ajudado a reconstruir a história do meu povo, o filme fala de um sergipano, é importante que as pessoas conheçam o trabalho dele, que é muito bonito e bem feito”. A bordadeira fala ainda da possibilidade de conhecer ambientes novos. “Antes do filme, eu nunca tinha entrado em um cinema ou teatro, graças a ele já fui no cinema e agora estou tendo a possibilidade de conhecer um teatro” diz.

Gilda Santos, que também participou da confecção das peças e até atuou no filme, compartilha desses sentimentos, e conta com orgulho um pouco da sua participação. “Ajudei a bordar várias peças e também atuei no filme, bordando o manto para o ‘bispinho’, achei a experiência maravilhosa e muito divertida, vestimos roupas de época e arrumamos os cabelos de uma forma diferente”. Gilda tem 42 anos e que nunca tinha pisado em um teatro. “Fui ao cinema pela primeira vez somente depois que o filme ficou pronto, e agora estou aqui, no teatro, meu coração está pulando de ansiedade, quero saber como é lá dentro, esse momento é muito especial pra mim”.

Gilda ainda diz que o trabalho do artista sergipano, mudou sua vida. “Eu me apeguei tanto ao trabalho do Bispo com bordados, que hoje dou cursos, ensinando o bordado dele, em parceria com o Núcleo de Apoio ao Trabalhador (NAT), também bordo camisas, roupas de bebês e vendo, as pessoas gostam e compram muito, virou uma fonte de renda extra pra mim” explica.

Aprovação do público

O público a inciativa e se encantou com a beleza e originalidade das peças de Arthur Bispo do Rosário replicadas para o filme. Os administradores Marília Amorin e Cristóvão Souza vieram do município de Estância para prestigiar a mostra de peças e parabenizaram a iniciativa do Curta-SE.

“Eu estou gostando muito da exposição, está tudo muito bonito, não só as peças, a ornamentação também” conta Marília. Para Cristóvão, a história embutida nas peças é de extrema importância para o estado. “Ver essa história contada na forma de um filme que foi gravado, em sua maioria, aqui em Sergipe é um grande referencial para o nosso povo. É com grande alegria que estamos hoje aqui prestigiando nossa conterrânea, Rosângela, a coordenadora desse projeto maravilhoso que é o Curta-SE”.

O auditor fiscal da Receita Federal, Jorge César, se mostrou admirado com a semelhança entre as peças originais e suas réplicas. “Tive o privilégio de ver as peças do acervo de Arthur Bispo do Rosário na exposição dos 500 anos do Brasil em São Paulo. Quando cheguei aqui e vi essas peças logo perguntei a curadora da exposição se eram as originais, quase não acreditei quando ela me disse que eram réplicas, estão realmente muito parecidas”.

A professora Mirian Dantas aproveita para conhecer essa história, que até então, foi tão pouco difundida no estado. “Eu conhecia muito pouco sobre a história de Arthur Bispo, infelizmente nossa história e nossos personagens não são reconhecidos como deveriam, acatei essa oportunidade assim que soube que existiria uma exposição e a exibição do filme falando sobre a vida desse grande artista”, conta a professora.

Realização

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Por Janaína de Oliveira

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Intervenção artística abre a 11ª edição do Curta-SE

Estevão Andrantos fez a interpretação / Foto: Vinicíus Fontes

Nada como iniciar o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) de uma forma inusitada e reflexiva. Alunos da oficina de cultura digital – que foi realizado pela Casa Curta-SE – pensaram uma maneira interessante de fazer a atividade final do curso, de uma maneira que pudesse propor algo novo e diferente para a abertura do festival.

Pouco antes de a solenidade ter início, os estudantes devidamente caracterizados fizeram uma pequena encenação com peças de computadores e mídias sucateadas que estavam localizadas no hall do teatro. Sob os fortes gritos do estudante

Estevão Andrantos, que caminhava performaticamente em direção ao palco, a platéia silenciou por um longo tempo antes que os mestres de cerimônia finalmente dessem início ao evento.

Pouco depois da sua intervenção, Estevão, que é aluno de teatro da Universidade Federal de Sergipe contou como se originou a ideia de sua performance. “Os oficineiros Ricardo Brazileiro e Ricardo Ruiz queriam propor algo novo. Uma performance que fosse transmitida ao vivo, pudendo ser acessada por qualquer internauta do mundo. Dessa maneira, os outros dois estudantes que estavam me acompanhando, tinham câmeras estrategicamente colocadas em sua cabeça, enquanto eu fazia a interpretação”, afirmou o estudante.

Estevão completa que o objetivo era realmente provocar a platéia. “Eu coloquei no meu personagem elementos que diziam respeito ao Festival como um todo, levando em conta a sua temática e o aspecto da loucura que é abordado em ‘O Senhor do Labirinto’”, esclareceu.

A oficina sobre novos meios digitais foi ministrada por Ricardo Ruiz e Ricardo Brazileiro. Ambos são membros do Coletivo Sensitivo, um grupo de pesquisa originado em Aracaju, voltada para as novas utilidades da internet.

Apoio
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Por Matheus Fortes

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Jessie Evans contagia público na primeira noite do festival

Jessie Evans / Foto: Vitor Balde

A primeira noite de Festival Ibero-americano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) encerrou suas atividades com uma excelente apresentação musical. Jessie Evans mostrou todo seu swing para o público do Teatro Tobias Barreto. A norte-americana apresentou um pouco do seu mais recente trabalho, ‘Is It Fire’. Sua energia de palco fez a plateia presente deixar as cadeiras para dançar e cantar junto à cantora.

A apresentação de Jessie começou logo depois da exibição de ‘O Senhor do Labirinto’. A cantora entrou no palco com figurino bem estilizado, com um chamativo enfeite na cabeça que fazia referência à cantora e atriz luso-brasileira Carmem Miranda. Jessie abriu seu show com a canção ‘Sera El Fogo’ – versão espanhola da sua música ‘Is It Fire’ – e logo nos primeiros segundos de show, mostrou seu talento como multi-instrumentista, tocando saxofone, enquanto coreografava a própria canção.

A apresentação mudou de tom logo depois que a cantora desceu do palco e chamou a platéia para dançar. A interação de público e artista, sem a distância que separa a pista do palco, foi alcançada por Jessie. Tal energia também foi alcançada graças à percussão precisa de Debora Saraiva, musicista brasileira que está acompanhando a norte-americana pela sua turnê na América Latina.

Impressões

Logo após a apresentação, no hall do teatro, o público ainda comentava a performance da cantora. “Desconhecia totalmente o som dela. Foi uma surpresa agradável. Ela foi intensa mesmo na apresentação”, disse a estudante de administração, Luana Sampaio.

Já a estudante de enfermagem Cristiane Pimentel começou a se interessar por Jessie quando viu a programação do Curta-SE. “Eu realmente não conhecia nada, mas fui pesquisar alguns vídeos e achei que seria bem interessante ver ela tocando ao vivo”, admitiu a estudante.

A programação do festival continua até o dia 17, em várias localidades de Aracaju, além dos municípios de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão. Durante os dias do evento, acontecerão diversos shows.

Realização

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Por Matheus Fortes

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Curta-SE 11 tem abertura oficial com sucesso de público

Público prestigia abertura do Curta-SE / Foto: Arthur Soares

O sentimento de alegria e satisfação permeou a abertura de mais uma edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) que aconteceu nesta segunda-feira, 12, no Teatro Tobias Barreto (TTB). Antes mesmo do início da cerimônia, as pessoas se reuniram no foyer do teatro para apreciar a exposição das réplicas do artista plástico Arthur Bispo do Rosário. A cerimônia, apresentada pelo atores Flávio Bauraqui e Andréa Vilela, mostrou ao público o que virá nesses próximos cinco dias de festival.

“O objetivo de todos os espetáculos é ver as pessoas presentes. Vemos isso aqui hoje. Mais uma edição começa com número recorde de filmes inscritos e feitos para vocês que prestigiam o evento”, disse Rosângela Rocha, diretora executiva do Curta-SE. Com a certeza de que o festival terá o sucesso das edições passadas, Rosângela Rocha celebra com grandiosidade. “O Curta-SE 11 é uma prova de amor. Uma prova de amor, principalmente, ao povo sergipano”, exaltou.

Produtores, patrocinadores, realizadores e públicos misturaram-se nas cadeiras do teatro com a mesma vontade. O desejo de ver a realização de mais uma edição do Curta-SE ser feita com grandiosidade. “A cada ano que passa o evento se supera. Sei que em tempos de sociedade efêmera, só fica o que realmente é bom. Com o sentimento de já pertencer ao Curta-SE, afirmo que o festival já está consolidado, com seus 11 anos”, disse Tatiana Márcia Silva, representante do Banco do Nordeste.

Consolidando-se no panorama nacional cinematográfico e recebendo apoio de grandes incentivadores, o Curta-SE também contou em sua solenidade de abertura com a presença do gerente de Comunicação Social da Petrobras, Luiz Roberto Dantas. “São oito anos de parceria. Nesta edição, tudo se resume em 605 filmes inscritos. A união da terceira maior empresa de energia do mundo com o grande Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe com certeza dará bons frutos”, disse Luiz Roberto.

Da mesma maneira, a secretária de Estado da Cultura, Eloísa Galdino, que prestigiou a noite representando o governador Marcelo Déda, afirmou que se sente honrada em participar e patrocinar o Curta-SE. Para ela, o evento entrou no calendário turístico do estado. “Ao longo dos anos, o festival se fez com que haja a difusão e, principalmente, a produção do audiovisual em Sergipe. Parabenizo o Curta-SE de colocar nosso estado no cenário do audiovisual”, disse Eloísa Galdino.
“É com alegria de a Aperipê ser parceira do Curta-SE que afirmo que o festival se legitima nos territórios. Territórios sergipanos e de âmbito nacional”, disse Luciano Correia, diretor presidente da Fundação Aperipê.

Homenagem
Esse ano, o tema do Curta-SE é voltado para a (des)territorialização da cultura, focado no ativismo da cultura digital livre. Na noite de abertura, houve homenagem e entrega do troféu ‘Ver ou Não Ver’ ao produtor cultural Cláudio Prado.
“Sinto-me honrado em receber o prêmio e de ser convidado para participar desse festival, aqui em Sergipe. Homenagear a cultura digital é de extrema visão e coragem. Numa época, em que a cultura digital provoca medo atualmente, já que é uma nova realidade para o planeta e para o século XXI”, afirmou Cláudio Prado, ao receber o troféu das mãos de Rosângela Rocha. Ele que também veio representando o sociólogo Sérgio Amadeu e Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura que foram agraciados com o troféu.

Longa
No decorrer da solenidade, o público contou com a esperada exibição, pela primeira vez em Sergipe, do filme ‘O Senhor do Labirinto’, de Geraldo Motta. Longa que teve 95% das gravações feitas no estado. “O filme foi feito em Sergipe e, principalmente, feito pelos sergipanos. Das 120 pessoas que trabalharam no longa, 90 eram sergipanos. Então, é com grande emoção que trazemos a exibição desse longa para vocês”, discursou Geraldo Motta.

Contendo a emoção em todo o discurso, o diretor agradeceu a todos que participaram e que ajudaram na realização das filmagens. O filme conta a história de um sergipano de Japaratuba que se tornou mundialmente conhecido através de sua arte, produzida num manicômio do Rio de Janeiro. Local que permaneceu internado por quase 50 anos, com atestado de esquizofrenia. Bispo do Rosário produziu mais de 800 artigos de artes, entre assemblages e mantos.

O artista sergipano é protagonizado no filme por Flávio Bauraqui, que será o mestre de cerimônia do festival. “Tenho certeza que o Curta-SE 11 será uma festa. Tem muitos filmes excelentes que serão apresentados no decorrer desses próximos dias. Percebo aqui, coisas que já vi em outros festivais, como a seleção dos filmes que está muito boa. A cada ano que eu venho há um salto muito grande nas escolhas. A qualidade das produções locais dos curtas sergipanos estão muito interessantes”, ressaltou Flávio Bauraqui.

Ao acabar a exibição do filme, via-se nos rostos das pessoas a satisfação de assistir a um trabalho realizado por muitos sergipanos. “O filme foi muito interessante. Surpreendi-me com a história de um sergipano que foi tão inteligente e criativo. Tudo o que ele fez e criou ser mostrado na tela do cinema é muito satisfatório”, disse a artesã Maurina Pureza Fontes.

“A interpretação do ator, o roteiro e a fotografia do filme foram muito satisfatórios. Não conhecia a história de Arthur Bispo do Rosário, um artista de nossa região, e é bom poder contar com essas exibições que o Curta-SE traz para nós”, afirmou o estudante Luiz de Souza Neto.

O encerramento da primeira noite deu-se com a apresentação performática da cantora e saxofonista norte-americana Jessie Evans. Ao mostrar ao público uma apresentação nada intimista, exibindo-se com uma roupa em homenagem à Carmem Miranda e animando a platéia com seu estilo de música dançante, através da mistura caliente de ritmos sempre com o uso do saxofone. “O show de Jessie Evans foi uma alternativa interessante da organização do evento. Correspondendo à proposta do Curta-SE de sempre trazer algo novo para o público sergipano. Apesar da fronteira da língua, gostei muito da animação e da performance da cantora”, afirmou a jornalista Tarcila Olanda.

O festival segue até o próximo sábado. Contando com exibições de mostras informativas e competitivas nas cidades de Aracaju, Laranjeiras, São Cristóvão e Laranjeiras, com oficinas e shows de artistas sergipanos sempre ao final das exibições dos filmes. Confira a programação completa.

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O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Thamires Nunes

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Oficina de Cultura Digital trabalha com cobertura alternativa para o Curta-SE

Foto: Arthur Soares

A oficina de Cultura Digital II/Web TV e Web Rádio, que irá acontecer durante todo o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), iniciou suas atividades às 14h do dia 12 de setembro. As aulas foram ministradas pelo jornalista Sérgio Melo, que tem grande experiência em comunicação popular, sistemas de informação, softwares livres e montagem de rádios comunitárias.

Para Sérgio, o grande foco da oficina vai ser a cobertura alternativa, feita pelos alunos da oficina, do evento e a posterior divulgação do material na internet. “Hoje será o dia das apresentações, descobrir as experiências que cada um já teve com meios de comunicação, ouvir a expectativas”.

Expectativas essas que estão presentes nos participantes da oficina como o jornalista do Gazeta de Notícias, Cristiano Batista. “Espero que eu possa aperfeiçoar meus conhecimentos, principalmente com as ferramentas de software livre”.

Já o aluno de Jornalismo Rafael Lopes conta que veio para o curso para aprender tudo o que for possível.“Não conheço quase nada sobre o assunto, espero aprender aqui como implantar e administrar uma Web TV ou Web Rádio”.

Para a primeira aula, além das apresentações pessoais, Sérgio também espera nivelar o conhecimento dos participantes. “Vou ensiná-los a ligar o computador, encontrar os programas, como gravar, como utilizar os programas de edição e disponibilizar o material na internet, ao final, pretendo ensiná-los como criar uma rádio online”.

Segundo o oficineiro, nos próximos dias os participantes estarão mais autônomos. “A produção do conteúdo vai ser por conta deles, cada um cria sua pauta, grava e edita seu material. Quero que eles aprendam a fazer as coisas sozinhos, para que possam se virar depois. O espaço físico da casa vai ser só um ponto de apoio, para sanar dúvidas e debater alguns temas que farão parte da cobertura” explica. A oficina acontece até o dia 17 de setembro, das 14h às 17h.

Apoio

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Curta-SE exibe ‘O Senhor do Labirinto’ pela primeira vez em Sergipe

Flávio Bauraqui / Foto: Arthur Soares

Na noite de abertura da 11ª edição Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), a primeira exibição no estado de um longa-metragem produzido quase que inteiramente em terras sergipanas. Essa foi a proposta do Curta-SE 11, que trouxe nesta segunda, 12, o filme ‘O Senhor do Labirinto’ ao Teatro Tobias Barreto.

‘O Senhor do Labirinto’ conta a história do artista sergipano Arthur Bispo do Rosário. Descendente de escravos e diagnosticado como esquizofrênico, Bispo do Rosário foi internado aos 29 anos num manicômio em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Na instituição, produziu mantos, bordados e outros objetos que hoje são avaliados como grandes obras de arte.

Eloísa Galdino / Foto: Vitor Balde

 “O filme é tocante”, disse Eloísa Galdino, secretária de Estado da Cultura. “Ele mostra como um sergipano conseguiu produzir, dentro desse sistema fechado, uma arte que ganhou notoriedade mundial. É uma satisfação muito grande ver algo que consegue materializar essa trajetória belíssima de vida”, comentou.

Também estavam satisfeitos diversos sergipanos que colaboraram na produção e puderam vê-la em Aracaju. Segundo a atriz Diane Veloso, que assistiu ao filme em outras exibições, a noite de abertura do Curta-SE confere um sentido novo a ‘O Senhor do Labirinto’. “É muito diferente, aqui é minha cidade. E o fato de Arthur Bispo ser sergipano dá um orgulho gigante”, declarou Veloso.

O ator gaúcho Flávio Bauraqui, que interpretou o papel principal, não escondeu a admiração pelo artista de Japaratuba. “Chegou a hora do Brasil falar dos seus heróis: das pessoas que realmente fazem e contam a nossa história, que são referências para nós”, afirmou.

Irene de Jesus, da Associação das Costureiras do Bairro Pedra Branca, em Laranjeiras, esperava a ocasião com ansiedade. “É ótimo poder ver o filme aqui”, contou a figurante e bordadeira. “O trabalho foi muito produtivo. O bordado de Bispo é uma coisa encantadora, todo mundo se surpreendeu”.

Esse trabalho artístico do filme chamou a atenção da estudante universitária Priscila Reis. “Eles pegaram bem os detalhes. A direção de arte estava perfeita”, avaliou. “Poder exibir ‘O Senhor do Labirinto’ em primeira mão no estado foi uma oportunidade maravilhosa para o Curta-SE, assim como para os sergipanos que vieram aqui ver o filme”, disse Priscila.

De acordo com Deyse Rocha, produtora executiva do Curta-SE, a projeção aconteceu graças a uma proposta feita pela Casa Curta-SE à distribuidora Copacabana Filmes para que o público sergipano pudesse ter acesso ao filme durante o Festival. “Com o amadurecimento das conversações, surgiu essa possibilidade de fazer a exibição na abertura, já que ele nunca tinha sido vislumbrado aqui”, contou. A partir daí, a Casa entrou em diálogo com o Governo do Estado, que é co-patrocinador tanto do Festival como do longa-metragem.

Mudança de lógica

Para Eloísa Galdino, ‘O Senhor do Labirinto’ dialoga com uma nova forma do poder público interagir com produções cinematográficas. A secretária de Estado informou que o apoio à produção do filme estava ligado à participação efetiva das bordadeiras, dos artesãos e dos técnicos sergipanos. “Nossa intenção foi exatamente essa: mudar a lógica. Realizar essa mudança significava incluir a população local, e não simplesmente trazer equipamentos e mão de obra de fora”, acrescentou ela.

Geraldo Motta / Foto: Vitor Balde

 “Através do audiovisual não apenas podemos fazer cultura, mas também promover a inclusão social”, explicou Geraldo Motta, diretor do filme. “Eu só tenho a agradecer ao público e à sensibilidade das autoridades sergipanas, que entenderam isso”, afirmou. Segundo o realizador, o esforço da Casa Curta-SE em construir um evento de cinema fora do eixo Rio-São Paulo também é digno de nota. “É uma tendência dos últimos anos que a produção audiovisual se descentralize. Uma ação como essa do Festival vai ao encontro disso”, comentou Motta.

‘O Senhor do Labirinto’ também será exibido durante o Festival, nos dias 13 de setembro (às 14h05, no Sesc Centro, em Aracaju) e 15 de setembro (às 10h, na Unit Farolândia, em Aracaju).

Realização

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Ricardo Gomes

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Curta-SE começa nesta segunda às 19h


Terá início nesta segunda-feira, a 11ª edição do Festival Ibero-americano de Cinema de Sergipe (Curta-SE). Os ingressos para a abertura foram esgotados no sábado. A festa tem início no teatro Tobias Barreto, a partir das 19h. O evento traz para Sergipe uma seleção variada de longas e curtas-metragens, além de experimentações audiovisuais, como os vídeos de bolso.

A abertura oficial contará com a entrega de troféus aos homenageados do festival. Logo após, será exibido o longa-metragem O Senhor do Labirinto, de Geraldo Motta, que narra a trajetória do artista plástico sergipano Artur Bispo do Rosário. Encerrando com chave de ouro a primeira noite do evento, a norte-americana Jessie Evans mostra toda sua mistura de punk rock, jazz e funk, ao público do teatro.

A partir de amanhã, 13, a programação do Curta-SE se espalha em várias localidades da capital sergipana. Confira a programação completa aqui.

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Sergipe (Curta-SE) acontecerá de 12 a 17 de setembro e terá 65 filmes participando das mostras competitivas. O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital,

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Diretora executiva do Curta-SE fala sobre as novidades da 11ª edição

O ano de 2011 será marcado por mudanças no Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe. O principal evento audiovisual do estado chega a sua 11ª edição, com muito fôlego e atividades. Uma das mudanças presentes no evento é a criação do prêmio do Júri Oficial na categoria de longas-metragens. Os filmes agora concorrem com o mesmo número de prêmios que as demais categorias. No entanto, a votação é apenas uma das novidades.

Rosângela Rocha / Foto: SNAPIC

A diretora executiva do festival, Rosângela Rocha, contou, com muito otimismo, os novos caminhos pelos quais o festival está passando na 11ª edição. “Teremos pela primeira vez um debate sobre a crítica cinematográfica e sua função na sétima arte”, comentou.

Este ano também será o primeiro ano em que o Curta-SE fará um intercâmbio com outro festival de cinema. “Em 2010, fomos ao Festival Lusófono e Francófono de Montélier apresentar as obras vencedoras do Curta-SE daquele ano. Interessados pela nossa iniciativa, os realizadores decidiram fazer o mesmo: este ano, algumas obras exibidas lá serão vistas aqui também” disse a diretora.

O festival contará, este ano, com a presença de Eliana Costa, gerente de patrocínio da Petrobrás e autora de ‘Jornada Digital’, livro que resultou de sua tese de mestrado.

Anos anteriores

Rosângela aproveitou para lembrar algumas, dentre as várias conquistas do evento. “Todas as edições tiveram algo de especial e singular, mas gosto de lembrar três ocasiões específicas: a primeira edição, quando houve um grande trabalho para fazer acontecer o festival e quando houve muita solidariedade do público e da produção, para que nossa obra viesse à tona. A quarta edição, em 2004, teve um momento muito especial que foi a exibição de filmes no Bairro Industrial, democratizando o festival e garantindo um maior acesso da população. Já a terceira ocasião foi a 10ª edição, marcante por ser a maior que já fizemos e satisfatória por vê-la pronta e dando certo”, declara a produtora.

Não é fácil organizar um festival de cinema, principalmente quando se está tão longe dos grandes polos do mercado. Dessa maneira, o Curta-SE é vitorioso não apenas pela sua longevidade, mas também por ter mudado a cara do audiovisual em Sergipe. “Há hoje maior mobilização em torno do audiovisual no estado. O cinema sergipano tem produzido cada vez mais e com qualidade mais significativa e o Curta-SE tem apoiado isso, promovendo mais oficinas e debates, estimulando o novo realizador”, disse Rosângela.

Territórios

A 11ª edição do Curta-SE optou por uma temática especial, que leva em consideração debates atuais e a própria programação do festival, que conta com obras de todas as regiões do país e fora dele. Segundo Rosângela Rocha, o tema ‘Territórios’ simboliza o debate sobre a cultura hibrida e digital. “O Festival esse ano objetiva levantar a discussão do melhor uso do direito autoral, sem desmerecer autor nem público, garantindo o acesso aos produtos de audiovisual levando-se em conta as leis vigentes. Essa edição traz a tona discussões afloradas, de forma democrática”, explicou. Ao trazer grandes novidades e variedade temática, o festival sergipano promete bem mais do que seu objetivo inicial no ano de 2011.

Festival

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Sergipe (Curta-SE) acontecerá de 12 a 17 de setembro e terá 65 filmes participando das mostras competitivas.

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Lounge Curta-SE 11 começa a atrair visitas do público

Foto: Arthur Soares

O lounge do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) já está funcionando. No estande, o público pode conhecer a programação do festival e trocar os bilhetes de entrada para as mostras que acontecerão no Cinemark. O estande está localizado no Shopping Jardins (entre as lojas Insinuante e Ricardo Eletro), com funcionamento das 10h às 22h.

“A parceria com o Shopping tem sido fundamental. O lounge, além de ser um espaço para troca de ingressos, é uma excelente maneira de divulgarmos nosso festival”, disse a produtora executiva do Curta-SE. Em seus primeiros dias de funcionamento, o estande do Curta-SE 11 já teve visitas de cinéfilos veteranos e de pessoas que não conheciam o evento.

Katiussia Silva

Katiussia Silva / Foto: Arthur Soraes

“É a primeira vez que participarei do festival e sei que com certeza ele vai me enriquecer culturalmente. Fui indicada a participar pela minha professora de Antropologia. É um espaço onde a gente vai poder aprender cada vez mais, através da programação que será exibida”, afirma a estudante de Pedagogia, Katiussia Silva.

No local, além da distribuição da programação, de folders e de panfletos, vinhetas são exibidas com o objetivo de despertar a curiosidade das pessoas que passam. Através delas, as pessoas conferem como foi o Curta-SE 10 e também o que virá nesta 11ª edição.

João Luiz Silva / Foto: Arthur Soares

“É bom ver que em Sergipe há mostras culturais desse porte. Já tinha ouvido falar no Curta-SE, ano passado, e pretendo participar dessa edição. É necessário que o público sergipano conheça e possa fazer parte de festivais como esse”, ressalta o assistente de escritório, João Luiz Silva, ao procurar informações no lounge, enquanto passeava no shopping.

Com uma ampliação cada vez maior dos públicos alcançados, em cada edição que passa, veteranos e calouros se misturam com expectativa para a abertura do evento. “Conheço o festival há algum tempo e acredito que ele está consolidado nas cenas do audiovisual em Sergipe e no Brasil. Prova disso é a programação que o Curta-SE 11 traz e os patrocínios conseguidos”, afirma Lucas Silva, estudante de Jornalismo.

Troca de ingresso

É também no lounge Curta-SE que os ingressos para as exibições das mostras competitivas que acontecerão no Cinemark Jardins serão trocados. As trocas começam na próxima terça, 13, sempre a partir das 10h até os ingressos esgotarem. Os bilhetes são trocados no dia de exibição do filme. Se a mostra acontecer no dia 14, por exemplo, a permuta será feita na mesma data. Um bilhete de entrada equivale a 2kg de alimentos não-perecíveis.

Apoio

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebra, Fest’A Film, Oceanário, Aruanã Eco Praia Hotel e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Jessie Evans visita o teatro Tobias Barreto e fala sobre seu trabalho

Vaidosa e espontânea, Jessie Evans aproveitou a tarde deste domingo, 11, para visitar o teatro Tobias Barreto. Ela se apresentará nesta segunda-feira na abertura do Festival Ibero-americano de Cinema de Sergipe (Curta-SE). A cantora independente norte-americana aproveitou para falar sobre seu trabalho, trajetória profissional, projetos futuros e sua primeira visita à Aracaju.

Jesse Evans / Foto: SNAPIC

Identidade musical

Embora já tocasse música desde criança, foi a partir dos 18 anos, que Jessie resolveu profissionalizar seu hobby. “Eu já estudava jazz na minha adolescência, mas como via as influências do punk rock nas ruas e noutros lugares que frequentava, disse a mim mesma: ‘É isso que eu quero, eu quero ter uma banda punk e quero tocar rock, pois é isso que eu amo, e que quero para minha vida’, daí, me mudei para San Francisco, na Califórnia, e comecei a tocar saxofone e baixo em várias bandas”, relatou a cantora, que tem como bandas preferidas a Warrior Queen, Alton Ellis, Mala Rodriguez e Mark Bolan + T-Rex.

Dentre todas as misturas musicais que compõe seu repertório, Jessie é uma artista que busca seu próprio estilo. “Gosto muito de combinar o funk, o disco e o punk rock, me identificando muito com eles. Além disso, procuro ser sincera comigo mesmo, ao inserir na minha música aquilo que vejo no mundo e nas pessoas, achando minha própria voz e estilo. Quero fazer com que o público se sinta interconectado e quebrar essa barreira que existe entre eles e o músico”, argumentou a cantora.

Ao sair dos Estados Unidos para a Alemanha, Jessie Evans também percebeu como o próprio sentimento da música mudou e se adequou ao seu trabalho. “Quando morava na Califórnia a música era mais agressiva, mais política. Talvez pelo clima de incerteza que é constantemente provocado nos artistas e na população em relação ao governo do país. Quando me mudei para Berlim, percebi uma sociedade mais evoluída e de bom convívio. Um lugar perfeito para explorar minha música e outros subjetivos que estavam mais próximos do meu coração”, conta.

Parcerias e novos projetos

A cantora independente está divulgando o disco ‘Is It Fire’, em sua recente turnê. Jessie aproveitou para falar da sua parceria com Toby Dammit – o baterista de Iggy Pop and The Stooges -, com quem gravou seu recente álbum e sobre a participação da percussionista paulista Debora Saraiva. “Toby é muito influenciado pelo jazz e pelo punk. Era justamente o tipo de energia que precisava para minha música. Além disso, ele é um grande amigo! Infelizmente, por conflitos de agenda, não poderá estar tocando com a gente, mas a Debora estará. Ela é uma ótima percussionista e dá um toque singular à música que faço”, comentou.

Com relação a seus novos projetos, Jessie quer fazer novas experimentações. “Pretendo usar segmentos do reggae music e quero também aproveitar para colaborar com outros colegas de profissão. É sempre um prazer fazer isso”, falou.

Cinema

A cantora também está contente e empolgada já que é a primeira vez que vem a Aracaju. “É uma cidade linda, com pessoas maravilhosas e receptivas, e uma praia igualmente bela. Acredito que tocar em um festival de cinema tem muito a ver com meu trabalho. Eu faço os videoclipes das minhas músicas e também já toquei em outro grande festival de cinema na Polônia”, admitiu a cantora que tem como filmes favoritos ‘Mulheres a Beira de Um Ataque de Nervos’, de Pedro Almodovar; ‘Satyricon’, de Frederico Fellini e ‘Fitzcarraldo’, de Werner Herzog.

Jessie Evans se apresenta na abertura do festival, que acontece no teatro Tobias Barreto às 19h, logo após a exibição do longa-metragem ‘O Senhor do Labirinto’.

Festival

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Sergipe (Curta-SE) acontecerá de 12 a17 de setembro e terá 65 filmes participando das mostras competitivas. O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

 

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Curta-SE divulga selecionados para Oficina de Cultura Digital

O Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) divulga a lista dos selecionados para participar da oficina de Cultura Digital II/Web TV e Web Radio. A oficina é uma continuidade de outra, que aconteceu no mês de agosto, a oficina de Cultura Digital/Web TV.

As oficinas têm como objetivo capacitar os participantes e produzir conteúdo para o festival. A proposta é mostrar que existem várias formas e possibilidades de se trabalhar com o audiovisual.

Os selecionados foram:

Arthur Pinto Ribeiro Silveira Almeida
Luiza Mariana Quaranta Lobao Bairral
Cristiano Batista dos Santos
Arthur Pinto Ribeiro Silveira Almeida
Thíagony Hellen de Jesus Santana Vieira
Elson Santos de Souza
Rafael Lopes de Andrade
Jorge Domingos dos Santos
Freder dos Santos Santana
luiz anselmo reis seixas
Eudaldo Júnior
Cristiano Batista dos Santos
Jary dos Santos Ferreira
João Paulo Evangelista Santos
Yuri Alves Vieira
Tácio Hugo Gouveia Costa

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Bandas sergipanas garantem programação variada no Curta-SE 11

O Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) une em mais uma edição as cenas do audiovisual e da música. O Curta-SE 11 além de exibir mais de 100 filmes, durante os seis dias de festival, entre mostras competitivas e informativas, apresentará vasta programação musical. Todos os dias, após os encerramentos das mostras, realizadores e público contarão com eventos festivos.

Neste ano, o público terá uma programação musical focada nas bandas sergipanas. A programação festiva contará com uma maior difusão da produção musical de Sergipe. “Mais uma vez o Curta-SE abre espaço para a inserção de bandas sergipanas no Festival, estimulando o aumento da produção e do mercado musical que há no estado”, afirma Deyse Rocha, produtora executiva do Curta-SE.

Na cerimônia de abertura, as pessoas prestigiarão a cantora e saxofonista californiana, Jessie Evans, em turnê pelo Brasil, que passará primeiro por Aracaju. No transcorrer dos dias seguintes, o público contará com bandas sergipanas já conhecidas no cenário musical como Cabedal, Falange, Grupo Intimidade, Fogo no Beco. Na noite de encerramento, o festival recebe as bandas Naurêa e Elvis Boamorte e os Boavidas.

As apresentações acontecerão no Teatro Tobias Barreto, no Oceanário de Aracaju (Praia de Atalaia) e no Bar Abrolhos (Praia de Aruana). O acesso para participar dos eventos é livre, com exceção da abertura, que é necessário o ingresso, trocado anteriormente por 2kg de alimentos.

O evento do dia 16 será realizado em parceria com o Festival Mangaba Instrumental, com a participação das bandas Coutto e Orchestra de Cabeça, Casa Forte, Ferraro Trio e Vendo 174. A entrada custará R$10.

Veja a programação completa dos shows:

Segunda – 12 de setembro

Teatro Tobias Barreto

21:30h Jessie Evans

Acesso: Credencial/ Ingresso (Trocado anteriormente nos dias 8 e 9)

Terça – 13 de setembro

Oceanário (Praia de Atalaia)

23h Falange

01h Cabedal

Acesso: Livre

Quarta – 14 de setembro

Oceanário (Praia de Atalaia)

23h Grupo Intimidade

Acesso: Livre

Quinta – 15 de setembro

Bar Abrolhos (Praia de Aruana)

00:30h Fogo no Beco

Acesso: Livre/ Credencial/ Convidados

Sexta – 16 de setembro

Oceanário (Praia de Atalaia)

Festival Mangaba Instrumental (A partir das 22h)

Coutto e Orchestra de Cabeça

Casa Forte

Ferraro Trio

Vendo 147

Acesso: Ingresso (R$ 10)

Sábado – 17 de setembro

Bar Abrolhos (Praia de Aruana)

23h  Elvis Boamorte e os Boavidas

01h Naurêa

Apoio
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Thamires Nunes

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Ingressos para Curta-SE 11 começam a ser trocados na próxima quinta

O Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) mais uma vez disponibilizará os ingressos das exibições de filmes por quilos de alimentos não perecíveis. As trocas começarão a partir da próxima quinta-feira, 8, e seguirão até 17 de setembro, no Teatro Tobias Barreto (TTB) e no do lounge Curta-SE.
Este ano, o ingresso será trocado por dois quilos de alimentos. Cada pessoa poderá permutar até dois ingressos por dia, equivalendo a 4kg de alimentos. Os primeiros ingressos começarão a ser permutados nos dias 8 e 9 de setembro, no foyer do Teatro Tobias Barreto, das 10h às 16h, para a solenidade de abertura oficial do evento que acontecerá em 12 de setembro. Para essas trocas, é obrigatória a apresentação do documento de identidade (RG). Os bilhetes de entrada são limitados e serão trocados até esgotarem.
De 13 a 17 de setembro, os filmes selecionados para o Festival começam a ser exibidos no Cinemark Jardins. Para ter acesso às mostras competitivas, deverão ser feitas as trocas dos bilhetes de entrada, no mesmo dia de exibição dos filmes, a partir das 10h, no lounge Curta-SE, localizado no Shopping Jardins (em frente à loja Insinuante). O bilhete só valerá para a exibição do dia em que a troca foi efetuada. Ou seja, o ingresso para a mostra do filme no dia 13, por exemplo, só poderá ser utilizado para a mesma data.
Abertura
O Curta-SE 11 abrirá as portas do festival no dia 12 de setembro, a partir das 19h, no TTB. A cerimônia de abertura contará com as premiações aos homenageados da Cultura Digital. Na sequência, haverá a primeira exibição, em Sergipe, do filme ‘O Senhor do Labirinto’. Longa  dirigido por Geraldo Motta, protagonizado pelo ator Flávio Bauraqui e marcado pela presença das atrizes Maria Flor, Diane Veloso e Andréa Vilella. O filme conta a história do sergipano Arthur Bispo do Rosário, um descendente de escravos da cidade de Japaratuba que se tornou mundialmente conhecido como artista plástico.

Em seguida, o público contará com uma apresentação internacional, comandada pelo show da cantora californiana Jessie Evans, que estará em turnê pelo Brasil, passando primeiro por Aracaju.

 Apoio
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.
Por Thamires Nunes.

 

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Curta-SE abre inscrições para oficinas de Cultura Digital II/Web TV e Web Rádio

Dando continuidade à oficina de Cultura Digital/Web TV, o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) abre inscrições para a oficina de Cultura Digital II/ Web Radio. Desta vez, as oficinas acontecem durante o festival, entre os dias 12 e 17 de setembro, das 14h às 17h. As inscrições devem ser feitas de 05 a 07 de setembro pelo formulário disponibilizado abaixo. O resultado será divulgado na próxima quinta-feira, 8.

Foram ofertadas 20 vagas divididas em duas turmas. Os oficineiros serão Ricardo Ruiz, Ricardo Brasileiro, com a Web Tv, darão continuidade a iniciada “Cotidiano Sensitivo” e Sérgio Melo será responsável pela oficina de Web Radio. As oficinas tem como objetivo capacitar os participantes e produzir conteúdo para o festival. A proposta é mostrar que existem várias formas e possibilidades de se trabalhar com o audiovisual. “A ideia é unir arte e tecnologia e com essa união fomentar um pensamento mais crítico nos participantes”, disse Ruiz.

Sérgio Melo conta que a proposta das oficinas se alinha com o festival quando incentiva o uso de softwares livres e proporciona uma cobertura alternativa do evento onde “todos são capazes de produzir conhecimento, informação, cinema e arte”. Ele reflete sobre a necessidade de se quebrar antigos paradigmas. “Essas oficinas são de extrema importância para desconstruir a ideia de que só especialistas produzem, com o advento da internet temos infinitas possibilidades, vários suportes de transmissão, de armazenamento. Durante as oficinas vamos apresentar esses adventos, a ideia é aprender produzindo”.

Segundo Ricardo Ruiz, que já participou de diversas edições do Curta-SE, durante a abertura do festival irá acontecer uma intervenção preparada pelos alunos das oficinas. “Vamos construir um hardware que vai transmitir em tempo real e em Stop Motion, o que está acontecendo ao redor da abertura do evento. Duas câmeras captarão imagens, uma fixa na entrada do teatro e outra móvel na cabeça de um ator, que estará perambulando no meio das pessoas”.

Currículos

Ricardo Brazileiro é graduado em Computação, dedicou seus estudos em experimentações poéticas na construção de aparatos sensitivos, instalações com organismos, open hardwares, chips e circuitos. É pesquisador de arte eletrônica e tecnologias sustentáveis com experiência em apropriações críticas de linguagens experimentais para uso criativo, arte-computabilidade, sound art e interfaces sensitivas em tempo real. A partir de 2007 iniciou sua participação em laboratórios de media, de arte e computação com práticas de desenvolvimento de softwares e hardwares livres. Participou de importantes festivais e residências de arte e tecnologia nacionais e internacionais.

Ricardo Ruiz Freire possui graduação em Comunicação Social pela Universidade São Judas Tadeu (1998) e especialização em Design de Hipermídia pela Universidade Anhembi Morumbi (2003). Atualmente é responsável pela infraestrutura de rede para comunicação dos Pontos de Cultura na secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Foi Conselheiro Deliberativo do Instituto de Pesquisa Descentro – Nó emergente de ações colaborativas e Pesquisador da Universidade do Estado da Bahia e Implementador Técnico do Programa Casa Brasil. Participou do desenvolvimento da ação Cultura Digital do Ministério da Cultura, da Implementação do programa GESAC – Ministério das Comunicações e do programa Casa Brasil – Ministério da Ciência e Tecnologia. Atuou em diversos coletivos de mídia independente e participou e organizou dezenas de festivais, nacionais e internacionais.

Sérgio Melo é graduado em Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (2005). Atualmente desenvolve o projeto Conexão Rádio Amnésia – Coletivo Rádio Amnésia / Ministério da Cultura. Ganhou o Prêmio de Mídias Livres. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Comunicação Popular, Sistemas de Informação, Sistemas Operacionais e Softwares Livres. Tem experiência na área de elaboração e gestão de projetos sociais, realização de oficinas de formação de comunicadores populares e montagem de rádios comunitárias e Livres. Prestou Consultoria especializada em Cultura Popular e Digital na parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD) e Ministério da Cultura. Atua principalmente em ações de Inclusão Digital, e cultura popular desenvolvidos pelo Governo Federal como o Programa Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão, Programa Cultura Viva (MINC / SCC), e entidades do terceiro setor como ONG`s e OSCIP`s.

Curta-SE 11

A 11ª edição do Curta-SE acontecerá de 12 a 17 de setembro. Além das mostras competitivas, o Curta-SE traz também as mostras informativas, exibidas em espaços alternativos e em cidades do interior sergipano. O festival promove seminários, oficinas e workshops gratuitos e abertos ao público e conta com exibições no Teatro Tobias Barreto, Cinemark, Sesc Centro, Universidade Tiradentes e nos campi da Universidade Federal de Sergipe.

O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae e Faculdade Serigy, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal (País Rico É País Sem Pobreza).
Por Janaína Oliveira.

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Curta-SE 11 distribuirá quase R$ 80 mil em prêmios

Todos os anos, o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) realiza diversos tipos de atividades que buscam dinamizar a cena audiovisual e cultural sergipana. São rodas de conversa, shows musicais, oficinas, mostras – essas últimas já tradicionalmente divididas entre as modalidades informativas e competitivas.

O Curta-SE 11 apresentará 14 sessões de mostras competitivas divididas nas categorias vídeos, vídeos de bolso, vídeos sergipanos, curtas 35mm e longas-metragens. Os vencedores, escolhidos pelo júri popular e oficial, recebem troféus e podem também ser agraciados com premiações em dinheiro e serviços.

Na 11ª edição, serão distribuídos quase R$ 80 mil em prêmios. Desse total, R$30 mil serão destinados aos ganhadores sergipanos. “Este ano, focamos na categoria vídeos sergipanos, no intuito de estimular as produções e o mercado audiovisual existente”, informou Deyse Rocha, produtora executiva do festival.

Através do Pontão de Cultura Digital Avenida Brasil, a Casa Curta-SE oferecerá locações de equipamentos para as quatro melhores produções de Sergipe, sendo três escolhidas pelo júri oficial e uma pelo júri popular. “Isso reafirma o papel da Casa como incentivadora da sétima arte”, disse Rocha.

Além disso, serão 22 sessões de mostras informativas nos espaços de exibição da capital e do interior. O objetivo dessas mostras é a formação de público, levando entretenimento e cultura aos espectadores.

Veja abaixo como será a distribuição de prêmios das mostras competitivas do Curta-SE 11:

Vídeos
- Melhor vídeo (júri oficial): Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original)

Curtas 35mm
- Melhor curta-metragem em 35mm(júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 5.904,80 em serviços (revelação de 20 latas de Negativos 16 ou 35mm)

- Melhor curta-metragem documentário em 35mm (júri oficial): Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original); Prêmio Cinerama Brasilis no valor de R$ 10.000 em serviços (locação de câmera digital ou 16mm)

- Melhor curta-metragem de ficção em 35mm (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original)

- Melhor curta-metragem de animação em 35mm (júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 08h); Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original)

- Melhor curta-metragem em 35mm com temática nordestina (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 5.000

Longas-metragens
- Melhor longa-metragem (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 10.000; Prêmio Sincrônica Trilhas (cinco minutos de trilha sonora original)

Vídeos sergipanos
- Melhor curta-metragem sergipano: 1º lugar (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Estúdios Mega no valor de R$ 13.850 em serviços (finalização de Imagem de curta-metragem digital captado em resolução HD à 24 FPS com duração de até 20 minutos – veja detalhes aqui [inserir link para arquivo m PDF]); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação)

- Melhor curta-metragem sergipano: 2º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação)

- Melhor curta-metragem sergipano: 3º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação)

- Melhor curta-metragem sergipano (júri popular): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 8h); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação)

Apoio
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil, Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS, Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swap e Sebrae, com realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Ricardo Costa.

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Oficina de Fotografia do Curta-SE 11 encerra aulas com êxito

A Oficina de Fotografia, que integrou a programação do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), foi encerrada nesta quarta-feira, 31. A oficina ocorreu na sede da Casa Curta-SE, nos dias 26, 27, 29 e 31 de agosto. Já no dia 30, professor e alunos foram à Praça Fausto Cardoso (centro de Aracaju) para uma aula prática, que rendeu muitos frutos. O ciclo de aulas foi ministrado pelo fotógrafo Marco Vieira e contou com a participação de 20 aprendizes. Após cinco dias de conteúdo, a oficina provou mais uma vez ser eficiente no intuito de despertar o olhar fotográfico das pessoas.

Procurando não se ater somente a parte técnica, Marco aceitou o desafio de dar aulas de fotografia pela Casa Curta-SE, pelo segundo ano consecutivo. Variando seu objeto de trabalho pelo contexto histórico, técnico e prático, Marco soube envolver os alunos de forma que o aprendizado fluísse involuntariamente. No último dia de aula, os participantes avaliaram toda a oficina, a noite prática no centro da cidade e ainda aprenderam mais truques que a câmera é capaz de fazer. Inclusive, um dos melhores momentos da aula foi o manuseio do light painting (técnica que consiste na utilização de uma fonte luminosa para fazer desenhos dentro da fotografia).

Aprendizado
Para a educadora em mídias sociais, Daniela Lapa, toda a experiência da oficina foi proveitosa. “Aprendi muitas técnicas, conheci pessoas novas com o mesmo interesse e também exercitei meu olhar fotográfico. As aulas são tão espontâneas que passaram rápidas. Gostaria que hoje não fosse o último dia e pudéssemos aprender ainda mais”, afirmou. Daniela também confessa que gostou muito do conteúdo teórico, onde Marco explicou os mecanismos da câmera e seu funcionamento passo a passo.

A mestranda em Meio Ambiente Roseli Nunes também elogiou a didática do professor fotógrafo, e associa o sucesso da oficina a um a boa combinação de fatores. “O espaço bem estruturado da Casa Curta-SE, aliado com o método de ensino de Marco foram fundamentais para que aprendêssemos o conteúdo. Também percebo agora como a fotografia depende muito mais do fotógrafo do que do próprio equipamento”, disse Roseli.

Aliás, o uso de câmeras variadas foi um ponto que Marco Vieira destacou. “Vários alunos fizeram ótimos retratos utilizando máquinas compactas. É esse ‘olhar fotográfico’ que gostaria de despertar neles. Quero que usem a imaginação e que não se limitem a simplicidade do equipamento. Acredito que o mais satisfatório era olhar no rosto de cada um deles durante a aula e perceber que estão gostando da aula, um feedback satisfatório. Para mim, foi muito prazeroso ter ministrado essa oficina novamente”, comentou o fotógrafo.

Exposição
O trabalho dos participantes da oficina será avaliado por Marco e as melhores fotografias serão expostas durante a programação do Curta-SE 11. Com o ‘olhar fotográfico’ bem trabalhado, os sergipanos já podem aguardar o surgimento de novos fotógrafos para revelar o estado com o uso bem adequado de luz e criatividade.

Apoio
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê,  apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil,  Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS,  Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital, Swapi, Sebrae e Faculdade Serigy, com  realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

Por Matheus Fortes

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Curta-SE 11 trará ‘O Senhor do Labirinto’ para Sergipe

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) trará para Aracaju o longa-metragem ‘O Senhor do Labirinto’. O filme do diretor Geraldo Motta conta a história de Arthur Bispo do Rosário, um descendente de escravos nascido em Japaratuba – interior sergipano – que se tornou conhecido mundialmente pela sua produção como artista plástico. A primeira exibição acontecerá na abertura do festival, 12 de setembro, no Teatro Tobias Barreto.

 

Em junho de 2008, as filmagens foram iniciadas no prédio do antigo Centro Psiquiátrico Garcia Moreno, localizado no município de Nossa Senhora do Socorro, na região da Grande Aracaju. O processo de capacitação da mão-de-obra local, no entanto, começou muito antes com as oficinas realizadas. Entre as oficinas estiveram as de ator, de assistente de direção, de figuração, de arte, de costura e de bordado, que envolveram quase 700 pessoas. Durante as gravações, 120 pessoas foram empregadas diretamente, sendo 90 sergipanas.

Filmando quase em sua totalidade em terras sergipanas, ‘O Senhor do Labirinto’ além de divulgar a história de Bispo do Rosário, ajudou a movimentar o cenário audiovisual já que em sua produção houve a participação de atores e figurantes locais. O filme conta em seu elenco com atores consagrados como Maria Flor e Flávio Bauraqui, protagonista do longa, além de talentos sergipanos como Andréia Vilella e Diane Veloso. O longa  ganhou o Troféu Redentor de Melhor Filme de Ficção Brasileiro eleito pelo júri popular no Festival do Rio de 2010.

O sergipano Bispo do Rosário mudou-se para o Rio de Janeiro em 1925, onde 13 anos depois foi diagnosticado um quadro de esquizofrenia. A partir de então, veio a internação na Colônia Juliano Moreira, local em que produziu todas as suas ‘representações’, durante os 50 anos que ficou internado. Essas ‘representações’, como ele as denominava, foram feitas com sapatos velhos, linhas desfiadas dos seus uniformes, canecas, latas. Todas expostas no salão central da Colônia.  Bispo do Rosário também foi responsável pela criação de um ponto inédito do bordado: a união do ‘correntinha’ e da ‘caviado’.

Curta-SE 11
Além da abertura, o filme terá mais dois dias de exibição: 13 de setembro, às 14h, no Sesc Centro, e no dia 15, às 10h, no campus Farolândia da Universidade Tiradentes. “É com grande satisfação que o Curta-SE exibe este filme pela primeria vez em Sergipe.  Primeiro porque conta a história de um sergipano criativo e inovador. Segundo porque estamos trazendo um obra cuja produção foi realizada aqui. Além disso, ‘O Senhor do Labirinto’ foi patrocinado pelo Governo do Estado que também é o nosso co-patrocinador do festival”, resaltou a produtora do festival Deyse Rocha.

Para a diretora executiva do Curta-SE, Rosângela Rocha, o festival é um grande fomentador da produção e divulgação audiovisual. “ O Curta-Se é um grade defensor do direito do público, dá acesso democrático e gratuito `as atividades do festival. Possibilita também, a formação do olhar e do público para o audiovisual brasileiro.  Acreditamos que o Curta-SE ajudou Sergipe a sair do hiato em que se encontrava em termos de produção, difusão e políticas públicas. Inserimos Sergipe no cenário geopolítico do audiovisual, graças ao festival e às parcerias estabelecidas”, relatou a diretora executiva do festival, Rosângela Rocha.
O Curta-SE  acontece no período de 12 a 17 de setembro com mostras nas cidades de Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Estância. O Curta-SE conta com exibições no Teatro Tobias Barreto, Cinemark, Universidade Tiradentes e nos campi da Universidade Federal de Sergipe.
O festival, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark e Banco do Nordeste, apoio do Banese Card, Mega Collor, Pontão Avenida Brasil, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Unit, Sesc Sergipe, UFS,  Secretaria de Estado da Cultura, Porta Curtas, Canal Brasil,  CiaRio, Fórum dos Festivais, Shopping Jardins, e realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal (País Rico, É País Sem Pobreza)..

Por Wilson Melo

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Jessie Evans é atração de abertura do 11º Curta-SE

Está confirmada a apresentação musical da abertura do 11º Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE), que acontecerá no dia 12 de setembro, às 19h, no Teatro Tobias Barreto. É a cantora e saxofonista Jessie Evans – que já integrou grupos como Subtonix e The Vanishing e lançou em 2009 seu primeiro disco solo, ‘Is It Fire?’. Na mesma noite será exibido o filme ‘O Senhor do Labirinto’, de Geraldo Motta e da co-diretora Gisella de Mello.

A música de Evans – que é norte-americana, mas mora em Berlim – foi definida pela revista britânica Bizarre como algo longe de “qualquer referência geográfica óbvia, situado em algum lugar entre uma trilha sonora de filme B mexicano dos anos 1960, a disco e um calipso gótico”. ‘Is It Fire?’ foi gravado parte em Berlim, parte no México, entre Tijuana, Cidade do México e a casa que pertenceu ao ator John Wayne, em Acapulco.

O disco foi feito em parceria com o baterista Toby Dammit, conhecido por seus trabalhos com Iggy Pop. Jessie Evans já acompanhou em turnê bandas como o próprio Iggy and The Stooges e The Gossip.

Atualmente, a cantora se prepara para lançar um segundo disco, mas já pensa num projeto seguinte. Este soaria um pouco mais brasileiro. Segundo entrevista dada neste mês por Jessie a um site peruano, ela espera fazer algo mais “improvisado”, o que incluiria a participação de uma bateria de escola de samba. A percussionista da banda de Evans, Debora Saraiva, é brasileira.

Apoio
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê,  apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil,  Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS,  Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital e Swap, com  realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

 Assista a um vídeo da cantora.

Por Ricardo Costa

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Curta-SE divulga programação da 11ª edição

O Festival Ibero-Americano de Cinema (Curta-SE) divulga  a programação da sua 11ª edição. O Curta-SE 11, que tem como tema ‘Territórios’, proporcionará o acesso a produções cinematográficas nas cidades de Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Estância. O festival acontece no período de 12 a 17 de setembro, um dia a mais que nas edições anteriores, com exibições no período da manhã, tarde e noite.

A abertura do evento acontece no Teatro Tobias Barreto a partir das 19h e o acesso será dois quilos de alimentos não perecível, que será doado a uma instituição de caridade. A solenidade contará com a entrega de troféus aos homenageados da cultura digital e com a exibição do longa ‘O Senhor do Labirinto’. O filme, que foi gravado quase todo em Sergipe, conta a história de Arthur Bispo do Rosário – um sergipano de Japaratuba que ficou mundialmente conhecido por sua arte.

A noite de estréia do Curta-Se 11 termina com a apresentação internacional de Jessie Evans. A cantora, muito conhecida no cenário underground, nasceu na Califórnia, mas escolhei a cidade alemã Berlim para viver. Seu show, definido como um ‘cabaret style’, está no topo da lista de ‘must see’ de diversas personalidades do mundo da música. Jessie Evan comanda o selo Fantomette Records, pelo qual lançou seu primeiro álbum solo ‘Is it fire?’. Desde então rodou o mundo em turnê, inclusive com as bandas The Gossip e Iggy and the Stooges.

Competitiva e Informativa 
O Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe divide-se em mostras competitivas com ganhadores votados pelo júri popular e pelo oficial, como também em mostra informativas exibidas em cidades do interior e em espaços alternativos. Como o próprio nome já retrata, a mostra informativa tem como objetivo levar conhecimento, cultura e diversão aos espectadores.

Na mostra competitiva as exibições acontecem no Cinemark Jardins (Curtas 35mm Iberoamericanos, Longas, Vídeos Sergipanos ), Sesc Centro (Vídeo de bolso, Vídeos Iberoamericanos), Unit Farolândia (Vídeo Iberoamericano). A mostra teve 605 inscritos nas cinco categorias, 40% a mais do que no ano anterior. Desse total de inscritos foram selecionados para a mostra competitivas 10 vídeos de bolso, 20 vídeos (DVD, internet, CDrom), 20 curtas 35mm, 10 vídeos sergipanos e cinco longas-metragens.

Educação e Inclusão
A programação possui também o ‘Festivalzinho’ que acontece dia 14 de setembro a partir das 9h no Sesc Centro. A exibição conta com cinco filmes infantis com temáticas educativas para divertir o público presente e as crianças da Creche Maternal Amélia Leite que foi convidada para participar dessa festa. A instituição atende cerca de 100 crianças com idades entre 5 a 9 anos.

O Curta-Se 11 possui também um trabalho de inserção de pessoas com deficiência no ambiente cinematográfico. O ‘Cinema Inclusivo’ acontece no mesmo dia e local do ‘Festivalzinho’, às 10h. Essa mostra é voltada para pessoas com deficiência auditiva com exibição de cinco filmes de animação com legendas descritivas.

Interior
O Curta-Se 11 também leva cultura e conhecimento à população do interior do estado com mostras informativas gratuitas. A cidade de Laranjeiras recebe o festival no dia 14 de setembro com as mostras informativas no Auditório Zizinha Guimarães.

Já em São Cristóvão, o evento chega no dia 15 de setembro com exibições na Praça Matriz e no auditório de Geografia da universidade Federal de Sergipe (UFS), além do Cortejo de Cultura Popular. No dia 16 de setembro é a vez do município de Estância de ser contemplado com as mostras informativas no Auditório Gonçalo Prado.

Apoio
O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê,  apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil,  Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS,  Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital e Swapi, com  realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA.*

Por Wilson Melo

*A programação está sujeita a alterações.

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Curta-SE 11 abre credenciamento para imprensa

O Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE 11) abriu nesta segunda-feira, 29, o credenciamento de imprensa para o evento. As solicitações de credenciais devem ser feitas até a próxima quinta-feira, dia 1º, através de e-mail enviado a comunicacao@curtase.org.br.

Cada veículo de comunicação terá direito a credenciar até três equipes para o Curta-SE, que acontecerá de 12 a 17 de setembro em Aracaju, Laranjeiras, São Cristóvão e Estância. O e-mail deve estar intitulado com as palavras “CREDENCIAMENTO + NOME DO VEÍCULO”, e informar em seu conteúdo a quantidade de profissionais e suas funções na equipe. Exemplo: ‘CREDENCIAMENTO TV CINE-ARACAJU: – 3 equipes => 9 profissionais – 3 repórteres, 3 câmeras e 3 assistentes.

Os crachás serão entregues nos dias 08 e 09 de setembro das 9h às 17h na Casa Curta-SE, localizada na rua Teixeira de Freitas, 175, bairro Salgado Filho, Aracaju. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (79) 3302-7092, ou através do site www.casacurtase.org.br.

Organização
Cada equipe terá direito a um número específico de profissionais, de acordo com a especificidade do veículo de comunicação. As emissoras de televisão terão direito a até três profissionais por equipe (repórter, câmera e assistente). As equipes de rádio, internet e jornal impresso poderão ter até dois componentes. A credencial dá direito de acesso e permanência da equipe em todos os espaços de realização do Curta-SE 11 pelo tempo que desejar.

Apoio
O Curta-SE acontece no período de 12 a 17 de setembro com mostras nas cidades de Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Estância. O Curta-SE conta com exibições no Teatro Tobias Barreto, Cinemark, Sesc Centro, Universidade Tiradentes e nos campi da Universidade Federal de Sergipe.

O festival, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê, apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil,  Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS,  Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Superlux e Ativa Comunicação Visual, com  realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

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Governo do Estado é co-patrocinador do Curta-SE 11

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) contará com o apoio do Governo do Estado. Desde 2007, o Governo de Sergipe tem tido um apoio fundamental para a realização do festival. Este ano, a parceria veio através das Secretarias de Estado da Comunicação (Secom) e da Cultura (Secult).

“O apoio do Governo é essencial. Primeiro, porque entendemos que este apoio é uma forma de valorização e reconhecimento do festival enquanto ferramenta que movimenta o cenário audiovisual. Segundo porque seria difícil, frente às despesas do Curta-SE, manter um festival desse porte sem este co-patrocínio”, destacou a diretora executiva do Curta-SE, Rosângela Rocha.

O co-patrocínio da Secom veio através de seleção. A diretoria do festival inscreveu o projeto na seleção pública que é aberta pelo Fundo de Patrocínio. “Nos últimos dois anos, recebemos o apoio por conta do Fundo de Patrocínio. Este edital público dá, ao gestor cultural, a possibilidade de inscrever seu projeto de forma democrática”, ressaltou Rosângela, ao ressaltar que o festival também foi selecionado pelo programa Petrobras Cultural.

O secretário de Estado da Comunicação, Carlos Cauê, destacou a parceria. “O Curta-SE é um festival extremamente importante para Sergipe e para o Brasil. Trata-se de um certame de audiovisual que tem crescido e atraído para nosso estado inúmeros produtores, cineastas e profissionais deste ramo, possibilitando uma feliz interação entre Sergipe e o produtores nacionais e internacionais de audiovisual. É por perceber a importância do festival que o Governo de Sergipe”.

A Secult cedeu o Teatro Tobias Barreto para a abertura do Festival. A secretária de Cultura, Eloísa Galdino, que acompanha o festival desde a sua primeira edição, enfatizou o papel do Curta-Se no cenário audiovisual.

“A cena do audiovisual em Sergipe vem ganhando força nos últimos anos e é impossível não associar esse fenômeno ao sucesso do Curta-SE. Acompanho o evento desde a sua primeira edição e, na gestão pública, sempre fizemos questão de apoiar a promoção desse festival, tendo em vista que estimular a cadeia do audiovisual no Estado é acreditar no poder da cultura local e no potencial dos sergipanos que atuam nessa área”, frisou Eloísa.

Festival
O Curta-SE acontece de 12 a 17 de setembro com mostras nas cidades de Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Estância. O Curta-SE conta com exibições no Teatro Tobias Barreto, Cinemark, Sesc Centro, Universidade Tiradentes e nos campi da Universidade Federal de Sergipe.

Na abertura do evento, o festival vai exibir ‘O Senhor do Labirinto’ pela primeira vez em Sergipe. O filme do diretor Geraldo Motta conta a história de Arthur Bispo do Rosário, um descendente de escravos nascido em Japaratuba – interior sergipano – que se tornou conhecido mundialmente pela sua produção como artista plástico. O longa, que contou com o patrocínio do Governo, foi filmado quase em sua totalidade em Sergipe.

Para conferir a programação completa do Curta-SE 11, clique aqui.

Por Paloma Abdallah

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Diversidade temática marca longas selecionados para o Curta-SE

 


Com uma variedade temática e regional que ajudou a construir sua história, o Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) definiu os longas-metragens que participarão das mostras competitivas. Este ano, os longas selecionados se passam em quatro regiões diferentes e exploram a identidade de seus respectivos povos de maneira cativante.

Entre os selecionados estão a jornada de um nômade himalaio para salvar seu povo; o modo de vida amador de seis indivíduos na cidade espanhola de Valhadolide; um escritor que cria a próxima obra em seu subconsciente; a aventura psicológica do homem que enxerga poesia em toda sua realidade e a história da atriz que, sem perceber, interpreta si mesma.

No documentário Terra da Lua Partida o espectador conhece Sonam, um velho nômade do Himalaia que mora com sua tribo em uma das regiões mais isoladas do globo. Uma mudança repentina no clima da região coloca em xeque a vida daquele povo e obriga o nômade a iniciar uma jornada em busca de soluções e questionamentos. Os realizadores Marcos Negrão e André Rangel permitem que o público conheçam as particularidades do seu protagonista e sua gente, a relação desta com o ambiente em que vive e sua fé, numa forma envolvente e reveladora.

Já o longa do espanhol Arturo Duñenas, Aficionados, leva a conhecer as vidas de um bibliotecário, uma executiva de sucesso, um professor do ensino primário, uma mãe solteira, um ineficiente cozinheiro italiano e uma especialista de informática. Os seis estranhos se reúnem semanalmente para discutir seus hobbys e suas carências afetivas, tendo em comum, um modo não planejado como dirigem suas vidas. Duñenas faz de sua terra natal (a pacata Valhadolide, no interior da Espanha), o cenário ideal para entrelaçar a vida dos personagens.

O cinema português também brilha no festival sergipano e possui temática similar com seus dois exemplares. O longa Sonho de Verão, de Paulo César Fajardo, acompanha a busca de um escritor pela inspiração que o guiará no seu próximo livro. Suas personagens tomam forma em um mundo alternativo, onde ficção e realidade se confundem, e, seu ator se vê como o personagem principal em uma estória maior que sua própria vida. Já o documentário Luz Teimosa, de Luiz Alves de Matos, acompanha a trajetória surrealista do escritor e desenhista Fernando Lemos, explorando de maneira muito natural a sua mente inquieta.

Enquanto isso, o brasileiro Riscado, de Gustavo Pizzi, narra a história de Bianca, uma atriz sem sucesso, que repentinamente é escolhida para trabalhar em uma grande produção internacional. É quando o cineasta que a contrata, se vê inspirado pela personalidade da recém-contratada, e modifica a personagem do seu roteiro em uma versão da própria Bianca. O filme questiona a necessidade da sorte, do esforço e o talento para obter sucesso na vida. Riscado levou os prêmios de Direção, Atriz (Karine Teles) e Roteiro no Festival de Gramado.

Festival

A 11ª edição do Curta-SE acontecerá de 12 a 17 de setembro e terá 65 filmes participando das mostras competitivas. O festival, incentivado pela Lei Rouanet/SAV/Ministério da Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, apoio cultural do Banco do Nordeste e Cinemark e apoio do Banese Card e da Mega Collor.

 

Por Matheus Fortes

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making of

making of curtase 11

 

 

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Futurível

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Curta-SE 11 spot 30″


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MoMA Film Trailer: Iberoamérica: That’s the Way We Are

Acervo

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Jessie Evans – Class Magic

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Jessie Evans – Let Me On

 

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Jessie Evans, Is it Fire?

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Jessie Evans- Blood & Silver

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Oficina Cotidiano Sensitivo

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Curta-SE 11 Festival

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1ª e 2ª Mostras Competitivas de Curtas 35mm

Cinemark Jardins, 13 a 17 de setembro 2011

 

1ª Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos  49,40”

 

A Dama do Peixoto. Dir. Douglas Soares e Allan Ribeiro, 2011, Cor, Doc,  11´, RJ-RJ

Sinopse: “Ela está aqui, ela está ali, e os invisíveis são os outros”

 

Dulce. Dir. Iván Ruiz Flores, 2011, Cor, Fic,14`, Madrid-ESP

Sinopse: Dulce é uma fábula sobre o encantamento. É desta enfermidade passageira que padecem Veronica e Diego, aos 8 anos de idade; e Adrián e Andrea, avós que só haverão de alcançá-los até os seus 10 anos. Uma cena e um jogo reavivam as recordações dos mais velhos e reativam a imaginação dos mais jovens. Em Dulce, cada palavra adquire um grande sentido e os grandes sentimentos se transformam e pequenos gestos.

Solene Simpatia.Dir. Pedro Dell’Orto ,2011, Cor, Fic, 9´40´´, Salvador-BA/Argentina

Sinopse: Solene Simpatia é um curta-metragem que busca transpor a construção de identidades de gênero a partir do vestuário. Protagonizado por Osvaldo Ross, com roteiro e direção de Pedro Dell’Orto, Solene Simpatia é uma co-produção Argentina-Brasil desenvolvida no ‘Centro de Formación Audiovisual’ na cidade de Buenos Aires – Argentina.

 

El cortejo. Dir. Marina Seresesky, 2010, Cor, Fic, 11`, Madrid- ESP

Sinopse: Sinopse: Capi é o mais antigo coveiro no cemitério. Acostumado a trabalhar em meio ao sofrimento dos outros e às piadas de seus colegas, só existe uma pessoa capaz de levá-lo para fora da sua rotina diária. Em cada mês dos últimos dois anos ele esperou Marta levar flores ao túmulo do seu marido. Ela é a sua última esperança.

                             2ª Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos. 82 ´ 06´´

Procura-se. Dir. Iberê Carvalho, 2010, Cor, Fic, 14´, Brasília-DF

Sinopse: Camile está determinada a encontrar seu cachorro Bolinha, mas para encontrá-lo precisará viver a maior aventura de sua vida.

A mula teimosa e o controle remoto  Helio Villela Nunes, 2010,Cor, Fic,15´, São Paulo-SP

Sinopse: A estoria de uma amizade num duelo sem palavras

Eu não quero voltar sozinho. Dir. Daniel Ribeiro, 2010, Cor, Fic, 17´, São Paulo-SP

Sinopse: A vida de Leonardo, um adolescente cego, muda completamente com a chegada de um novo aluno em sua escola. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com os ciúmes da amiga Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo Gabriel.

 

Mantegna. Dir. Melo Viana, 2011, Cor, Fic, 6´54´´, Curitiba-PR

Sinopse: Um filme poético sobre a obra-prima Lamentação sobre o Cristo morto, pintada por Andréa Mantegna em 1490. O filme faz comparação com outras obras de arte, desde o Renascimento até as mídias contemporâneas, que utilizaram o Cristo Morto como tema, assim como, com aquelas obras que, de forma direta, utilizaram o Cristo Morto de Mantegna como referência.

Retrovisor. Dir. Eliane Coster, 2010, Cor, Fic, 14´52´´, São Paulo-SP

Sinopse: Para ajudar o pai, catador de lixo, garoto lava vidros de carro no farol. Certo dia ele acha um rolo de filme fotográfico na rua e passa a fantasiar o conteúdo das imagens ao mesmo tempo em que tenta revelar o filme.

Cerveja Falada. Dir.  Guto Lima, Demetrio Panarotto e Luiz Henrique Cudo, 2010, Cor, Doc, 15´, Florianópolis- SC

Sinopse: Rupprecht Loeffler foi um senhor de 93 anos de idade. Sua profissão? Mestre cervejeiro. Aprendeu a labuta com o pai, de que herdou a cervejaria e deu continuidade ao seu trabalho artesanal. A cerveja, em suas variações e tipos, é uma obra de arte pela maneira como é realizada na cervejaria “Canoinhense”.

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3ª e 4ª Mostras Competitivas de Curtas 35mm

Cinemark, 15 e 16 de setembro 2011

3ª Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos 84´ 15´´

Janela Molhada. Dir. Marcos Enrique Lopes, 2010, Cor/ P&B, Doc., 22´, Recife-PE

Sinopse: Os pioneiros do cinema brasileiros, imigrantes europeus que ajudaram na formação dos Ciclos Regionais de Cinema. A questão da preservação de acervos e recuperação de películas antigas através do método Janela Molhada. Entre os depoimentos está o da última remanescente do cinema mudo no Brasil, Adriana Falangola, de 92 anos.

O Céu no Andar de Baixo. Dir. Leonardo Cata Preta, 2010, Cor, Ani, 14`, Belo Horizonte-MG Pessoa-PB

Sinopse: Desde os 12 anos de idade, Francisco faz fotografias de céu. Um dia, algo diferente aparece em uma de suas fotografias mudando a sua rotina.

Angeli 24h. Dir. Beth Formaggini, 2010, Cor, Doc, 25´, Rio de Janeiro-RJ

Sinopse: Documentário sobre o cartunista Angeli e as transformações em sua obra . O filme é centrado na sua obsessão pelo trabalho e na crise entre ser um artista da cultura pop, produzindo diariamente novas charges e tirinhas para várias mídias, e ao mesmo tempo exigindo de si mesmo radicalidade e capacidade de se renovar, sempre botando o dedo na ferida.

Fábula da Corrupção. Dir.Lisandro Santos, 2010, Cor, Ani, 8´15´´, Porto  Alegre-RS

Sinopse: Em um armazém de beira de estrada, um homem vive em paz com seus animais de estimação: o cão vigia a casa, o gato caça os ratos e o jumento é o meio de transporte. No porão da casa habitam vários ratos que vivem roubando comida em quantidades tão pequenas que não prejudicam o negócio, mas a chegada de um rato estranho acaba com a harmonia do mercadinho.

Melhor Idade. Dir. Angelo Defanti, 2011, Cor, Fic., 15´, Niterói-RJ

Sinopse: Meu nome é Antenor, tenho 70 anos e uma ferida na perna. Tive que escolher entre o remédio da diabetes e a mensalidade da TV a cabo. Escolhi a TV. Aos 70 anos, quem precisa de pernas?

4ª. Mostra Competitiva de Curtas 35mm Iberoamericanos - 53´ 58 ´´

 

O contador de filmes.  Dir. Elinaldo Rodrigues, 2010, Cor, Doc, 15´ João Pessoa PB

Sinopse: O culto ao cinema sob a ótica de Ivan “Cineminha”, personagem que ganhou notoriedade pela cultura cinematográfica que desenvolveu de forma autodidata, anotando e memorizando informações sobre todos os filmes que assistiu, tornando-se uma espécie de enciclopédia ambulante do cinema. Filho de um antigo dono de cinema no sertão da Paraíba, ele volta a cidade natal para um reencontro com suas raízes, e nos permite compartilhar da paixão pela sétima arte.

Náufragos. Dir. Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha, 2010, Cor, Fic, 15´, São Paulo-SP

Sinopse: Odete tenta adivinhar onde o marido teria se escondido. Mas não há esconderijo possível.

Naiá e a Lua. Dir. Leandro Tadashi, 2010, Cor, Fic, 13´, São Paulo-SP

Sinopse: A jovem índia Naiá se apaixona pela lua ao ouvir da anciã de sua aldeia a história do surgimento das estrelas no céu.

Lápis de Cor. Dir. Alice Gomes, 2010, Cor, Fic,16´,Rio de Janeiro-RJ

Sinopse: Cláudio é um menino pobre que vive sozinho com a mãe e adora desenhar. Seu pai abandonou a família e Cláudio imagina que se um dia fizer um desenho colorido do pai, ele voltará. Só que Cláudio não tem lápis-de-cor. Ele consegue 3 lápis de cor mágicos, mas sua mãe só deixa ele usar uma cor por dia.

Cinderela. Dir. Magali Magistry, 2011, Cor, Fic, 10´58´´ , Rio de  Janeiro-RJ

Sinopse: Rio de Janeiro. Com o coração partido, a garçonete Luiza assiste ao anúncio do casamento de seu amante. Quando a festa atinge seu ápice, Luiza perde o controle. Do que ela seria capaz, para passar a última noite com o homem que ama?

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Mostra Competitiva de Vídeos Sergipanos

Cinemark Jardins

Xandrilá. Dir. André Aragão, 2011, Cor, Fic, 23´51´´, Aracaju-SE

Sinopse: Renata é uma adolescente como qualquer outra, mas descobre no sexo todo seu poder e força para conseguir o que quer e juntamente com o Sgt. Pepper segue uma trilha de sexo, drogas e rock & roll podendo pagar um alto preço por suas escolhas.

Do outro lado do rio. Dir. Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Fic, 11´33´´, Aracaju-SE

Sinopse: Um pescador embrutecido pelas circunstâncias da vida e o dia a dia com sua filha, uma menina tímida e cheia de sonhos.

Liah.  Dir. Núcleo Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Fic, 7’03”, Aracaju-SE

Sinopse: Uma ilha não é nada além de um pedaço de terra cercado apenas por água. É assim que se sente Liah, uma garota que vive sozinha, que é parte de um mundo com o qual não dialoga.

Entre a Primeira e a Última Vez. Dir.  Ítalo Lucas de Melo, 2011, Cor, Fic, 11’18”, Aracaju-SE

Quando começamos amar alguém? O que acontece após o final feliz? A estória de 3 casais contada de forma não linear , discutindo basicamente casamento e não amor. Buscando o tempo da delicadeza que se perdeu entre e primeira e a última vez.

Vestígios Pré históricos do Cariri Paraibano. Dir.Vinícius de Souza Melo, 2010, Cor, Fic, 15´, Aracaju –SE

Sinopse: Relatos de dois moradores que colecionaram ferramentas de pedra polida encontradas na área. São filmados alguns lajedos com pinturas ou gravuras em baixo-relevo feitas por estes povos antigos. Ao final são mostradas imagens da pedra de ingá. A trilha sonora é composta por música clássica.

Peregrino. Dir. Josivaldo Oliveira Silva, 2011, Cor, Doc, 13´, Aracaju-SE

Sinopse: Documentário realizado nas cidades de Laranjeiras e São Cristóvão no estado de Sergipe, que tem como objetivo, mostrar um olhar único sobre a religião e a cultura dos povos dessas regiões no tempo atual.

 

A primeira rosa. Dir. Luciana Oliveira, 2010, Cor, Fic, 4´, Nossa Senhora do Socorro-SE

Sinopse: Ela reencontra o primeiro homem de sua vida depois de três anos sem vê-lo, o rapaz tenta falar com ela, mas ela foge negando uma reaproximação. Ainda magoada com o passado ela desabafa enquanto foge do rapaz.

Simbolique. Dir. Jamson Madureira, 2010, Cor, Fic, 3´18´´, Socorro- SE

Sinopse: Entre em sua casa e o ponto de ônibus, uma mulher se vê em um estranho jogo de percepção

 

 

Foi apenas um sonho .Dir. Eudaldo Júnior, 2011, Cor, Fic,5´15´´,São Cristóvão -SE

Sinopse: O Curta metragem “Foi apenas um sonho” mostra a história de um cachorro que após ficar muito tempo sozinho começa a sonhar que é um cão feliz e que seu dono é seu amigo e não apenas o responsável por alimentá-lo.

Lembranças. Dir. Marlon Delano, 2010, Cor, Fic, 6′ 04″, Aracaju-SE

Sinopse: O Curta metragem “Foi apenas um sonho” mostra a história de um cachorro que após ficar muito tempo sozinho começa a sonhar que é um cão feliz e que seu dono é seu amigo e não apenas o responsável por alimentá-lo.

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Mostra Competitiva de Longas

Cinemark Jardins

Aficionados . Dir. Arturo Dueñas, Cor, Ficção, 95´, 2010, Madrid-ESP

Sinopse: Amadores na vida… porque a vida não é apropriado para profissionais: vários personagens se reúnem semanalmente em uma oficina de teatro a fim de cultivar os seus passatempo favorito e, ao mesmo tempo, compensar a sua falta de afeto dos outros.)

A Terra da Lua Partida. Dir. Marcos Negrão e  André Rangel, 2010, Cor, Doc, 72´ Rio de Janeiro – RJ.

Sinopse: No Himalaia, um homem nômade vive em uma das regiões mais isoladas do planeta, mas uma mudança brusca no clima está secando os rios e transformando vales vários deserts.Witnessing o colapso de seu próprio povo, Sonam inicia uma busca desesperada para mudar o seu futuro

Sonho de Verão. Dir. Paulo Cesar Fajardo, 2011, Cor, Fic, 75´, Coimbra-Pt.

Sinopse: Um escritor empreende uma caminhada em busca de inspiração para o seu próximo livro. Esta busca, leva-o até ao limiar da sua realidade cognitiva, onde as personagens são fantasmas que vagueiam pelos seus sonhos. Neste mundo alternativo, onde a ficção se confunde com a realidade, o autor interpreta o papel de uma personagem num argumento maior do que a vida.

Riscado – Dir.  Gustavo Pizzi, 2010,  Fic, 85´, Rio de Janeiro – RJ

Sinopse: Bianca é uma atriz em busca de uma opotunidade de trabalho. Ela acaba de ser selecionada para uma produção internacional. Será que essa é a grande chance de sua vida

Luz Teimosa. Dir. Luís Alves de Matos, 2010, P&B, Fic, 75´, Lisboa-Pt.

Sinopse: O mundo de Fernando Lemos é um mundo ferozmente despojado de qualquer lógica externa, dizia Jorge de Sena. O seu multifacetado gesto artístico confunde-se com a própria existência onde o princípio poético está antes de tudo. E é através da luz que teima em entrar através da porta semicerrada, que se vence o medo da vida no combate travado com a morte. E assim nasce cada palavra dentro de outra palavra e cada imagem dentro de cada imagem. De quantas facas se faz o amor? pergunta o poeta.

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Mostra Competitiva “Vídeos de Bolso”

  No site 

Estesia. Dir. Roberto Mamfrim, 2011, Cor, Ficção, 4´59´´, São  Paulo- SP

Sinopse. Através de metalinguagem o filme retrata o sacrifício de uma garota para se sentir bela. Se escondendo atrás de maquiagem e dietas radicais, se recusa a abrir os olhos e enxergar que essa busca pode                                                        ser prejudicial. Para ela, é o estojo de maquiagem quem                                                        dita as regras, ficando incapaz de vencer a própria                                                                vontade.

Su imagen es como el tiempo infinito. Dir. Igor Amin, 2010, Cor, Ficção, 3´, BH – MG

Sinopse: Reflexos da bem-aventurança plena.

 

 Saltos amazônicos. Dir. Liana Amin e Igor Amin, 2011, Cor,Ficção, 7´30 BH – MG

Sinopse: Crianças se divertem dando saltos de um barco à margem do rio Negro, uma brincadeira lúdica da Amazônia.

Verbena e limão. Dir. Lucas Sá e Lucas Kurz, 2010, Cor, Ficção, 4´04´´, São Luiz-MA

Sinopse: Duas moças. Dois limões.

 

Tiro pela culatra. Dir. Erico Rassi, 2010, Cor, Ficção, 5´, São Paulo-SP

Sinopse: Um filme que se volta contra todos os envolvidos, incluindo seus espectadores.

 

Political swim. Dir. Vinicius Cabral, 2011, Cor, Ficção, 5´14´´, BH – MG

Sinopse: Quando vou à piscina, posso refletir sobre política enquanto exercito as minhas Essas Artes Paradas.

 

O eterno. Dir. Nelson Antônio,2010, Cor, Ficção, 3´, Salvador-BA

Sinopse: Um cara que diz ter vencido as doenças, sendo dessa forma, eterno.

 

Fun, fun, fun. Dir. Vinicius Cabral, 2010, Cor, Ficção, 2´30 ´´ BH – MG

Sinopse: O silêncio da diversão.

 

Street Shuffle. Dir. Vinicius Cabral, Cor, 2010, Ficção, 2´22´´. BH – MG

Sinopse: Street. Woman. Radiostation.

 

Os sonâmbulos. Dir. Igor Amin, 2011, Cor, Ficção, 6´, Belo Horizonte-MG

Sinopse: Três crianças em férias no interior de Minas se divertem entre sonho, chuva e sonambulismo.

 

 

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1a. Mostra Competitiva de Vídeo Iberoamericano

Auditório C – Unit 

Trocam-se Bolinhos por Histórias de Vida. Dir. Denise Marchi, 2010,Cor, Fic,15´, Porto Alegre-RS

Sinopse: Faltando uma semana para o seu casamento e com todos os preparativos na reta final, Clara descobre que seu noivo não se sente preparado para casar. Em meio a muitos compromissos a serem desmarcados e objetos a serem devolvidos, Clara não sabe como reagir à situação. A única certeza que ela tem é de que precisa decidir em que rumo seguirá com a sua vida.

A Musa da Minha Rua. Dir. Adolfo Lachtermacher, 20

Sinopse: Cinebiografia da atriz Sandra Barsotti, uma das protagonistas da pornochanchada carioca da década de 1970.

 

Enfim Sós. Dir. Rafael de Andrade, 2011, Cor, Ficção, 18´, Brasília-DF

Sinopse: Julia conversa com suas amigas embaixo do prédio e pelo computador, enquanto Gabriel descreve sua estória para seu amigo na escola. Ambos narram a noite em que transaram pela primeira vez, porém as duas versões são bastante diferentes.

Traz Outro Amigo Também. Dir. Frederico Cabral,2010,Cor, Ficção, 15´,Porto Alegre-RS

Sinopse: Um detetive é contratado por um homem para encontrar seu amigo imaginário de infância, desaparecido há mais de cinquenta anos. Como encontrar alguém que só existe na imaginação de um homem? Esse é o dilema de um detetive particular que conta com a ajuda de crianças para resolver o assunto. O filme mescla atores e locações reais com personagens em animação.

Retratos. Dir. Leo Tabosa e Rafael Negrão, 2010, Cor,doc., 15´, Recife-PE

Retratos, conta a história de 06 travestis que desempenham diferentes atividades profissionais desvinculadas da prostituição no Estado de Pernambuco. O vídeo mostra como a vida de cada um deles pode ser tão comum quanto à de qualquer outra pessoa.

Garoto Barba. Dir. Christopher Faust, 2010, Cor, Fic, 14´, Curitiba-PR

Sinopse: Fábula sobre uma criança que, devido a uma rara doença, tem barba. Felipe gosta de ser como é, mas se sente deslocado porque as outras pessoas costumam olhar para ele de forma diferente. Quando seus pais resolvem submetê-lo a uma moderna cirurgia de remoção de pêlos, será preciso que o garoto tome uma decisão drástica, que mostrará a seus pais e a cidade inteira que às vezes vale a pena lutar pelo o que se realmente é. 

O Vôo da Papoila. Dir. Nuno Portugal, 2011, Cor, Ficção, 15´,Cernache-Coimbra PT

Sinopse: Uma simples fotografia e uma canção unem para sempre três personagens.O fotógrafo Sebastião, o soldado JOAQUIM e a criança RUI que se tornam, através de uma foto, ícones da esperança de Abril?

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2a. Mostra Competitiva de Vídeo Iberoamericano

SESC

   Os últimos charruas. Dir. Alice Urbim, 2010, Cor, Doc, 15´,Porto Alegre-RS  

Sinopse: No ano de 1833, quatro índios charruas foram enviados para Paris, como atrações exóticas de um zoológico humano na Cidade Luz. Essa incrível história conta como esses índios, originários do sul do Brasil e da Bacia do Prata, foram mortos e aprisionados em uma emboscada na cidade de Salsipuedes, no Uruguay. Os quatro índios enviados sobreviventes ao massacre viveram por alguns meses em Paris e logo foram mortos por doenças brancas. Roteiro de Grace Luzzi e direção de Vinicius Cruxen. A fotografia é de Pablo Escajedo, arte de Bernardo Zortéa e direção de produção de Daniela Mazzilli. As gravações foram em Porto Alegre, Viamão (RS) e Montevidéu, no Uruguai.

Menina da chuva. Dir. Rosaria, 2010,Cor, Fic,6´, Rio de Janeiro

Sinopse: Bonecas vermelhas para as meninas vermelhas, bolas azuis para os meninos azuis.

Último caso. Dir. Erez Milgrom , 2010, P&B, Ficção, 14´45´´,São Paulo-SP

Sinopse: Quando a bela Sable Simmons aparece no escritório do matador de aluguel Rupert McEntire, o que prometia ser apenas mais um dia normal de trabalho acaba tornando-se uma inesperada e perigosa jornada de auto-descoberta. Inimigos viram aliados enquanto McEntire ronda o submundo do crime buscando completar a inusitada missão para a qual Sable Simmons o contratou: Matar a saudade.

Número zero. Dir. Claudia Nunes, 2010, P&B, Doc, 22´, Goiania-GO

Sinopse: A ONU estima a população mundial de meninos de rua em 150 milhões. Destes, cerca de 40% são sem teto, porcentagem sem precedentes na história da civilização. Na América Latina, eles são 40 milhões. No Brasil, meninos e meninas de rua goianos encantaram-se tanto por uma câmera que apropriaram-se dela para contar suas estórias.

Scratch. Dir. Alexandre Coimbra,2011,Cor,Fic, 11´, Porto Alegre-RS

Sinopse: Existe maneira melhor de ver o submundo podre de uma cidade do que através dos olhos de alguns dos seres mais nojentos que habitam nela? Esse é o mundo de Scratch, onde três baratas, Ed, Led e Stive, investigam crimes para ajudar um detetive incompetente a manter seu emprego, e elas o seu lar: o porta-luvas do carro dele.

Involução. Dir. Marcelo Tannure, 2011, Cor, Fic, 9´10´´, Nova Lima-MG

Sinopse: Qual é o preço que devemos pagar pelo consumo descontrolao do planeta? O preço é alto demais!

 

Torpellino. Dir. Pedro Dantas, 2010, Cor, Doc, 9´20´´, São Paulo-SP

Sinopse: Torpellino é um dos 5 curtas que compõem o filme KinOpoÉTicas: obra de Não-Ficção que reflete sobre arte, estética e contemporaneidade da América do Sul a partir de conexões históricas e culturais. Nesse curta, filmado em Bogotá, Luis Ospina pensa acerca das mudanças estéticas vividss em seu país nos últimos 30 anos, segundo ele, influenciadas por aquilo que seria a “Narco-estética”, importada de Miami e Las Vegas. O cineasta pensa também sobre ética em filmagens de documentários e a mercantilização da miséria nos meios de comunicação.

Ferocidade: Entre a Urbe e a Flora. Dir.Márcio B. Venturi, 2010, 13´18´´Cor/P&B, Fic, Rio de  Janeiro-RJ

Sinopse: Elias chega ao trabalho de sua mulher, Dalila, com um presente: um carro novo. De repente, à distância, ele vê um homem agredindo e arrastando Dalila para dentro de uma floresta nas redondezas. Agora, Elias tem que achá-la na floresta… com o pé quebrado.

A sombra de Sofia. Dir. Flavia Thompson, 2011, Cor, Ficção, 14´,São Paulo-SP

Sinopse: Sofia, uma criança de 7 anos, depois de apreender a brincar de sombra com seu pai fica fascinada pela própria sombra. Toda sua brincadeira acaba quando sua sombra cria vida própria e começa a desobedece-la.

Operação mamãe.  Dir. Marina Freitas, 2010, Cor, Ficção, 15´,Rio de Janeiro-RJ

Sinopse: D. Vandinha, mãe de Valdir,Vilma ,Vânia e Vidinha,sofre um enfarto em Juiz de Fora,e tem que fazer uma cirurgia.Vânia que mora com ela avisa aos irmãos que moram no Rio de Janeiro. E as confusões começam aí ,com exames que demoram ,a chegada dos filhos ao hospital,a cirurgia que nunca acontece, a impaciência, o clima de “suspense” que se cria.A convivência da mãe com os filhos e suas loucuras dentro dessa expectativa,e as situações bizarras que acontecem dentro desse hospital ,onde ninguém sabe de nada.

Quenda.  Dir. Alexandre Bortolini e Warllem Machado, 2010, Cor, Documentário, 15´, Rio de Janeiro-RJ

Sinopse: Em “Quenda”, três jovens cariocas Giul, Caio e Daniel mostram suas baladas preferidas e contam como enfrentam, em casa e na rua, o preconceito cotidiano contra a sua sexualidade. O filme passeia pelas festas de Copacabana até a noite de Madureira, passando pela Parada do Orgulho de Niterói, onde os três meninos, cada um no seu estilo, contam como a família descobriu sobre sua sexualidade, como é a vida entre os amigos e nas suas comunidades.

Paz. Dir. Leandro Corrêa, 2010, Cor, Ficção, 13´, Rio de Janeiro-RJ

Sinopse: Um ex-casal discute sobre a possibilidade de voltar a ficar junto. Contudo, durante a conversa, antigos rancores vêm à tona, e os dois precisam recorrer a uma solução além das palavras.  

Katari Kamina. Dir. Pedro Dantas, 2011, Cor,Documentário,14´30´´,São Paulo-SP

Sinopse: Katari Kamina é um dos 5 curtas-metragens que compõem o filme KinOpoÉTicaS. O curta é uma homenagem ao legado de Tupac Katari, quem ainda em 1781 comandou imenso levante no altiplano andino reivindicando liberdade e igualdade. Katari atuou em consonância ao levante de Tupac Amaru, no Peru em 1780. Ambos declararam o fim da escravidão, dos trabalhos forçados nas mitas indígenas e a suspensão do pagamento de tributos à coroa espanhola. Katari é considerado um dos precurssores da independência hispano-americana e fundamental referência aos movimentos sócio políticos na Bolívia contemporânea.

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Mostra Informativa de Vídeo “Mídia Jovem”

 

Filhos das Filhas. Instituto Recriando, 2011, Cor, Doc., 13’28”  Aracaju –SE. L

Resultado da oficina de vídeo realizado no bairro Santa Maria, em Aracaju/SE, pelo Midia Jovem, projeto de educomunicação realizado pelo Instituto Recriando. O tema do vídeo PE gravidez na adolescência.

As Cores da Cultura. Insituto Recriando, 2011, Cor, Doc., 6’ 30” Aracaju –SE. L

Sinopse: Resultado da oficina de vídeo realizado no pelo Midia Jovem, projeto de educomunicação realizado pelo Instituto Recriando. O vídeo apresenta as cores e as belezas do Encontro Cultural de Laranjeiras, que serve como pólo difusor da cultura popular e de raiz no estado de Sergipe, através de depoimentos esclarecedores sobre o assunto.

Cândido Aragonês. Instituto Recriando. 2011, Cor, Doc., 1’ 49” Aracaju –SE. L

Sinopse: Este vídeo é um dos produtos da oficina de vídeo realizada pelo projeto Mídia Jovem com a juventude de Laranjeiras/SE. Você sabe quem é Cândido Aragonês? Figura importante para o desenvolvimento do audiovisual em Sergipe.

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Mostra Informativa de Filmes “Festivalzinho”

 Dona Tota e O menino mágico. Dir.  Adriana Meirelles, 2010, Cor, Ani,12´, Vinhedo-SP

Sinopse: Uma velha curandeira de uma pacata cidade do interior encontra um menino mágico foragido do circo

Procura-se. Dir.  Iberê Carvalho, 2010, Cor, Fic, 14´, Brasília-DF

Sinopse: Sinopse: Camile está determinada a encontrar seu cachorro Bolinha, mas para encontrá-lo precisará viver a maior aventura de sua vida.

 

Fábula da Corrupção. Dir. Lisandro Santos, 2010, Cor, Ani, 8´15´´, Porto Alegre-RS

Sinopse: Em um armazém de beira de estrada, um homem vive em paz com seus animais de estimação: o cão vigia a casa, o gato caça os ratos e o jumento é o meio de transporte. No porão da casa habitam vários ratos que vivem roubando comida em quantidades tão pequenas que não prejudicam o negócio, mas a chegada de um rato estranho acaba com a harmonia do mercadinho

Carreto. Dir. Cláudio Marques e Marília Hughes, 2010, Cor, Fic, 12´,  Salvador-BA

Sinopse: Tinho conhece Stephanie. Uma amizade se inicia.

 

Lápis de cor. Dir. Alice Gomes, 2010, Cor, Fic,16´,Rio de Janeiro-RJ

Sinopse: Cláudio é um menino pobre que vive sozinho com a mãe e adora desenhar. Seu pai abandonou a família e Cláudio imagina que se um dia fizer um desenho colorido do pai, ele voltará. Só que Cláudio não tem lápis-de-cor. Ele consegue 3 lápis de cor mágicos, mas sua mãe só deixa ele usar uma cor por dia.

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Mostra Informativa “Cinema Inclusivo”

Mostra ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação (pessoas com deficiência auditiva)

Leonel Pé-de-Vento. Dir. Jair Giacomini, Técnica de Animação: 2D, 15’ – 35mm – 2006

Sinopse: Leonel nasceu Pé-de-Vento, e por causa desse condição, vive isolado de sua comunidade. Até o dia em que é descoberto pelas crianças da escola. Enquanto algumas o hostilizam e perseguem, outras ficam curiosas e se aproximam dele. Mariana investiga a história do guri Pé-de-Vento e, assim, eles descobrem a importância da amizade e da convivência com as diferenças.

A Lasanha Assassina. 
Dir. Ale McHaddo
2D – 8’ – 2002 – São Paulo – SP

Sinopse: Uma Lasanha foi esquecida no interior de um congelador com defeito, a baixa temperatura e os gases do aparelho causaram uma mutação e lhe deram vida, transformando-a em um monstro cheio de revolta! O que poderá deter uma criatura como esta?! Prepare-se para entrar no mundo do terror de uma maneira hilária, “A Lasanha Assassina” é uma     sátira cheias de citações ao Cinema de Horror. A história é apresentada por ninguém menos que Zé do Caixão, em sua versão desenho animado.

X Coração – Dir. Lisandro Santos
2D Digital – 11min30seg – 2007 – Porto Alegre – RS

Sinopse: X Coração conta a história do amor platônico de Alex, o chapista que faz o melhor Xis da cidade, por Val, a band-lider que freqüenta a lanchonete onde ele trabalha.

 

Rua das Tulipas – Dir. Alê Camargo
3D – 15min08seg – 2007 – Brasília – DF

Sinopse: Um grande inventor acostumado a criar soluções para todos os moradores de sua rua, a Rua das Tulipas, após ver a felicidade de todos seus vizinhos, descobre que ainda faltava a felicidade de uma pessoa…

Como Surgiu a Noite. Dir. Andrés Lieben, Técnica de Animação: 2D. 4’ – Digital – 2005. Rio de Janeiro/RJ

Sinopse: A mitologia brasileira está cheia das mais belas histórias indígenas sobre a origem do mundo, das pessoas, do dia… e, é claro da noite.  Esse desenho, mostra de uma maneira linda a versão do povo indígena Kaxinawá sobre a origem da noite. A história começa quando a filha da cobra grande s apaixona pelo filho do chefe da aldeia e fica muito triste, quando percebe que os índios não têm tempo para descansar, pois, só existe o dia. O que será que a filha da cobra grande fará para tentar ajudar o seu amor?

O Anão que virou Gigante – Dir. Marão. 
2D tradicional (lápis no papel) – 10min – 2008 – Rio de Janeiro- RJ

Sinopse: A improvável – todavia autêntica – história do anão que virou gigante.

 

 

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Mostra Informativa de Curtas – ” Iberoamericanos”

El rayo e la Sirena. Dir. Diego Sanchidrián, 2010, Cor, Fic, 11´, Madrid-ESP

Sinopse: Diz-se que os sonhos são inalcançáveis, pois eles estão longe, escondendo-se além das estrelas. Mas, a fim de torná-las realidade. Você não tem que saber onde eles se escondem,  você apenas tem que ser ousado o suficiente para persegui-los no mais profundo do mar e se atrever a ser mais rápido que as sereias.

El cortejo. Dir. Marina Seresesky, 2010, Cor, Fic, 11´, Madrid- ESP

Sinopse: Capi é o mais antigo coveiro no cemitério. Acostumado a trabalhar em meio ao sofrimento dos outros e às piadas de seus colegas, só existe uma pessoa capaz de levá-lo para fora da sua rotina diária. Em cada mês dos últimos dois anos ele esperou Marta levar flores ao túmulo do seu marido. Ela é a sua última esperança.

 

 

 

Dulce. Dir. Iván Ruiz Flores, 2011, Cor, Fic,14´, Madrid-ESP

Sinopse: Dulce é uma fábula sobre o amor. É desta enfermidade passageira que padecem Veronica e Diego, aos 8 anos de idade; e Adrián e Andrea, avós que só haverão de alcançá-los até os seus 10 anos. Uma cena e um jogo reavivam as recordações dos mais velhos e reativam a imaginação dos mais jovens. Em Dulce, cada palavra adquire um grande sentido e os grandes sentimentos se transformam e pequenos gestos.

Solene Simpatia. Dir. Pedro Dell’Orto ,2011, Cor, Fic, 9´40´´, Salvador-BA

Sinopse: Solene Simpatia é um curta-metragem que busca transpor a construção de identidades de gênero a partir do vestuário. Protagonizado por Osvaldo Ross, com roteiro e direção de Pedro Dell’Orto, Solene Simpatia é uma co-produção Argentina-Brasil desenvolvida no ‘Centro de Formación Audiovisual’ na cidade de Buenos Aires – Argentina.

Universo de Mya. Dir. Miguel Clara Vasconcelos,2010, Cor, Fic, 10´, Lisboa-PT

Sinopse: Maria é uma adolescente que recusa o seu mundo físico e assume o avatar de ‘Mya’. Maria para os pais, Mya para o resto do mundo. Universo de Mya, é uma reflexão sobre a relação do nosso corpo com o conceito de identidade, sobre o conflito de gerações, a noção de tempo e a necessidade de deus, sobre a descoberta do amor, a perda de memória e a revolta interior.

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Mostra Informativa “Curta os Brasileiros”

    

Pode piorar. Dir. João Tenório, Cor, Fic., 15`, São Paulo-SP, 2011    

Sinopse: “Depois de levar um rapaz ao hospital, um taxista e seu passageiro descobrem que o resgate ainda não terminou.

Sambatown. Dir. Cadu Macedo, Cor, Fic., 5`41“, São Paulo-SP, 2010   

Sinopse: Sambatown é uma estória sobre três personagens envolvidos num triângulo amoroso. Ambientado em algum lugar nas américas negras, o filme mistura elementos do candomblé e dos antigos bailes de carnaval.

Bob Lester . Dir. Hanna Godoy e Mariana Penedo, Cor, Doc., 12`13“,  Recife-PE, 2010

Sinopse: Sambatown é uma estória sobre três personagens envolvidos num triângulo amoroso. Ambientado em algum lugar nas américas negras, o filme mistura elementos do candomblé e dos antigos bailes de carnaval.

Feliz Desaniversário. Dir. Fábio Souza, Cor, Ficção, 13`, Rio de Janeiro- RJ, 2010

Sinopse:”Se esse mundo fosse só meu, tudo nele era diferente! Nada era o que é porque tudo era o que não é. E também tudo que é, por sua vez, não seria. E o que não fosse, seria. Não é?”

 

Bala na cabeça. Dir.  Cristiano Abud, P&B, Ficção, 14`, Belo Horizonte – MG, 2009

Um assassino e sua vítima presos a um agoniante impasse,a uma interminável espera, a um jogo mortal. Em seus últimos momentos, só resta ao protagonista de BALA NA CABEÇA, Pedro perder-se em suas reminicências e alterar sua percepção de tempo. Tempo que se alonga ou se encurta a mercê da personagem principal, Pedro.

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Mostra Informativa de Curtas – Fest’Afilm

Mostra Fest’Afilm – Festival de Filmes Lusófonos e Francófonos - Montpellier/FR (Intercâmbio entre festivais).

Vida de mandingueiro - Mathias Monarque et Cécile Bennegent – 50 min – França

Sinopse: O que é a capoeira? Quem são os seus representantes, os verdadeiros protetores desta arte que perdura através dos tempos e conquista hoje os cinco continentes?
Este filme vai ao encontro desses personagens, “os mestres de capoeira”: quais são as suas histórias e filosofias de vida? Alguns desses mestres, já senhores, são a memória viva desta prática popular e marginal que mudou muito desde o início do século. Todo este conhecimento é valioso e essencial para a história de um povo. Sendo através destes depoimentos, desde a antiga até as novas gerações, que  desejamos entender e compartilhar como foi se transmitido este patrimônio cultural. Desta maneira, desejamos contribuir na transmissão e na evolução destas culturas, oferecendo a você um novo olhar.

Contatos – Dir. Michael Guerraz. Fic., 12min – França. Classificação Livre

Sinopse: Um fotógrafo revê uma velha câmera que havia dado a seu filho, a alguns meses atrás. Ele revela o seu filme e procura chamar a atenção de sua mulher com uma foto misteriosa.

Ratos – Dir. André Reis, Fic., 12min – Portugal. Classificação 16 anos

Sinopse: Dois sujeitos entram no escritório de um dos mais lucrativos estabelecimentos de queijo da cidade. Deparam-se com um cenário deveras medonhas. Tudo de pernas para o ar… Sangue… Um cadáver.

A diagonal dos loucos – Charles Poupot – 9 min – França. Classificação 10 anos

Sinopse: Dois sujeitos entram no escritório de um dos mais lucrativos estabelecimentos de queijo da cidade. Deparam-se com um cenário deveras medonhas. Tudo de pernas para o ar… Sangue… Um cadáver.

Innsbay – Sylvain Brunerie – 30min – França .

Sinopse: Um homem se encontra em uma cidade desconhecida, atraído pela descrição um tanto quanto sórdida que ele recebe de seus habitantes . Adaptado do romance de H. P. Lovecraft, “The Shadow Over Innsmouth”, Innsbay é a história da desconstrução lenta e terrível de uma vida humana.

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Mostra Informativa de Longas

 

O Senhor do Labirinto. Dir. Geraldo Motta, co-dir. Gisella de Melo, 2010, Ficção, 88 ´ Rio de Janeiro – RJ (Classificação 14 anos).

Sinopse: O Senhor do Labirinto conta a história de Arthur Bispo do Rosário, sergipano de origem simples, vítima de esquizofrenia, que viveu assombrado por misticismos e alucinações nas instituições psiquiátricas pelas quais passou entre 1938 e 1989, ano de sua morte. Durante seus períodos de clausura na Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro), onde viveu por 50 anos, Bispo do Rosário produziu um acervo de bordados, estandartes e assemblages que postumamente ganharam o Brasil e o mundo com seus insuspeitos traços de arte pop contemporânea e a pungência de sua trajetória.

AVA MARANDU – Cultura e Direitos Humanos dos Povos Guarani, Dir. Pontão de Cultura Guaicuru, 2010, Cor, Doc, 80´.

Sinopse: Documentário sobre o projeto cultural AVA MARANDU – Os Guarani Convidam, realizado de janeiro à junho de 2010 em Mato Grosso do Sul, traz os guarani falando da realidade em que vivem e expressando sentimentos diante do contato com as possibilidades do áudio visual e da fotografia no contexto da memória, da luta e da resistência à tentativa de extinção.

 

CineFoot. Copa Vidigal. Dir. Luciano Vidigal, 2010, Doc, Cor,  80min, RJ

Sinopse: Cypa, um professor de futebol da favela do Vidigal,organiza um campeonato para trazer a paz nessa comunidade traumatizada com os recentes conflitos entre traficantes

O Galinha Preta. Dir. Cibele Amaral, 2010, Fic, cor, 95min, DF.

Sinopse: Nessa comédia de ação, Galinha Preta e Lapão são convencidos por Jerônimo a assaltar a igreja onde ele trabalha como tesoureiro, durante um evento gospel. Para completar a quadrilha, contratam Nildinha, uma stripper evangélica, e Japonês, que será o motorista na fuga. O plano não tem nada de perfeito, mas eles têm sorte… Até um certo ponto!

Trampolim do Forte, Dir. Joao Rodrigo Mattos, Fic., 90 min., 2010. Salvador – BA

Sinopse: O Trampolim do Forte é o mágico local onde através dos saltos, Déo e Felizardo buscam a força necessária para enfrentar a sua dura realidade.

Cabeça `a Prêmio. Dir. Marco Ricca, 2009, drama, 104 min. Rio de Janeiro – RJ

Sinopse: Decadência, poder, traição. Três histórias se entrecruzam numa paisagem desoladora de fronteira – fim de linha entre o Brasil, o Paraguai e a Bolívia, terra de personagens desgarrados, esquecidos, sem ilusões. Um grande criador de gado e contrabandista, sua filha impulsiva, apaixonada pelo piloto de avião do pai, e o pistoleiro encarregado de trazê-la de volta – ele próprio vítima de uma história de amor.

Um Homem Qualquer. Dir. Caio Vecchio, Cor, Fic., 90min, Rio de Janeiro – RJ. 2009.

Sinopse: Jonas (Leão) está angustiado e não tem emprego. No limite do desespero, cogita tornar-se criminoso, planejando um sequestro com seu amigo Tico (Norival Rizzo). Lia (Nanda Costa), sua namorada, não gosta nada da ideia. Quem pode dar as respostas ao trio é Isidoro (Carlos Vereza), um ex-psiquiatra que se tornou morador de rua.

A Guerra dos Vizinhos. Dir. Rubens Xavier, 2010, CorComédia, 84 min.

Sinopse: :“A Guerra dos Vizinhos” é uma comédia baseada numa sentença judicial inusitada: três idosas, Adélia, Dircinha e Beatriz, as irmãs Coleratti, depois de tanto incomodarem seus vizinhos com calúnias e ofensas, são condenadas pela Justiça à prestação de serviços comunitários. E são obrigadas a ficarem em silêncio, sem poder conversar durante o cumprimento da pena. Para isso devem usar máscaras cirúrgicas tapando-lhes as bocas.

O Jardim das Folhas Sagradas. Dir. Pola Ribeiro- 2010. Cor, Drama, 91’ Salvador –BA

Sinopse: “Jardim das Folhas Sagradas” conta a historia de Bonfim, um gerente de banco, negro, baiano, que tem sua vida virada pelo avesso com a revelação de que precisa abrir um terreiro de candomblé. Bonfim vive o desafio do conflito entre tradição e contemporaneidade, numa cidade onde a natureza foi profundamente ferida, confrontos religiosos se acirram e não faltam manifestações de preconceito racial. É uma historia contada não com a visão de um observador, mas de ponto de vista e repertorio de quem está dentro dela.

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3E


apoio cultural




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Este projeto foi patrocinado pelo Programa Petrobras Cultural 2011.